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Quais são os possíveis sintomas de gravidez?

Quais são os possíveis sintomas de gravidez?

A notícia de uma possível gravidez pode ser recebida de formas diferentes, de acordo com os planos do casal.

Ela pode ser uma gravidez desejada ou acidental, pode ocorrer na primeira ou após muitas tentativas, pode ser resultado de técnicas de reprodução assistida, portanto uma gravidez planejada.

Entretanto, é comum que as pessoas não saibam ou confundam os sintomas de gravidez.

A forma como a mulher se relaciona com determinados sintomas que podem indicar uma possível gravidez varia.

Tais sintomas também podem variar de pessoa para pessoa e, por isso, é importante entender quais são e como eles podem mudar.

É importante mencionar que os sintomas de gravidez também se aplicam para mulheres cuja gravidez seja resultado da reprodução assistida.

Essas mulheres geralmente estão no quadro daquelas que, por causa da infertilidade, estão tentando engravidar há algum tempo.

Tem dúvidas sobre os possíveis sintomas da gravidez? Leia o texto e entenda.

Por que a gravidez é complexa?

A gravidez é uma experiência complexa devido a diversos fatores tanto emocionais quanto físicos. Durante a gestação, o organismo da mulher passa por uma série de mudanças.

A gravidez pode acontecer sem intercorrências. Há casos, no entanto, de mulheres que apresentam problemas que podem levar a uma gravidez de risco.

Além disso, há também mulheres que sofrem abortamento sem saber que ficaram grávidas.

Algumas mulheres também têm a experiência da chamada depressão pós-parto ou sofrem casos de ansiedade.

Por isso, o apoio da família e apoio psicológico é essencial durante essa fase.

Quando começa a gravidez

Você sabe a que momento pode-se determinar que uma mulher está grávida? Para saber quando começa a gravidez e como é possível determiná-la, é importante primeiro saber o que é e como ocorre a fecundação.

A fecundação é definida pelo momento em que o material genético do óvulo e do espermatozoide se fundem.

O óvulo maduro é liberado pelos ovários durante a ovulação para que possa encontrar o espermatozoide e ser fecundado. Essa fase é chamada de período fértil.

A fecundação pode acontecer naturalmente dentro do organismo feminino, em uma das tubas uterinas, ou em laboratório, como ocorre nas técnicas de reprodução assistida, por exemplo na fertilização in vitro (FIV).

Após a fecundação dá-se início ao desenvolvimento do embrião que irá implantar-se na parede uterina.

Esse desenvolvimento costuma ocorrer em até seis dias após a fecundação. É a implantação do embrião na parede uterina que determina o início da gravidez.

Sintomas de gravidez que podem surgir a partir da fecundação

É comum associarmos sintomas de gravidez apenas com a náusea, mas há outros sinais que podem ser observados para determinar uma possível gestação.

Alguns sintomas são mais facilmente perceptíveis, enquanto outros podem demorar mais para aparecer.

O primeiro sinal a ser indicado é o atraso na menstruação.

Esse atraso, entretanto, também pode ser sintoma de outras condições e, por isso, não deve ser considerado como o único sinal de uma possível gravidez.

Os enjoos matinais também fazem parte dos sintomas de gravidez.

Além disso, também pode-se citar o aumento do tamanho e da sensibilidade nas mamas. Algumas mulheres também podem apresentar alteração de cor nas auréolas.

Mulheres que possivelmente estão grávidas também podem verificar um aumento na frequência com que sentem vontade de urinar, assim como prisão de ventre e aumento na quantidade da formação de gases.

As cólicas também podem se fazer presentes em alguns casos.

Outro dos sintomas de gravidez que é amplamente conhecido é o desejo relacionado à comida, geralmente associado com a vontade de comer coisas estranhas que geralmente não fariam parte do cardápio da mulher.

O aumento da libido e da instabilidade emocional também estão associados à gravidez.

Teste de gravidez

É normal que a mulher queira fazer um teste de gravidez logo após perceber o atraso na menstruação, a fim de verificar se há uma possível gestação.

Os testes de gravidez buscam indicar a presença de um hormônio chamado beta-hCG, conhecido como hormônio da gravidez, na urina e no sangue.

Esse hormônio passa a ser produzido a partir do momento que o embrião é implantado na parede uterina. Os laboratórios costumam atribuir de 95% a 99% de eficácia para os testes de farmácia.

Entretanto, fazer o teste de gravidez logo após a relação sexual é ineficiente. Esse teste deve ser realizado cerca de 14 dias após a fecundação, para que o embrião tenha tido tempo de implantar-se na parede uterina e que a produção do hormônio tenha níveis detectáveis na corrente sanguínea.

Relação entre gravidez e menstruação

O atraso da menstruação é tido como um dos principais sintomas de gravidez. Esse atraso ocorre porque o sangue da menstruação é constituído pela descamação da parede uterina quando a gravidez não acontece.

O tecido dessa parede, chamado endométrio, sofre um espessamento que tem como intenção acomodar o embrião.

Quando a implantação não ocorre, esse revestimento é eliminado, ao que chamamos de menstruação.

No entanto, quando a implantação ocorre, esse tecido permanecerá revestindo o útero para que o embrião possa se desenvolver e, assim, a menstruação não ocorre.

Saber sobre os sintomas de gravidez é importante. Compartilhe esse texto em suas redes sociais para que mais mulheres possam saber quais são os sinais de uma possível gestação.

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Comunicado

Nota conjunta com atualização de posicionamento sobre a COVID-19 e os tratamentos de reprodução assistida

Informações complementares à nota emitida em 21 de março de 2020

A Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida – SBRA e a Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA, acompanhando as demais sociedades mundiais e face à presença da pandemia de Covid-19, emitiram comunicado em 17 e 21 de março de 2020. Globalmente, e na América Latina não foi diferente, ciclos iniciados foram completados, decisões de congelamento tomadas, transferências discutidas e, na maioria das vezes, postergadas. Desde o início, entendemos que poderiam haver situações a serem individualizadas, como os casos oncológicos, em que pacientes necessitariam com urgência da preservação de seus gametas previamente a procedimentos cirúrgicos ou eventual quimioterapia que pudesse afetar sua fertilidade futura. Ao mesmo tempo, havia outros casos susceptíveis de individualização.

Passados 30 dias, com novos dados sobre a Covid-19, reconhecendo novos cenários para diferentes países, regiões ou cidades, além da realidade de um período claro de extensão da pandemia, que a infertilidade é definida pela OMS como doença, assim como a própria OMS define o direito de autonomia dos pacientes e:

CONSIDERANDO que, sob a luz de novas evidências científicas, este posicionamento deverá seguir sendo atualizado em momentos sucessivos;

CONSIDERANDO que, segundo a literatura médica, não se identificou até o momento a presença de vírus nos gametas e tratos genitais masculino ou feminino;

CONSIDERANDO que, até o momento, não há evidências a respeito das repercussões do Covid-19 sobre a gestação inicial;

CONSIDERANDO a preocupação com relação às evidências científicas emergentes quanto à possibilidade de transmissão vertical – isto é, da mãe para o bebê;

CONSIDERANDO que os serviços de reprodução assistida devam seguir as recomendações governamentais, respeitando as particularidades locais;

CONSIDERANDO a observação das medidas de distanciamento social, com cuidados na preservação dos pacientes e equipes, quando da assistência;

CONSIDERANDO as condutas para mitigar a sobrecarga do sistema de saúde local;

CONSIDERANDO que o adiamento dos tratamentos de reprodução assistida abrange determinados casos extremamente sensíveis ao tempo e, portanto, inadiáveis, com risco de condenar pessoas a uma infertilidade irreversível – ou seja, esterilidade; e

CONSIDERANDO o respeito à autonomia do paciente,

RECOMENDAM que ciclos de reprodução assistida possam ser realizados sob juízo do profissional assistente, em decisão compartilhada com os usuários do serviço, de forma personalizada, fundamentados e bem documentados, com precaução e bom-senso, evitando-se transferências embrionárias neste momento.

Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida – SBRA
Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA


Referências