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Entenda a relação do ciclo menstrual com a fertilidade

Entenda a relação do ciclo menstrual com a fertilidade

Compreender a relação entre ciclo menstrual e fertilidade é bastante útil para uma mulher que deseja ter filhos, pois permite que ela alcance uma gravidez com mais facilidade.

Em geral, o período menstrual possui duração de aproximadamente 28 dias (podendo variar para mais ou para menos dias), dividido em algumas fases. Durante esse período, ocorrem vários processos no sistema reprodutor feminino, que se iniciam com a própria menstruação, quando ocorre o desprendimento do endométrio, a camada interna do útero.

Fase folicular

Duração: do 1º dia do fluxo menstrual até o 12º dia, aproximadamente.

Também conhecida como fase pré-ovulatória, a fase folicular costuma durar em média 12 dias e se inicia no primeiro dia do fluxo menstrual, que dura de 3 a 7 dias dentro desse período.

Essa fase é chamada de folicular porque o primeiro passo do processo é a estimulação do crescimento de um dos folículos presentes no ovário. Para isso, uma glândula localizada na base do cérebro – a hipófise – produz um hormônio chamado foliculoestimulante (FSH), que vai até o ovário para que o folículo cresça.

À medida que o folículo ovariano se desenvolve, ele começa a produzir outro hormônio, o estrogênio, que envia sinais ao útero para começar a preparar o endométrio. Conforme esse processo progride, a hipófise envia outro hormônio ao ovário, o hormônio luteinizante (LH), que é responsável por induzir o processo de ovulação, fazendo com que o folículo libere o óvulo, além de amadurecer o óvulo e prepará-lo para a fecundação.

Chances de gravidez nessa fase do ciclo: quase inexistente, pois o folículo ainda está em desenvolvimento, o óvulo não foi liberado e o útero ainda está sendo preparado para a possível gravidez.

Fase ovulatória

Duração: corresponde ao meio do ciclo, geralmente entre o 13º e o 14º dia.

A fase ovulatória se inicia no momento em que o óvulo é liberado: ele migra até a trompa, onde será fecundado.

Nesse ponto, vale ressaltar que o período de maior fertilidade não é somente quando o óvulo está pronto, mas compreende um tempo de 3 dias antes da ovulação – na fase folicular tardia – até 2 dia depois. Ou seja, para maiores chances de gravidez, a mulher deve estar atenta a alguns sinais do corpo e aumentar a quantidade de relações sexuais nesse período.

Até aqui, já é possível notar a forte relação entre ciclo menstrual e fertilidade, pois, sabendo como seu ciclo menstrual funciona, a mulher terá mais chances de êxito em suas tentativas de engravidar.

Chances de gravidez: muito altas, pois o óvulo está na fase final, pronto para ser fecundado.

Fase lútea

Duração: Cerca de 14 dias após a ovulação.

O início da fase lútea ocorre quando, após a ovulação, o folículo se transforma em corpo-lúteo (ou corpo-amarelo). Nesse momento, o corpo-lúteo passa a produzir progesterona e estrogênio. Esses hormônios vão manter o espessamento do endométrio, para que, caso haja a fecundação, o embrião possa se fixar no útero.

Chances de gravidez: baixas, porque o corpo-lúteo vai se degenerando com o passar do tempo e, não havendo fecundação, ocorrerá a descamação do endométrio, dando origem a um novo ciclo.

Período fértil

Como foi dito anteriormente, é considerado fértil o período que compreende de 3 dias antes a 2 dias depois da ovulação. Levando em conta que uma mulher possui um ciclo menstrual de 28 dias, ela tem mais chances de engravidar entre o 10º e o 15º dia do seu ciclo.

Tendo o contexto acima como base, é possível perceber quanto o ciclo menstrual e a fertilidade estão intimamente ligados. Existem várias formas de acompanhar os processos do ciclo menstrual, como medição de temperatura corporal, análise do muco cervical, entre outras maneiras.

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Comunicado

SARS Cov-2 (COVID 19): vacinas, reprodução assistida e grávidas
• Posição atual conjunta •

03 de fevereiro de 2021

Grandes avanços dos estudos colaborativos incluem hoje pelo menos 85 vacinas pré-clínicas em investigação ativa em animais, 65 em ensaios clínicos em humanos, com 20 vacinas que chegaram aos estágios finais de testagem, sendo 12 já em uso em diferentes países/situações. As principais vacinas disponíveis estão constituidas por partículas de RNA mensageiro (Pfizer-Biontech e Moderna), vírus inativado (CoronaVac,Sinopharma e Covaxin, Bharat Biotech), com adenovirus (Oxford-AstraZeneca, Johnson&Johnson e Sputnik V, Gamaleya).

A pandemia segue, e neste momento a discussão se centraliza no uso das vacinas disponíveis e as pacientes submetidas às técnicas de reprodução assistida, grávidas e populações de risco entre as grávidas.

Nossas sociedades, avaliando também as diretrizes emitidas por sociedades mundiais como a ESHRE, a ASRM, a IFFS e a ACOG (SOGC), consideram que dentro da disponibilidade possível:

1) A vacinação tem efetividade e não induz a risco aumentado de contrair a infecção por Covid 19. Embora ainda não hajam estudos humanos de longo prazo sobre a vacinação contra Covid-19 e gravidez, nenhuma das vacinas contém vírus Sars Cov-2 vivo.

2) Para indivíduos vulneráveis,que apresentam alto risco de infecção e / ou morbidade por COVID-19, dentre os quais estão as grávidas, não receber a vacina supera o risco de ser vacinado, previamente ou durante a gravidez. Inclui-se ainda neste grupo os profissionais de saúde e aqueles outros, de linha de frente, com maior risco de exposição.

3) Não há razão para atrasar as tentativas de gravidez ou tratamentos de reprodução assistida quando de vacina não disponível ou se pacientes fora de grupos de risco.

4) Decisões da utilização (ou não) das vacinas devem ser compartilhadas entre pacientes e médicos, respeitando-se os princípios éticos de autonomia, beneficência e não maleficência.

5) Esta informação sobre vacinas deve ser incluidas como um termo específico em um consentimento informado já existente. Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA

6) Seguirão atualizações, a cada momento que novos conhecimentos solidifiquem os dados atuais.

  • REDLARA - Red Latinoamericana de Reproducción Asistida
  • SBRA - Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida
  • SAMeR - Sociedad Argentina de Medicina Reproductiva
  • AMMR - Asociación Mexicana de Medicina de la Reproducción
  • PRONÚCLEO - Associação Brasileira de Embriologistas em Medicina Reprodutiva
  • SAEC - Sociedad Argentina de Embriología Clínica
  • SOCMER - Sociedad Chilena de Medicina Reproductiva
  • ACCER - Asociación de Centros Colombianos de Reproducción Humana
  • SURH - Sociedad Uruguaya de Reproducción Humana
  • AVEMERE - Asociación Venezolana de Medicina Reproductiva y Embriología

Referências
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