Fechar

Selecione uma unidade para enviar um Whatsapp:

Belo Horizonte - (31) 9979-01109 Juiz de Fora - (32) 98888-2776 Governador Valadares - (33) 98866-1706 Rio de Janeiro - (21) 99566-1850 Manhuaçu - MG - (33) 98855-0015

agendamento de consulta

Unidade Belo Horizonte | +55 (31) 2102-6363

Infertilidade masculina

Infertilidade masculina

A infertilidade masculina é frequentemente definida pela existência de alterações nos parâmetros seminais diagnosticados através de um exame de espermograma.

Apesar do espermograma ser o exame disponível mais utilizado na prática clínica, os parâmetros seminais avaliados possuem limitações relacionadas à etiologia da disfunção espermática assim como na determinação da sua capacidade de fertilização.

São necessárias duas amostras com intervalo entre 30 a 60 dias. Os principais critérios observados e avaliados através do exame são:

Também podem ser solicitados o exame de doppler dos testículos e a dosagem dos hormônios: FSH, LH, TSH, T4 livre, prolactina, SDHEA, DHEA, SHBG, testosterona total e livre

Principais causas de infertilidade masculina

Existem diversos fatores que podem influenciar na fertilidade do homem. Infelizmente na maioria dos casos a causa não é esclarecida sem entretanto inteferir com o prognóstico de resultados As principais causas de infertilidade masculina, são:

Existem vários tipos de processos infecciosos, tumores e malformações congênitas, que podem alterar a anatomia e obstruir os canais que transportam os espermatozóides dos testículos até ao exterior. A obstrução total ou bilateral destes canais, nomeadamente dos epidídimos e canais deferentes, pode provocar infertilidade no homem.

As DSTs como chlamydia, tricomoníase, ureaplasma e neisseria causam infecção no canal da ejaculação, podendo levar a obstrução e impedir a passagem dos espermatozóides.

Por último, problemas anatômicos ou funcionais que impedem o adequado depósito do sêmen no interior da vagina através do coito, como ocorre respectivamente com a hipospádia, os problemas de ereção, podem igualmente favorecer a infertilidade masculina.

Fatores de risco

Alguns fatores podem estar associados a infertilidade masculina:

Exame físico

A realização de um cuidadoso exame da bolsa testicular pelo médico pode trazer informações importantes para melhor nortear a conduta médica frente à infertilidade masculina. Para isso, o exame físico do homem deve ser realizado respeitando algumas regras básicas:

  1. ambiente com temperatura controlada (entre 23-25o C), evitando que o frio ou um calor excessivo possam atrapalhar o diagnóstico de varicocele, que é principal causa de infertilidade masculina;
  2. a bolsa escrotal deve ser examinada com o homem em posição de pé, sob boa iluminação natural ou com luz branca.

Ressalta-se que, durante o exame físico, o médico pode solicitar que o paciente faça um esforço respiratório mantendo a boca fechada, manobra conhecida como Valsalva, objetivando o aumento da pressão abdominal e facilitando o diagnóstico de varicocele. A aferição dos volumes testiculares, no exame, é muito importante.

Geralmente, os diâmetros dos testículos refletem a quantidade dos túbulos seminíferos, que atuam diretamente na produção de espermatozoides. Portanto, bons volumes testiculares geralmente representam uma boa quantidade de produção de espermatozoides.

O médico tem a possibilidade de detectar outras alterações durante o exame, como nódulos em testículos, obstruções nos canais deferentes por onde passa o sêmen, dilatação do epidídimo, presença de hérnia inguinal e umbilical, fimose, hidrocele e algumas doenças sexualmente transmissíveis, entre elas o HPV, sífilis e gonorréia.

Compartilhe:

Se inscrever
Notificação de
0 Comentários
Inline Feedbacks
View all comments
Faça seu agendamento

Proporcionamos um atendimento exclusivo exatamente como você merece.

AGENDE SUA CONSULTA
ENTRE EM CONTATO

Alguma dúvida sobre fertilidade?
Fale conosco

Comunicado

SARS Cov-2 (COVID 19): vacinas, reprodução assistida e grávidas
• Posição atual conjunta •

03 de fevereiro de 2021

Grandes avanços dos estudos colaborativos incluem hoje pelo menos 85 vacinas pré-clínicas em investigação ativa em animais, 65 em ensaios clínicos em humanos, com 20 vacinas que chegaram aos estágios finais de testagem, sendo 12 já em uso em diferentes países/situações. As principais vacinas disponíveis estão constituidas por partículas de RNA mensageiro (Pfizer-Biontech e Moderna), vírus inativado (CoronaVac,Sinopharma e Covaxin, Bharat Biotech), com adenovirus (Oxford-AstraZeneca, Johnson&Johnson e Sputnik V, Gamaleya).

A pandemia segue, e neste momento a discussão se centraliza no uso das vacinas disponíveis e as pacientes submetidas às técnicas de reprodução assistida, grávidas e populações de risco entre as grávidas.

Nossas sociedades, avaliando também as diretrizes emitidas por sociedades mundiais como a ESHRE, a ASRM, a IFFS e a ACOG (SOGC), consideram que dentro da disponibilidade possível:

1) A vacinação tem efetividade e não induz a risco aumentado de contrair a infecção por Covid 19. Embora ainda não hajam estudos humanos de longo prazo sobre a vacinação contra Covid-19 e gravidez, nenhuma das vacinas contém vírus Sars Cov-2 vivo.

2) Para indivíduos vulneráveis,que apresentam alto risco de infecção e / ou morbidade por COVID-19, dentre os quais estão as grávidas, não receber a vacina supera o risco de ser vacinado, previamente ou durante a gravidez. Inclui-se ainda neste grupo os profissionais de saúde e aqueles outros, de linha de frente, com maior risco de exposição.

3) Não há razão para atrasar as tentativas de gravidez ou tratamentos de reprodução assistida quando de vacina não disponível ou se pacientes fora de grupos de risco.

4) Decisões da utilização (ou não) das vacinas devem ser compartilhadas entre pacientes e médicos, respeitando-se os princípios éticos de autonomia, beneficência e não maleficência.

5) Esta informação sobre vacinas deve ser incluidas como um termo específico em um consentimento informado já existente. Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA

6) Seguirão atualizações, a cada momento que novos conhecimentos solidifiquem os dados atuais.

  • REDLARA - Red Latinoamericana de Reproducción Asistida
  • SBRA - Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida
  • SAMeR - Sociedad Argentina de Medicina Reproductiva
  • AMMR - Asociación Mexicana de Medicina de la Reproducción
  • PRONÚCLEO - Associação Brasileira de Embriologistas em Medicina Reprodutiva
  • SAEC - Sociedad Argentina de Embriología Clínica
  • SOCMER - Sociedad Chilena de Medicina Reproductiva
  • ACCER - Asociación de Centros Colombianos de Reproducción Humana
  • SURH - Sociedad Uruguaya de Reproducción Humana
  • AVEMERE - Asociación Venezolana de Medicina Reproductiva y Embriología

Referências
0
Would love your thoughts, please comment.x
()
x