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Por que a dor de ovulação ocorre?

Por que a dor de ovulação ocorre?

Uma das reclamações mais comuns das mulheres é a dor da cólica. Esse incômodo é sentido por inúmeras mulheres pelo menos uma vez por mês.

Entretanto, você sabia que o que você sempre pensou ser cólica pode ser outra coisa? Uma em cada cinco mulheres sente fortes dores durante a ovulação, mas não sabe disso. Os sintomas são parecidos com os da cólica, o que pode gerar confusão.

A principal diferença é que a cólica nada mais é do que uma contração do endométrio, que ajuda na descamação dos tecidos uterinos e logo após terminada a menstruação ela cessa.

No entanto, a ovulação é um processo um pouco mais complexo. Você sabe por que a dor de ovulação ocorre? Destinamos esse artigo para solucionar essa dúvida. Vamos lá?

O que é a dor de ovulação?

A dor de ovulação, também conhecida como Mittelschmerz, ocorre porque o folículo cresce e, quando atinge o tamanho de aproximadamente 2 cm, se rompe para liberação do óvulo. O líquido que está dentro do folículo escorre na cavidade pélvica e, em algumas mulheres, pode levar a uma irritação peritoneal que leva à dor.

A dor se localiza na pelve, podendo provocar a distensão da região. Além disso, as dores costumam durar até três dias e normalmente são de intensidade leve ou moderada.

Devemos ressaltar que esse tipo de dor é um tanto quanto comum, mas se for muito intensa e perdurar por um longo período, pode ser um sinal de uma condição médica mais séria.

É preciso consultar um médico e ver se as dores não são relativas a problemas como endometriose, infecções sexualmente transmissíveis, cistos nos ovários, apendicite e até mesmo gravidez ectópica.

Como é feito o diagnóstico?

Para realizar o diagnóstico, é necessário que a paciente inicialmente registre a data da primeira dor. Assim, pode-se identificar se o incômodo ocorreu durante o período ovulatório ou não.

Depois, deve-se realizar uma consulta com um ginecologista, visando certificar os sintomas e embasar o diagnóstico. A consulta é fundamental, pois, como já destacado, a dor de ovulação pode ser facilmente confundida.

E o tratamento?

A dor de ovulação não possui cura, mas existem excelentes maneiras de amenizá-la, como o uso de alguns medicamentos. É interessante lembrar que a chegada da menopausa impede a ovulação, acabando com as dores.

Os medicamentos utilizados podem ser: analgésicos, anti-inflamatórios e antiespasmódicos por via oral ou venosa. Porém, caso a dor volte a se repetir e o incômodo permaneça, é possível conversar com o médico e pedir uma solução mais definitiva.

O uso de métodos contraceptivos, como anticoncepcionais orais, será uma alternativa excelente. Procure o seu ginecologista e converse sobre o assunto.

E aí, gostou do nosso texto e aprendeu por que ocorre a dor de ovulação? Então assine a nossa newsletter e fique por dentro de todos os nossos conteúdos!

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Comunicado

Nota conjunta com atualização de posicionamento sobre a COVID-19 e os tratamentos de reprodução assistida

Informações complementares à nota emitida em 21 de março de 2020

A Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida – SBRA e a Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA, acompanhando as demais sociedades mundiais e face à presença da pandemia de Covid-19, emitiram comunicado em 17 e 21 de março de 2020. Globalmente, e na América Latina não foi diferente, ciclos iniciados foram completados, decisões de congelamento tomadas, transferências discutidas e, na maioria das vezes, postergadas. Desde o início, entendemos que poderiam haver situações a serem individualizadas, como os casos oncológicos, em que pacientes necessitariam com urgência da preservação de seus gametas previamente a procedimentos cirúrgicos ou eventual quimioterapia que pudesse afetar sua fertilidade futura. Ao mesmo tempo, havia outros casos susceptíveis de individualização.

Passados 30 dias, com novos dados sobre a Covid-19, reconhecendo novos cenários para diferentes países, regiões ou cidades, além da realidade de um período claro de extensão da pandemia, que a infertilidade é definida pela OMS como doença, assim como a própria OMS define o direito de autonomia dos pacientes e:

CONSIDERANDO que, sob a luz de novas evidências científicas, este posicionamento deverá seguir sendo atualizado em momentos sucessivos;

CONSIDERANDO que, segundo a literatura médica, não se identificou até o momento a presença de vírus nos gametas e tratos genitais masculino ou feminino;

CONSIDERANDO que, até o momento, não há evidências a respeito das repercussões do Covid-19 sobre a gestação inicial;

CONSIDERANDO a preocupação com relação às evidências científicas emergentes quanto à possibilidade de transmissão vertical – isto é, da mãe para o bebê;

CONSIDERANDO que os serviços de reprodução assistida devam seguir as recomendações governamentais, respeitando as particularidades locais;

CONSIDERANDO a observação das medidas de distanciamento social, com cuidados na preservação dos pacientes e equipes, quando da assistência;

CONSIDERANDO as condutas para mitigar a sobrecarga do sistema de saúde local;

CONSIDERANDO que o adiamento dos tratamentos de reprodução assistida abrange determinados casos extremamente sensíveis ao tempo e, portanto, inadiáveis, com risco de condenar pessoas a uma infertilidade irreversível – ou seja, esterilidade; e

CONSIDERANDO o respeito à autonomia do paciente,

RECOMENDAM que ciclos de reprodução assistida possam ser realizados sob juízo do profissional assistente, em decisão compartilhada com os usuários do serviço, de forma personalizada, fundamentados e bem documentados, com precaução e bom-senso, evitando-se transferências embrionárias neste momento.

Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida – SBRA
Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA


Referências