Fechar

Selecione uma unidade para enviar um Whatsapp:

Belo Horizonte - (31) 9979-01109 Juiz de Fora - (32) 98888-2776 Governador Valadares - (33) 98866-1706 Rio de Janeiro - (21) 99566-1850 Manhuaçu - MG - (33) 98855-0015

agendamento de consulta

Unidade Belo Horizonte | +55 (31) 2102-6363

Endometrial receptivity array (ERA)

Endometrial receptivity array (ERA)

Endometrial Receptivity Array (ERA) – Teste de Receptividade Endometrial – foi elaborado para avaliar as condições de receptividade endometrial do ponto de vista molecular. Constitui uma importante ferramenta de análise do fator uterino/ endometrial, em casos de falha de implantação.

A receptividade endometrial está relacionada à capacidade do endométrio modificar-se e expressar todas as características necessárias para que possa ocorrer a implantação embrionária. Esta implantação ocorre em um momento específico denominado “janela de implantação”.

Ao analisar a expressão de um grupo de 236 genes responsáveis pela receptividade endometrial, essa ferramenta determina se o endométrio seria receptivo ou não naquele momento em que estamos o avaliando. A avaliação é feita por um software específico, que analisa os dados e classifica o endométrio como receptivo ou não receptivo.

Essa análise tem como objetivo identificar a possível janela de implantação de cada paciente e estabelecer, de acordo com o resultado, uma transferência de embriões.

Alguns estudos demonstraram que em algumas pacientes (principalmente em casos de falha de implantação), esta janela de implantação pode ocorrer em um momento diferente do esperado para a maioria das pacientes.

Resultados possíveis

Receptivo

O resultado “receptivo” significa a maneira que estamos realizando o preparo endometrial da paciente para receber os embriões está correto. Ou seja, sincronizando de maneira adequada o momento da transferência embrionária com o momento adequado do endométrio para receber estes embriões.

Não receptivo

O resultado “não receptivo” indica que a janela de implantação desta paciente está deslocada, podendo ser anterior ou posterior ao momento que imaginávamos ser o adequado. Isso significa que podemos estar transferindo ótimos embriões para o útero da paciente, porém no momento inadequado. Quando o resultado é “não receptivo”, o teste classifica o endométrio como pré ou pós-receptivo.

Nestes casos, nos é informado quantas horas a mais ou a menos de progesterona devemos usar antes de uma nova transferência embrionária ou se devemos realizar uma nova biópsia para uma nova avaliação desta janela de implantação.

O resultado “pré-receptivo” indica que o endométrio ainda não chegou ao ponto ideal para a transferência embrionária e que a progesterona deveria ser usada por mais horas ou dias até que a janela de implantação ocorra.

Por outro lado, o resultado “pós-receptivo” indica que a transferência embrionária deve ser feita com menos horas/ dias de progesterona.

Como é realizado o procedimento da biópsia?

Seja em um ciclo natural ou após um ciclo estimulado (quando a paciente utiliza hormônios para o preparo endometrial), a biópsia do endométrio é feita no dia que a mulher receberia um possível embrião em 5o. dia de desenvolvimento (estágio de blastocisto).

No entanto, nesse dia é realizada a biópsia do endométrio e não a transferência embrionária. O exame consiste na introdução de um cateter flexível dentro do útero para a realização de uma biópsia endometrial, coletando-se fragmentos do endométrio.

Depois da coleta, esse material é colocado em um recipiente fechado, que deve ser agitado por dez segundos. Todo o procedimento dura em média 15 minutos e o resultado sai cerca de 15 dias depois de o material ser recebido.

A biópsia é um procedimento simples que causa pouco desconforto.

Indicação

Não está definido que existe uma indicação específica para o ERA, pois trata-se de um teste que precisa de confirmação científica de seu real valor e quem se beneficiaria do exame. Os casos feitos até o momento, são aqueles que apresentam falha repetida de implantação, isto é, aqueles casos onde a paciente já passou por algumas transferências de embriões de boa qualidade e não obteve gravidez.

Apesar de este ser um teste potencialmente interessante, são necessários ainda mais estudos com mais pacientes para que consiga determinar quais as pacientes poderiam realmente beneficiar-se da realização do teste.

Benefícios de identificar a janela de implantação

O ERA é o método utilizado para tentar estabelecer o diagnóstico da receptividade do endométrio e tentar identificar a janela de implantação personalizada da paciente antes do início de um tratamento de reprodução assistida.

Isso é importante porque possibilitaria que fossem tomadas medidas de correção para que a transferência de embriões fosse realizada no momento adequado e o tratamento da infertilidade tenha uma maior chance de sucesso.

Compartilhe:

Se inscrever
Notificação de
0 Comentários
Inline Feedbacks
View all comments
Faça seu agendamento

Proporcionamos um atendimento exclusivo exatamente como você merece.

AGENDE SUA CONSULTA
ENTRE EM CONTATO

Alguma dúvida sobre fertilidade?
Fale conosco

Comunicado

SARS Cov-2 (COVID 19): vacinas, reprodução assistida e grávidas
• Posição atual conjunta •

03 de fevereiro de 2021

Grandes avanços dos estudos colaborativos incluem hoje pelo menos 85 vacinas pré-clínicas em investigação ativa em animais, 65 em ensaios clínicos em humanos, com 20 vacinas que chegaram aos estágios finais de testagem, sendo 12 já em uso em diferentes países/situações. As principais vacinas disponíveis estão constituidas por partículas de RNA mensageiro (Pfizer-Biontech e Moderna), vírus inativado (CoronaVac,Sinopharma e Covaxin, Bharat Biotech), com adenovirus (Oxford-AstraZeneca, Johnson&Johnson e Sputnik V, Gamaleya).

A pandemia segue, e neste momento a discussão se centraliza no uso das vacinas disponíveis e as pacientes submetidas às técnicas de reprodução assistida, grávidas e populações de risco entre as grávidas.

Nossas sociedades, avaliando também as diretrizes emitidas por sociedades mundiais como a ESHRE, a ASRM, a IFFS e a ACOG (SOGC), consideram que dentro da disponibilidade possível:

1) A vacinação tem efetividade e não induz a risco aumentado de contrair a infecção por Covid 19. Embora ainda não hajam estudos humanos de longo prazo sobre a vacinação contra Covid-19 e gravidez, nenhuma das vacinas contém vírus Sars Cov-2 vivo.

2) Para indivíduos vulneráveis,que apresentam alto risco de infecção e / ou morbidade por COVID-19, dentre os quais estão as grávidas, não receber a vacina supera o risco de ser vacinado, previamente ou durante a gravidez. Inclui-se ainda neste grupo os profissionais de saúde e aqueles outros, de linha de frente, com maior risco de exposição.

3) Não há razão para atrasar as tentativas de gravidez ou tratamentos de reprodução assistida quando de vacina não disponível ou se pacientes fora de grupos de risco.

4) Decisões da utilização (ou não) das vacinas devem ser compartilhadas entre pacientes e médicos, respeitando-se os princípios éticos de autonomia, beneficência e não maleficência.

5) Esta informação sobre vacinas deve ser incluidas como um termo específico em um consentimento informado já existente. Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA

6) Seguirão atualizações, a cada momento que novos conhecimentos solidifiquem os dados atuais.

  • REDLARA - Red Latinoamericana de Reproducción Asistida
  • SBRA - Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida
  • SAMeR - Sociedad Argentina de Medicina Reproductiva
  • AMMR - Asociación Mexicana de Medicina de la Reproducción
  • PRONÚCLEO - Associação Brasileira de Embriologistas em Medicina Reprodutiva
  • SAEC - Sociedad Argentina de Embriología Clínica
  • SOCMER - Sociedad Chilena de Medicina Reproductiva
  • ACCER - Asociación de Centros Colombianos de Reproducción Humana
  • SURH - Sociedad Uruguaya de Reproducción Humana
  • AVEMERE - Asociación Venezolana de Medicina Reproductiva y Embriología

Referências
0
Would love your thoughts, please comment.x
()
x