Fechar

Selecione uma unidade para enviar um Whatsapp:

Belo Horizonte - (31) 9979-01109 Juiz de Fora - (32) 98888-2776 Governador Valadares - (33) 98866-1706 Rio de Janeiro - (21) 99566-1850 Manhuaçu - MG - (33) 98855-0015

agendamento de consulta

Unidade Belo Horizonte | +55 (31) 2102-6363

Oligospermia: entenda o que é, as causas e os tratamentos

Oligospermia: entenda o que é, as causas e os tratamentos

Quando um casal está tentando engravidar e, após 12 meses, não obtém sucesso, é hora de ambos buscarem por ajuda médica. A responsabilidade da gestação faz com que a mulher pense que a culpa é dela. Já o parceiro, depois de tentar por tanto tempo, questiona se o problema está com ele. Inclusive, quando a razão da dificuldade para gerar um filho é encontrada no homem, a oligospermia é um dos principais diagnósticos.

Para que você entenda melhor sobre o assunto, reunimos todas as informações neste post. Acompanhe!

Saiba o que é oligospermia

Enquanto a mulher já nasce com o número definido de óvulos (essa quantidade não aumenta), o homem produz espermatozoides ao longo da vida. É por esse motivo que o homem pode ser fértil mesmo em idade mais avançada.

Para ser fértil, o homem precisa apresentar uma quantidade normal de sêmen, cerca de 15 milhões por ml. Caso esse número seja inferior, ele pode ser diagnosticado com oligospermia — ou seja, baixa contagem de espermatozoides.

Veja quais são as suas principais causas

Vários fatores podem causar essa condição:

Entenda como é feito o diagnóstico

O diagnóstico da oligospermia é feito por meio do espermograma, que identifica a quantidade e a qualidade dos espermatozoides produzidos.

Logo, a contagem de espermatozoides é capaz de definir o grau de intensidade da doença. Quanto menor for esse número, mais grave é a oligospermia. No entanto, quando nenhum espermatozoide é detectado no sêmen ejaculado, a condição é denominada azoospermia.

Conheça os tratamentos

O tratamento varia conforme a origem do problema.

Os casos mais graves, como a varicocele, são avaliados pelo médico e, se necessário, uma cirurgia é feita. É possível também que, mesmo após a cirurgia, a medicação seja necessária.

Caso a oligosperma seja causada por inflamações provocadas por bactérias, por exemplo, o uso de antibióticos específicos ajuda a aumentar a quantidade de espermatozoides. Já os problemas hormonais são tratados com a reposição hormonal.

Para aumentar a chance de gravidez, deve-se indicar o tratamento com a inseminação intrauterina ou a FIV, e a indicação irá depender da concentração de espermatozoides no ejaculado.

A oligospermia é uma condição que causa frustração no homem que deseja ter filhos. No entanto, com orientação médica e o tratamento adequado, é possível realizar esse sonho.

Agora que você já sabe tudo sobre oligospermia, continue a visita em nosso blog e informe-se também sobre a relação entre obesidade e infertilidade.

Compartilhe:

Se inscrever
Notificação de
0 Comentários
Inline Feedbacks
View all comments
Faça seu agendamento

Proporcionamos um atendimento exclusivo exatamente como você merece.

AGENDE SUA CONSULTA
ENTRE EM CONTATO

Alguma dúvida sobre fertilidade?
Fale conosco

Comunicado

SARS Cov-2 (COVID 19): vacinas, reprodução assistida e grávidas
• Posição atual conjunta •

03 de fevereiro de 2021

Grandes avanços dos estudos colaborativos incluem hoje pelo menos 85 vacinas pré-clínicas em investigação ativa em animais, 65 em ensaios clínicos em humanos, com 20 vacinas que chegaram aos estágios finais de testagem, sendo 12 já em uso em diferentes países/situações. As principais vacinas disponíveis estão constituidas por partículas de RNA mensageiro (Pfizer-Biontech e Moderna), vírus inativado (CoronaVac,Sinopharma e Covaxin, Bharat Biotech), com adenovirus (Oxford-AstraZeneca, Johnson&Johnson e Sputnik V, Gamaleya).

A pandemia segue, e neste momento a discussão se centraliza no uso das vacinas disponíveis e as pacientes submetidas às técnicas de reprodução assistida, grávidas e populações de risco entre as grávidas.

Nossas sociedades, avaliando também as diretrizes emitidas por sociedades mundiais como a ESHRE, a ASRM, a IFFS e a ACOG (SOGC), consideram que dentro da disponibilidade possível:

1) A vacinação tem efetividade e não induz a risco aumentado de contrair a infecção por Covid 19. Embora ainda não hajam estudos humanos de longo prazo sobre a vacinação contra Covid-19 e gravidez, nenhuma das vacinas contém vírus Sars Cov-2 vivo.

2) Para indivíduos vulneráveis,que apresentam alto risco de infecção e / ou morbidade por COVID-19, dentre os quais estão as grávidas, não receber a vacina supera o risco de ser vacinado, previamente ou durante a gravidez. Inclui-se ainda neste grupo os profissionais de saúde e aqueles outros, de linha de frente, com maior risco de exposição.

3) Não há razão para atrasar as tentativas de gravidez ou tratamentos de reprodução assistida quando de vacina não disponível ou se pacientes fora de grupos de risco.

4) Decisões da utilização (ou não) das vacinas devem ser compartilhadas entre pacientes e médicos, respeitando-se os princípios éticos de autonomia, beneficência e não maleficência.

5) Esta informação sobre vacinas deve ser incluidas como um termo específico em um consentimento informado já existente. Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA

6) Seguirão atualizações, a cada momento que novos conhecimentos solidifiquem os dados atuais.

  • REDLARA - Red Latinoamericana de Reproducción Asistida
  • SBRA - Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida
  • SAMeR - Sociedad Argentina de Medicina Reproductiva
  • AMMR - Asociación Mexicana de Medicina de la Reproducción
  • PRONÚCLEO - Associação Brasileira de Embriologistas em Medicina Reprodutiva
  • SAEC - Sociedad Argentina de Embriología Clínica
  • SOCMER - Sociedad Chilena de Medicina Reproductiva
  • ACCER - Asociación de Centros Colombianos de Reproducción Humana
  • SURH - Sociedad Uruguaya de Reproducción Humana
  • AVEMERE - Asociación Venezolana de Medicina Reproductiva y Embriología

Referências
0
Would love your thoughts, please comment.x
()
x