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Fertilidade masculina e testosterona: entenda a relação

Fertilidade masculina e testosterona: entenda a relação

A testosterona é o principal hormônio sexual masculino. É responsável pelo desenvolvimento dos testículos e da próstata, que são órgãos sexuais reprodutores, assim como de outras características: massa muscular, ossos e pelos corporais. A testosterona também tem relação com a saúde e bem-estar, além de ser fundamental para prevenir osteoporose.

Dessa forma, níveis alterados de testosterona nos homens podem levar a anormalidades, incluindo fragilidade, perda óssea e infertilidade.

A testosterona é sintetizada pelo corpo a partir do colesterol e toda substância que procede do colesterol são classificadas como esteroides.

Neste post, vamos falar sobre como a testosterona pode influenciar a fertilidade masculina. Acompanhe!

Características de sexo

Um dos fatores que mais determina a relação entre testosterona e fertilidade masculina é a característica de sexo.. A testosterona é produzida nos testículos a partir da puberdade e transforma o corpo do homem, iniciando sua fase reprodutiva.

Ele é responsável pelo aparecimento de pelos pelo corpo (na axila, face e na região pubiana), crescimento do pênis, iniciação da espermatogênese e espessamento das cordas vocais. Na fase adulta, a testosterona também é responsável pelo desempenho físico.

Produção de esperma

Uma glândula que fica situada no cérebro, a hipófise, produz o hormônio que é enviado aos testículos, o LH, para a produção da testosterona, estimulando a produção e amadurecimentos dos espermatozoides.

No homem adulto, a ação da testosterona é muito importante para a produção de gametas nos testículos, o que tem efeito direto sobre a fertilidade, e o desequilíbrio hormonal pode diminuir ou mesmo interromper sua produção.

Desenvolvimento de órgãos reprodutivos

A testosterona é um esteroide anabolizante (esteroide anabólico androgênico). Tem um papel fundamental no desenvolvimento de órgãos reprodutores masculinos, como próstata e testículos, assim como de outras características masculinas importantes: crescimento do pelo corporal, engrossamento da voz, aumento da massa muscular e desenvolvimento dos ossos.

Ela também determina a descida dos testículos para a bolsa escrotal logo depois do nascimento da criança, induz o amadurecimento dos órgãos genitais e promove o impulso sexual (libido).

Em síntese, é necessário que os homens se atentem aos níveis de testosterona no seu organismo. Para se certificar se há uma carência desse hormônio, é preciso procurar auxílio médico, que vai solicitar um exame de sangue simples. Esse exame vai informar se o paciente necessita de um tratamento para regularização dos níveis de testosterona.

É importante ressaltar que os baixos níveis de testosterona podem estar relacionados a alguns fatores genéticos, como a síndrome de Klinefelter, obesidade, lesões, tratamento de câncer, etc.

Testosterona total e testosterona livre

Os níveis de testosterona variam constantemente no sangue, de acordo com uma série de fatores: hábitos de vida, idade, alimentação e nível de atividade física.

A avaliação pode ser feita pela dosagem de testosterona total e livre. A testosterona total é o volume total do hormônio no corpo. Já a testosterona livre representa as moléculas do hormônio que estão agindo no corpo, que ficam em torno de 2% a 3% da total. Assim, a testosterona livre representa o percentual da testosterona total que está atuando pelo corpo.

Os valores de referência variam de acordo com o kit do laboratório e deve ser conferido no laboratório onde foi colhido o sangue.

Gostou do nosso post sobre a relação entre testosterona e fertilidade masculina? Então continue com a sua visita ao nosso blog e leia o texto Descubra o que é Síndrome de Klinefelter.

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MICHAEL JOHN BORGES FIGUEIREDO
3 meses atrás

Estou com 29 anos tenho espinhas e estou sentindo infertilidade será que estou com testosterona alta?

Editor
Clínica Origen (@ana)
3 meses atrás

Olá, Michael! Não é possível afirmar algo apenas com seu relato. Sugerimos que você consulte seu médico para ter um parecer especializado e individual, ok?

Também podemos dá-lo suporte com base na medicina reprodutiva e ajudá-lo a entender e investigar sua saúde íntima.

Abs!

Eduardo Bispo
2 meses atrás

Boa noite,meus hormônios estão muito baixo ,280 e eu tive relações sexual com minha namorada,é possível que ela engravide?

Editor
Clínica Origen (@ana)
2 meses atrás
Reply to  Eduardo Bispo

Olá, Eduardo! O desequilíbrio nos níveis dos hormônios pode de fato afetar a fertilidade do homem, no entanto não podemos afirmar que esse fator o torna estéril.

Para garantir que não haja gravidez, o mais indicado é a utilização de preservativos durante toda a relação e o uso de métodos contraceptivos 😉

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Comunicado

SARS Cov-2 (COVID 19): vacinas, reprodução assistida e grávidas
• Posição atual conjunta •

03 de fevereiro de 2021

Grandes avanços dos estudos colaborativos incluem hoje pelo menos 85 vacinas pré-clínicas em investigação ativa em animais, 65 em ensaios clínicos em humanos, com 20 vacinas que chegaram aos estágios finais de testagem, sendo 12 já em uso em diferentes países/situações. As principais vacinas disponíveis estão constituidas por partículas de RNA mensageiro (Pfizer-Biontech e Moderna), vírus inativado (CoronaVac,Sinopharma e Covaxin, Bharat Biotech), com adenovirus (Oxford-AstraZeneca, Johnson&Johnson e Sputnik V, Gamaleya).

A pandemia segue, e neste momento a discussão se centraliza no uso das vacinas disponíveis e as pacientes submetidas às técnicas de reprodução assistida, grávidas e populações de risco entre as grávidas.

Nossas sociedades, avaliando também as diretrizes emitidas por sociedades mundiais como a ESHRE, a ASRM, a IFFS e a ACOG (SOGC), consideram que dentro da disponibilidade possível:

1) A vacinação tem efetividade e não induz a risco aumentado de contrair a infecção por Covid 19. Embora ainda não hajam estudos humanos de longo prazo sobre a vacinação contra Covid-19 e gravidez, nenhuma das vacinas contém vírus Sars Cov-2 vivo.

2) Para indivíduos vulneráveis,que apresentam alto risco de infecção e / ou morbidade por COVID-19, dentre os quais estão as grávidas, não receber a vacina supera o risco de ser vacinado, previamente ou durante a gravidez. Inclui-se ainda neste grupo os profissionais de saúde e aqueles outros, de linha de frente, com maior risco de exposição.

3) Não há razão para atrasar as tentativas de gravidez ou tratamentos de reprodução assistida quando de vacina não disponível ou se pacientes fora de grupos de risco.

4) Decisões da utilização (ou não) das vacinas devem ser compartilhadas entre pacientes e médicos, respeitando-se os princípios éticos de autonomia, beneficência e não maleficência.

5) Esta informação sobre vacinas deve ser incluidas como um termo específico em um consentimento informado já existente. Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA

6) Seguirão atualizações, a cada momento que novos conhecimentos solidifiquem os dados atuais.

  • REDLARA - Red Latinoamericana de Reproducción Asistida
  • SBRA - Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida
  • SAMeR - Sociedad Argentina de Medicina Reproductiva
  • AMMR - Asociación Mexicana de Medicina de la Reproducción
  • PRONÚCLEO - Associação Brasileira de Embriologistas em Medicina Reprodutiva
  • SAEC - Sociedad Argentina de Embriología Clínica
  • SOCMER - Sociedad Chilena de Medicina Reproductiva
  • ACCER - Asociación de Centros Colombianos de Reproducción Humana
  • SURH - Sociedad Uruguaya de Reproducción Humana
  • AVEMERE - Asociación Venezolana de Medicina Reproductiva y Embriología

Referências
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