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Conheça a importância do hormônio FSH para a fertilidade

Conheça a importância do hormônio FSH para a fertilidade

Os hormônios são algumas das substâncias responsáveis pelo funcionamento correto do organismo, por isso o desequilíbrio hormonal pode afetar a saúde.

No post de hoje, você vai saber como esse hormônio atua no organismo e por que é fundamental para a fertilidade. Confira!

Quais as funções do hormônio FSH?

O hormônio folículo-estimulante, também chamado FSH, é produzido pela glândula hipófise. O FSH é um dos hormônios gonadotróficos responsáveis pela atividade das gônadas e dos órgãos sexuais. Sua principal função é estimular o crescimento dos folículos ovarianos, que contêm em seu interior os óvulos.

Qual a relação do hormônio FSH com a fertilidade?

FSH e a fertilidade feminina

Na primeira fase do ciclo menstrual, o FSH estimula o crescimento dos folículos que contêm os óvulos. O folículo secreta o estrogênio, estimulando o crescimento das células da parede interna do útero — o endométrio. Todas essas mudanças preparam o útero para a implantação do embrião. Quando a gravidez não ocorre, o endométrio é eliminado na forma de menstruação.

Níveis altos desse hormônio podem indicar baixa reserva ovariana. Isso acontece com o passar dos anos, pois a mulher não produz folículos/óvulos e assim a quantidade reduz gradativamente.

O que determina a infertilidade de uma pessoa?

Não é apenas o nível de FSH que determina a infertilidade feminina. É preciso avaliar uma série de outros fatores que podem afetar a produção dos hormônios sexuais, cujo desequilíbrio pode gerar disfunções que dificultam a ovulação ou a produção de espermatozoides.

Assim, é necessário sempre consultar um médico para que ele indique exames específicos que mostrarão os níveis de FSH e outros hormônios que podem interferir na fertilidade.

E aí, o que você achou deste post sobre o hormônio FSH? Já conhecia a relação dele com a fertilidade do homem e da mulher? Deixe seu comentário e compartilhe com a gente suas impressões!

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Comunicado

SARS Cov-2 (COVID 19): vacinas, reprodução assistida e grávidas
• Posição atual conjunta •

03 de fevereiro de 2021

Grandes avanços dos estudos colaborativos incluem hoje pelo menos 85 vacinas pré-clínicas em investigação ativa em animais, 65 em ensaios clínicos em humanos, com 20 vacinas que chegaram aos estágios finais de testagem, sendo 12 já em uso em diferentes países/situações. As principais vacinas disponíveis estão constituidas por partículas de RNA mensageiro (Pfizer-Biontech e Moderna), vírus inativado (CoronaVac,Sinopharma e Covaxin, Bharat Biotech), com adenovirus (Oxford-AstraZeneca, Johnson&Johnson e Sputnik V, Gamaleya).

A pandemia segue, e neste momento a discussão se centraliza no uso das vacinas disponíveis e as pacientes submetidas às técnicas de reprodução assistida, grávidas e populações de risco entre as grávidas.

Nossas sociedades, avaliando também as diretrizes emitidas por sociedades mundiais como a ESHRE, a ASRM, a IFFS e a ACOG (SOGC), consideram que dentro da disponibilidade possível:

1) A vacinação tem efetividade e não induz a risco aumentado de contrair a infecção por Covid 19. Embora ainda não hajam estudos humanos de longo prazo sobre a vacinação contra Covid-19 e gravidez, nenhuma das vacinas contém vírus Sars Cov-2 vivo.

2) Para indivíduos vulneráveis,que apresentam alto risco de infecção e / ou morbidade por COVID-19, dentre os quais estão as grávidas, não receber a vacina supera o risco de ser vacinado, previamente ou durante a gravidez. Inclui-se ainda neste grupo os profissionais de saúde e aqueles outros, de linha de frente, com maior risco de exposição.

3) Não há razão para atrasar as tentativas de gravidez ou tratamentos de reprodução assistida quando de vacina não disponível ou se pacientes fora de grupos de risco.

4) Decisões da utilização (ou não) das vacinas devem ser compartilhadas entre pacientes e médicos, respeitando-se os princípios éticos de autonomia, beneficência e não maleficência.

5) Esta informação sobre vacinas deve ser incluidas como um termo específico em um consentimento informado já existente. Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA

6) Seguirão atualizações, a cada momento que novos conhecimentos solidifiquem os dados atuais.

  • REDLARA - Red Latinoamericana de Reproducción Asistida
  • SBRA - Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida
  • SAMeR - Sociedad Argentina de Medicina Reproductiva
  • AMMR - Asociación Mexicana de Medicina de la Reproducción
  • PRONÚCLEO - Associação Brasileira de Embriologistas em Medicina Reprodutiva
  • SAEC - Sociedad Argentina de Embriología Clínica
  • SOCMER - Sociedad Chilena de Medicina Reproductiva
  • ACCER - Asociación de Centros Colombianos de Reproducción Humana
  • SURH - Sociedad Uruguaya de Reproducción Humana
  • AVEMERE - Asociación Venezolana de Medicina Reproductiva y Embriología

Referências
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