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Conheça 6 dicas para preservar a fertilidade feminina

Conheça 6 dicas para preservar a fertilidade feminina

A maioria das mulheres sonha em ter um filho, mas a gravidez tem sido adiada cada vez mais. Estudo, vida profissional e a falta de um parceiro fixo são alguns dos motivos que levam as mulheres a deixar para depois o desejo de ser mãe. E, quanto mais o tempo passa, menores são as chances de engravidar!

Nesse momento, surge a seguinte pergunta: como preservar a fertilidade feminina? Neste post, reunimos 6 dicas simples que são boas para a saúde e podem ajudar a conservar os óvulos das mulheres e garantir uma gestação segura. Confira!

1. Visite um ginecologista periodicamente

As consultas periódicas são muito importantes, pois a mulher passa por uma avaliação geral e, assim, é possível verificar se está tudo certo com o seu aparelho reprodutor. Além disso, essas consultas viabilizam a detecção de desequilíbrios hormonais e outros eventos que, de alguma forma, podem afetar a fertilidade feminina.

Portanto, não espere apresentar sintomas para procurar um ginecologista. Passe por consultas de rotina pelo menos a cada 12 meses.

2. Reduza a ingestão de álcool

Mais uma dica para preservar a fertilidade feminina é reduzir o consumo de bebidas alcoólicas. O álcool em excesso prejudica o bom funcionamento dos ovários, interferindo no ciclo menstrual e podendo, até mesmo, interromper o processo de ovulação.

3. Abandone o tabagismo

O cigarro contém substâncias que prejudicam o funcionamento do organismo, alterando a sua capacidade de produzir os hormônios necessários para regular a ovulação. Não só o cigarro, mas também outros tipos de drogas retardam o desenvolvimento dos óvulos e favorecem a ocorrência de anomalias genéticas.

O tabagismo ainda provoca o envelhecimento precoce das células do corpo, incluindo as células reprodutoras femininas.

4. Combata o estresse

O estresse pode prejudicar todo o funcionamento do organismo, inclusive a produção de hormônios essenciais para o processo de ovulação, como a prolactina e a gonadotrofina. Quando a mulher está com níveis elevados de estresse, há alterações no seu ciclo menstrual e, em casos mais graves, a menstruação pode até cessar.

Para combater o estresse, é necessário adotar uma dieta balanceada, praticar exercícios físicos e realizar atividades relaxantes e que proporcionam prazer, como viagens, meditação e acupuntura.

5. Mantenha uma alimentação balanceada

Opte por uma alimentação rica em frutas, verduras, legumes e grãos, evitando açúcares e gorduras saturadas. Inclua em suas refeições alimentos com ômega 3, como peixes de água fria e nozes.

Uma dieta balanceada, aliada à prática regular de atividades físicas, pode ajudar na fertilidade feminina, pois retarda o envelhecimento celular e diminui a formação de radicais livres — responsáveis por prejudicar a qualidade dos óvulos.

Além disso, os exercícios físicos e uma boa alimentação contribuem para a manutenção da boa forma e evitam a obesidade, que é um dos fatores que prejudica o ciclo ovulatório.

6. Estude a possibilidade de congelar seus óvulos

Uma dica para quem ainda acha que não está no momento ideal para a gestação, mas não quer abandonar o sonho de ser mãe é fazer o congelamento de óvulos, também conhecido como criopreservação.

Atualmente, a técnica de congelamento mais utilizada é a vitrificação, que consiste em colocar os óvulos em substâncias crioprotetoras para evitar a formação de cristais de gelo — que podem danificar os óvulos não fecundados — e preservar suas estruturas internas.

Em seguida, é feito o armazenamento, por tempo indeterminado, em nitrogênio líquido a uma temperatura de 196 ºC negativos. Para fazer a coleta do material, a mulher deve se submeter a uma indução da ovulação e, no momento em que os folículos alcançam o tamanho apropriado, é feita a punção transvaginal, que dura cerca de 10 minutos.

Gostou das nossas dicas? Agora que você já sabe como preservar a fertilidade feminina, compartilhe esse post nas suas redes sociais e ajude suas amigas a conservar seus óvulos.

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Comunicado

SARS Cov-2 (COVID 19): vacinas, reprodução assistida e grávidas
• Posição atual conjunta •

03 de fevereiro de 2021

Grandes avanços dos estudos colaborativos incluem hoje pelo menos 85 vacinas pré-clínicas em investigação ativa em animais, 65 em ensaios clínicos em humanos, com 20 vacinas que chegaram aos estágios finais de testagem, sendo 12 já em uso em diferentes países/situações. As principais vacinas disponíveis estão constituidas por partículas de RNA mensageiro (Pfizer-Biontech e Moderna), vírus inativado (CoronaVac,Sinopharma e Covaxin, Bharat Biotech), com adenovirus (Oxford-AstraZeneca, Johnson&Johnson e Sputnik V, Gamaleya).

A pandemia segue, e neste momento a discussão se centraliza no uso das vacinas disponíveis e as pacientes submetidas às técnicas de reprodução assistida, grávidas e populações de risco entre as grávidas.

Nossas sociedades, avaliando também as diretrizes emitidas por sociedades mundiais como a ESHRE, a ASRM, a IFFS e a ACOG (SOGC), consideram que dentro da disponibilidade possível:

1) A vacinação tem efetividade e não induz a risco aumentado de contrair a infecção por Covid 19. Embora ainda não hajam estudos humanos de longo prazo sobre a vacinação contra Covid-19 e gravidez, nenhuma das vacinas contém vírus Sars Cov-2 vivo.

2) Para indivíduos vulneráveis,que apresentam alto risco de infecção e / ou morbidade por COVID-19, dentre os quais estão as grávidas, não receber a vacina supera o risco de ser vacinado, previamente ou durante a gravidez. Inclui-se ainda neste grupo os profissionais de saúde e aqueles outros, de linha de frente, com maior risco de exposição.

3) Não há razão para atrasar as tentativas de gravidez ou tratamentos de reprodução assistida quando de vacina não disponível ou se pacientes fora de grupos de risco.

4) Decisões da utilização (ou não) das vacinas devem ser compartilhadas entre pacientes e médicos, respeitando-se os princípios éticos de autonomia, beneficência e não maleficência.

5) Esta informação sobre vacinas deve ser incluidas como um termo específico em um consentimento informado já existente. Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA

6) Seguirão atualizações, a cada momento que novos conhecimentos solidifiquem os dados atuais.

  • REDLARA - Red Latinoamericana de Reproducción Asistida
  • SBRA - Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida
  • SAMeR - Sociedad Argentina de Medicina Reproductiva
  • AMMR - Asociación Mexicana de Medicina de la Reproducción
  • PRONÚCLEO - Associação Brasileira de Embriologistas em Medicina Reprodutiva
  • SAEC - Sociedad Argentina de Embriología Clínica
  • SOCMER - Sociedad Chilena de Medicina Reproductiva
  • ACCER - Asociación de Centros Colombianos de Reproducción Humana
  • SURH - Sociedad Uruguaya de Reproducción Humana
  • AVEMERE - Asociación Venezolana de Medicina Reproductiva y Embriología

Referências
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