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Como funciona o sistema reprodutor feminino?

Como funciona o sistema reprodutor feminino?

A fertilidade da mulher depende do equilíbrio no funcionamento dos órgãos reprodutivos e pode ser afetada por diversos problemas. Qualquer falha no sistema reprodutor feminino pode ter consequências na capacidade da mulher engravidar. Então, é importante conhecer as funções do próprio corpo e ficar em alerta diante de irregularidades, principalmente no ciclo menstrual.

Acompanhe este post para conhecer os órgãos do aparelho reprodutor feminino e compreender as funções de cada um. Entenda, também, como as partes do organismo atuam em conjunto para possibilitar a gestação.

Os órgãos do sistema reprodutor feminino

O funcionamento adequado do sistema reprodutor é fundamental para a saúde fértil. Disfunções em qualquer região desse aparelho podem dificultar ou impedir uma gravidez. Portanto, as mulheres que têm o objetivo de se tornarem mães devem estar sempre atentas aos sinais de problemas nos órgãos reprodutivos.

Para começar, é importante se manter informada e conhecer as funções do próprio organismo. Vamos, então, entender quais são os órgãos do sistema reprodutor feminino e como cada um deles age dentro do nosso corpo!

Vagina

A vagina faz a comunicação entre o interior e o exterior do aparelho genital feminino. A parte interna do sistema reprodutor é composta por ovários, útero, tubas uterinas e o próprio canal vaginal. Já os órgãos externos são a vulva — contendo o clítoris e os grandes e pequenos lábios — e o monte púbico, ou monte de Vênus.

A função reprodutiva da vagina é receber o pênis durante o ato sexual e permitir a passagem do líquido seminal com os espermatozoides para o útero, de onde, em seguida, migrarão para as tubas uterinas, onde ocorrerá a fecundação.

Ovários

Os ovários são pequenos órgãos em formato oval — medem em torno de 3 cm. Eles têm a importante função de produzir estrogênio e progesterona, hormônios sexuais necessários para as ações do aparelho reprodutor. Os ovários também armazenam os gametas femininos, isto é, os óvulos, que são liberados uma vez em cada ciclo menstrual.

Tubas uterinas

As tubas uterinas, também conhecidas como trompas de falópio, são representadas por dois tubos, que medem 10 cm de comprimento, aproximadamente. Esses canais fazem a ligação entre os ovários e o útero, sendo que é justamente nesse órgão que os espermatozoides encontram os óvulos para que ocorra a fecundação.

Quando o óvulo é liberado pelo ovário, ele penetra na tuba uterina. Caso a fertilização aconteça, a união entre os gametas masculino e feminino dá origem ao zigoto e, em seguida ao embrião, que segue em direção ao útero, onde poderá ocorrer a implantação.

Útero

O útero é o maior órgão do sistema reprodutor feminino e é composto pelas seguintes partes:

Trata-se de um órgão de grande elasticidade, uma vez que precisa se expandir conforme o crescimento do feto. Sua principal função, portanto, é permitir a implantação, acomodar o bebê e favorecer o seu desenvolvimento, desde o momento da implantação embrionária até a hora do parto.

A interação necessária para o funcionamento adequado

Como vimos na descrição das funções de cada órgão, as partes do sistema reprodutor feminino trabalham em conjunto. Para comandar essa interação, também é necessária a ação de outras regiões do corpo, como o hipotálamo, a hipófise e as glândulas adrenais.

O hipotálamo coordena a secreção de hormônios que estimulam a hipófise a produzir LH e FSH ­— os hormônios luteinizante e folículo-estimulante. Estes, por sua vez, fazem o ovário secretar progesterona e estrogênio.

Uma das funções da progesterona é a manutenção do endométrio, camada responsável pela fixação embrionária. Dessa forma, quando não há fecundação, os níveis desse hormônio diminuem e o revestimento endometrial começa a passar por um processo de descamação, iniciando a menstruação.

Estes são alguns exemplos de como os diferentes órgãos precisam estar em equilíbrio para o funcionamento geral do sistema reprodutor. Portanto, problemas que afetem qualquer parte do aparelho sexual podem interferir nas chances de a mulher engravidar.

Os problemas que podem levar à infertilidade

Diversas condições podem prejudicar a fertilidade da mulher, visto que os órgãos dependem da ação uns dos outros para trabalhar em perfeito equilíbrio. Nem sempre é possível identificar um quadro de infertilidade de forma precoce. Por isso, é recomendável que as tentantes observem sua regularidade menstrual e fiquem atentas a qualquer indício de disfunção, o que também vale para os episódios de cólica intensa.

Entre as diversas condições clínicas que levam à infertilidade feminina alguns exemplos são:

Todos esses quadros devem ser devidamente acompanhados para obter um diagnóstico preciso e a prescrição da melhor forma de tratamento. Além das doenças citadas, também é importante que a paciente cultive bons hábitos para manter o equilíbrio do sistema reprodutor feminino, como: alimentação balanceada, atividades físicas regulares, abstenção de cigarro, entre outras práticas saudáveis.

Depois de conhecer um pouco mais sobre o funcionamento do sistema reprodutor feminino, leia o próximo texto e veja como é possível descobrir se você é infértil.

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Lorrana
2 meses atrás

Oi esse site euito bom estava precisando de ajuda na minha atividade de Ciências e me ajudou muito

Estou na 8° série

Editor
Clínica Origen (@ana)
2 meses atrás
Reply to  Lorrana

Olá, Lorrana! Ficamos felizes em ter te ajudado 💙 Conte conosco!

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Comunicado

SARS Cov-2 (COVID 19): vacinas, reprodução assistida e grávidas
• Posição atual conjunta •

03 de fevereiro de 2021

Grandes avanços dos estudos colaborativos incluem hoje pelo menos 85 vacinas pré-clínicas em investigação ativa em animais, 65 em ensaios clínicos em humanos, com 20 vacinas que chegaram aos estágios finais de testagem, sendo 12 já em uso em diferentes países/situações. As principais vacinas disponíveis estão constituidas por partículas de RNA mensageiro (Pfizer-Biontech e Moderna), vírus inativado (CoronaVac,Sinopharma e Covaxin, Bharat Biotech), com adenovirus (Oxford-AstraZeneca, Johnson&Johnson e Sputnik V, Gamaleya).

A pandemia segue, e neste momento a discussão se centraliza no uso das vacinas disponíveis e as pacientes submetidas às técnicas de reprodução assistida, grávidas e populações de risco entre as grávidas.

Nossas sociedades, avaliando também as diretrizes emitidas por sociedades mundiais como a ESHRE, a ASRM, a IFFS e a ACOG (SOGC), consideram que dentro da disponibilidade possível:

1) A vacinação tem efetividade e não induz a risco aumentado de contrair a infecção por Covid 19. Embora ainda não hajam estudos humanos de longo prazo sobre a vacinação contra Covid-19 e gravidez, nenhuma das vacinas contém vírus Sars Cov-2 vivo.

2) Para indivíduos vulneráveis,que apresentam alto risco de infecção e / ou morbidade por COVID-19, dentre os quais estão as grávidas, não receber a vacina supera o risco de ser vacinado, previamente ou durante a gravidez. Inclui-se ainda neste grupo os profissionais de saúde e aqueles outros, de linha de frente, com maior risco de exposição.

3) Não há razão para atrasar as tentativas de gravidez ou tratamentos de reprodução assistida quando de vacina não disponível ou se pacientes fora de grupos de risco.

4) Decisões da utilização (ou não) das vacinas devem ser compartilhadas entre pacientes e médicos, respeitando-se os princípios éticos de autonomia, beneficência e não maleficência.

5) Esta informação sobre vacinas deve ser incluidas como um termo específico em um consentimento informado já existente. Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA

6) Seguirão atualizações, a cada momento que novos conhecimentos solidifiquem os dados atuais.

  • REDLARA - Red Latinoamericana de Reproducción Asistida
  • SBRA - Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida
  • SAMeR - Sociedad Argentina de Medicina Reproductiva
  • AMMR - Asociación Mexicana de Medicina de la Reproducción
  • PRONÚCLEO - Associação Brasileira de Embriologistas em Medicina Reprodutiva
  • SAEC - Sociedad Argentina de Embriología Clínica
  • SOCMER - Sociedad Chilena de Medicina Reproductiva
  • ACCER - Asociación de Centros Colombianos de Reproducción Humana
  • SURH - Sociedad Uruguaya de Reproducción Humana
  • AVEMERE - Asociación Venezolana de Medicina Reproductiva y Embriología

Referências
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