Fechar

Selecione uma unidade para enviar um Whatsapp:

Belo Horizonte - (31) 99650-0786 Juiz de Fora - (32) 98888-2776 Governador Valadares - (33) 98866-1706 Rio de Janeiro - (21) 99566-1850 Manhuaçu - MG - (33) 98855-0015

agendamento de consulta

Unidade Belo Horizonte | +55 (31) 2102-6363

Dosagens hormonais

Dosagens hormonais

Os hormônios feminino definem o correto funcionamento do ciclo menstrual e por consequência são fundamentais para a ovulação, que é o primeiro passo para a concepção. O equilíbrio hormonal é fundamental em cada uma das fases do ciclo.

Existem algumas condições biológicas essenciais para que a mulher possa engravidar:

Não menos importante, para que a implantação aconteça corretamente, o endométrio deve estar preparado para acolher o embrião. Já com relação ao desenvolvimento do embrião, é necessário que a interação entre ele e o endométrio seja harmônica.

As oscilações hormonais prejudicam a ovulação, podendo até impedi-la. Isso dificulta e pode até inviabilizar a gravidez.

Com o avanço da idade da mulher ocorre a diminuição da reserva ovariana, alterações hormonais podem ocorrer também. Após o início da menstruação (mais precisamente entre o segundo e o quinto dia do ciclo menstrual), são solicitados exames dos hormônios FSH, LH e estradiol, que revelam a presença de possíveis alterações na produção desses hormônios, assim como a reserva ovariana da paciente.

A avaliação hormonal, portanto, revela distúrbios hormonais, auxilia no tratamento da infertilidade e pode influenciar na decisão pelo melhor tratamento a ser realizado para determinada paciente.

Avaliação hormonal feminina

Alguns hormônios devem ser dosados no sangue para identificar uma possível causa de infertilidade e outros são dosados para se avaliar as condições, antes de se iniciar um tratamento.

É fundamental a dosagem dos hormônios Prolactina, TSH e T4. Quando alterados, eles podem interferir na chance de gravidez e ser a causa da infertilidade. Com o diagnóstico adequado, é possível se fazer um tratamento correto com ótimas chances de gravidez.

A dosagem do FSH junto com a dosagem do Estradiol, realizada no 2o ou 3o dia do ciclo menstrual, permite a avaliação da reserva folicular. O mesmo resultado pode ser obtido com a dosagem do Hormônio anti-Mulleriano. Esse último tem a vantagem de poder ser dosado em qualquer momento e tem uma acurácia melhor.

Esses hormônios são dosados para se avaliar a reserva folicular e com isso, a permitem predizer a possibilidade dos ovários em responder à estimulação ovariana com hormônios, durante um tratamento, seja para indução da ovulação para coito programado, seja para inseminação intrauterina, seja para FIV/ICSI.

Quando a reserva folicular é boa, maior a quantidade de folículos irá responder ao estimulo ovariano e mais óvulos serão obtidos. Quando a reserva é reduzida, menos óvulos serão obtidos e mais hormônio será necessário para a estimulação ovariana.

A dosagem de progesterona deve ser feita entre o 21o e 22o dias do ciclo, e serve para se identificar se houve ou não ovulação nesse ciclo menstrual.

Exames masculinos

Os homens não costumam fazer exames hormonais de rotina. Eles devem ser realizados em casos de:  alterações na produção de espermatozoides, identificados com a realização de pelo menos 2 espermogramas em momentos distintos; pacientes com sinais clínicos de deficiência hormonal.

O principal hormônio masculino é a testosterona, que é o responsável não somente por conservar a massa muscular como também por outros aspectos da masculinidade, como libido, pelos, humor e formação de ossos saudáveis. Portanto, é fundamental uma adequada avaliação do homem, para a adequada investigação e realização de exames quando indicado.

Compartilhe:

Se inscrever
Notificação de
0 Comentários
Inline Feedbacks
View all comments
Faça seu agendamento

Proporcionamos um atendimento exclusivo exatamente como você merece.

AGENDE SUA CONSULTA
ENTRE EM CONTATO

Alguma dúvida sobre fertilidade?
Fale conosco

Comunicado

Nota conjunta com atualização de posicionamento sobre a COVID-19 e os tratamentos de reprodução assistida

Informações complementares à nota emitida em 21 de março de 2020

A Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida – SBRA e a Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA, acompanhando as demais sociedades mundiais e face à presença da pandemia de Covid-19, emitiram comunicado em 17 e 21 de março de 2020. Globalmente, e na América Latina não foi diferente, ciclos iniciados foram completados, decisões de congelamento tomadas, transferências discutidas e, na maioria das vezes, postergadas. Desde o início, entendemos que poderiam haver situações a serem individualizadas, como os casos oncológicos, em que pacientes necessitariam com urgência da preservação de seus gametas previamente a procedimentos cirúrgicos ou eventual quimioterapia que pudesse afetar sua fertilidade futura. Ao mesmo tempo, havia outros casos susceptíveis de individualização.

Passados 30 dias, com novos dados sobre a Covid-19, reconhecendo novos cenários para diferentes países, regiões ou cidades, além da realidade de um período claro de extensão da pandemia, que a infertilidade é definida pela OMS como doença, assim como a própria OMS define o direito de autonomia dos pacientes e:

CONSIDERANDO que, sob a luz de novas evidências científicas, este posicionamento deverá seguir sendo atualizado em momentos sucessivos;

CONSIDERANDO que, segundo a literatura médica, não se identificou até o momento a presença de vírus nos gametas e tratos genitais masculino ou feminino;

CONSIDERANDO que, até o momento, não há evidências a respeito das repercussões do Covid-19 sobre a gestação inicial;

CONSIDERANDO a preocupação com relação às evidências científicas emergentes quanto à possibilidade de transmissão vertical – isto é, da mãe para o bebê;

CONSIDERANDO que os serviços de reprodução assistida devam seguir as recomendações governamentais, respeitando as particularidades locais;

CONSIDERANDO a observação das medidas de distanciamento social, com cuidados na preservação dos pacientes e equipes, quando da assistência;

CONSIDERANDO as condutas para mitigar a sobrecarga do sistema de saúde local;

CONSIDERANDO que o adiamento dos tratamentos de reprodução assistida abrange determinados casos extremamente sensíveis ao tempo e, portanto, inadiáveis, com risco de condenar pessoas a uma infertilidade irreversível – ou seja, esterilidade; e

CONSIDERANDO o respeito à autonomia do paciente,

RECOMENDAM que ciclos de reprodução assistida possam ser realizados sob juízo do profissional assistente, em decisão compartilhada com os usuários do serviço, de forma personalizada, fundamentados e bem documentados, com precaução e bom-senso, evitando-se transferências embrionárias neste momento.

Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida – SBRA
Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA


Referências