Fechar

Selecione uma unidade para enviar um Whatsapp:

Belo Horizonte - (31) 9979-01109 Juiz de Fora - (32) 98888-2776 Governador Valadares - (33) 98866-1706 Rio de Janeiro - (21) 99566-1850 Manhuaçu - MG - (33) 98855-0015

agendamento de consulta

Unidade Belo Horizonte | +55 (31) 2102-6363

Qual a função da vesícula seminal?

Qual a função da vesícula seminal?

O sistema reprodutor masculino é formado pelos testículos, epidídimos, canais deferentes, vesículas seminais, próstata, glândula bulbouretral, uretra e o pênis. Todos eles são importantes para que o seu funcionamento adequado.

O processo de formação de gametas masculinos, por exemplo, é fundamental para que os casais consigam ter filhos, pois a gravidez acontece a partir da fecundação, que é o encontro entre o espermatozoide e o óvulo. Para isso, eles são transportados em um líquido branco acinzentado que é liberado durante o processo de ejaculação: o sêmen.

Também chamado de esperma, ele mistura os espermatozoides com o líquido seminal que é produzido, principalmente, pelas vesículas seminais. Elas são muito importantes para a qualidade e o volume do sêmen, por isso, a presença de alguma alteração nessas glândulas pode comprometer a fertilidade do homem.

A infertilidade conjugal pode ser causada por fatores femininos e masculinos de forma igual. Assim, precisamos saber mais sobre os aspectos que estão relacionados a ela. Neste artigo, vamos mostrar a função das vesículas seminais e como elas podem afetar a fertilidade masculina.

Boa leitura!

O que são as vesículas seminais?

As vesículas seminais estão localizadas entre a bexiga e o reto, sendo uma das glândulas acessórias do sistema reprodutor masculino junto com a próstata e a glândula bulbouretral . Com cerca de 7,5 cm de comprimento, ela é responsável pela secreção do líquido seminal, um fluido viscoso rico em frutose e outras proteínas.

A testosterona, produzida nos testículos, controla a secreção das vesículas seminais. Da mesma forma, o hormônio também influencia na produção dos espermatozoides, no volume e na qualidade do sêmen.

Qual a função das vesículas seminais e qual a sua relação com a fertilidade?

As vesículas seminais são responsáveis pela produção do líquido seminal, que representa cerca de 60% a 80% do volume do sêmen. O sêmen é um líquido branco acinzentado formado pela mistura dos espermatozoides com os fluidos secretados pelas glândulas acessórias.

O líquido seminal possui substâncias que atuam como fonte de energia e nutrição para os espermatozoides. O sêmen possui o pH alcalino, desse modo, as substâncias que fazem parte dele também protegem os gametas masculinos do ambiente ácido da vagina. O controle do pH ajuda a prolongar a vida dos espermatozoides dentro do corpo da mulher, aumentando as chances de a fecundação acontecer.

Os espermatozoides são produzidos nos testículos e seguem para os epidídimos, local onde o processo de amadurecimento é finalizado e os gametas adquirem mobilidade. Eles ficam armazenados nos epidídimos até o homem ser estimulado sexualmente.

Nesse momento, os espermatozoides são transportados pelos canais deferentes até as vesículas seminais para receber o líquido seminal. Em seguida, ele chega na uretra pelo ducto ejaculatório, onde o líquido prostático e o bulbouretral se juntam ao sêmen. Por fim, o esperma é liberado pela uretra na ejaculação.

O que pode afetar as vesículas seminais?

As vesículas seminais possuem um papel muito importante na composição do sêmen e também na fertilidade masculina. Desse modo, a presença de alguma doença ou condição que altere o funcionamento da glândula pode comprometer a saúde reprodutiva.

Cistos, tumores e a inflamação decorrente de uma infecção nas vesículas seminais ou em órgãos próximos, como na próstata e na uretra, podem provocar obstruções que dificultam a passagem do sêmen. Com isso, o volume ejaculado é menor, o que também pode dificultar a fecundação.

Os casais que estão tentando engravidar há mais de 12 meses devem procurar ajuda médica para uma investigação de infertilidade. Em muitos casos, o tratamento cirúrgico ou medicamentoso é suficiente para engravidar naturalmente após a recuperação.

Do contrário, outra possibilidade é a reprodução assistida, dividida em 3 técnicas: a relação sexual programada (RSP), a inseminação artificial (IA) e a fertilização in vitro (FIV). Essa última é a mais complexa e a mais indicada para casos de infertilidade masculina por fatores graves.

Na FIV, os gametas femininos e masculinos são coletados para que a fecundação seja realizada em laboratório.

Após alguns dias de acompanhamento, os embriões formados são transferidos para o útero da paciente para dar início à gestação.

O sêmen é composto pelos espermatozoides e líquidos secretados pelas vesículas seminais, próstata e glândula bulbouretral. Essa mistura é fundamental para transportar, nutrir e proteger os gametas masculinos dentro do sistema reprodutor feminino para que a fecundação aconteça.

A maior parte do sêmen é produzida pelas vesículas seminais, desse modo, a presença de alguma alteração no local pode levar à infertilidade masculina.

Quando o casal apresenta dificuldade para engravidar é importante que procure ajuda médica para investigar a infertilidade conjugal. Com relação aos homens, o principal exame solicitado é o espermograma, utilizado para avaliar o sêmen. Toque aqui para saber mais sobre ele!

Compartilhe:

Se inscrever
Notificação de
0 Comentários
Inline Feedbacks
View all comments
Faça seu agendamento

Proporcionamos um atendimento exclusivo exatamente como você merece.

AGENDE SUA CONSULTA
ENTRE EM CONTATO

Alguma dúvida sobre fertilidade?
Fale conosco

Comunicado

SARS Cov-2 (COVID 19): vacinas, reprodução assistida e grávidas
• Posição atual conjunta •

03 de fevereiro de 2021

Grandes avanços dos estudos colaborativos incluem hoje pelo menos 85 vacinas pré-clínicas em investigação ativa em animais, 65 em ensaios clínicos em humanos, com 20 vacinas que chegaram aos estágios finais de testagem, sendo 12 já em uso em diferentes países/situações. As principais vacinas disponíveis estão constituidas por partículas de RNA mensageiro (Pfizer-Biontech e Moderna), vírus inativado (CoronaVac,Sinopharma e Covaxin, Bharat Biotech), com adenovirus (Oxford-AstraZeneca, Johnson&Johnson e Sputnik V, Gamaleya).

A pandemia segue, e neste momento a discussão se centraliza no uso das vacinas disponíveis e as pacientes submetidas às técnicas de reprodução assistida, grávidas e populações de risco entre as grávidas.

Nossas sociedades, avaliando também as diretrizes emitidas por sociedades mundiais como a ESHRE, a ASRM, a IFFS e a ACOG (SOGC), consideram que dentro da disponibilidade possível:

1) A vacinação tem efetividade e não induz a risco aumentado de contrair a infecção por Covid 19. Embora ainda não hajam estudos humanos de longo prazo sobre a vacinação contra Covid-19 e gravidez, nenhuma das vacinas contém vírus Sars Cov-2 vivo.

2) Para indivíduos vulneráveis,que apresentam alto risco de infecção e / ou morbidade por COVID-19, dentre os quais estão as grávidas, não receber a vacina supera o risco de ser vacinado, previamente ou durante a gravidez. Inclui-se ainda neste grupo os profissionais de saúde e aqueles outros, de linha de frente, com maior risco de exposição.

3) Não há razão para atrasar as tentativas de gravidez ou tratamentos de reprodução assistida quando de vacina não disponível ou se pacientes fora de grupos de risco.

4) Decisões da utilização (ou não) das vacinas devem ser compartilhadas entre pacientes e médicos, respeitando-se os princípios éticos de autonomia, beneficência e não maleficência.

5) Esta informação sobre vacinas deve ser incluidas como um termo específico em um consentimento informado já existente. Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA

6) Seguirão atualizações, a cada momento que novos conhecimentos solidifiquem os dados atuais.

  • REDLARA - Red Latinoamericana de Reproducción Asistida
  • SBRA - Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida
  • SAMeR - Sociedad Argentina de Medicina Reproductiva
  • AMMR - Asociación Mexicana de Medicina de la Reproducción
  • PRONÚCLEO - Associação Brasileira de Embriologistas em Medicina Reprodutiva
  • SAEC - Sociedad Argentina de Embriología Clínica
  • SOCMER - Sociedad Chilena de Medicina Reproductiva
  • ACCER - Asociación de Centros Colombianos de Reproducción Humana
  • SURH - Sociedad Uruguaya de Reproducción Humana
  • AVEMERE - Asociación Venezolana de Medicina Reproductiva y Embriología

Referências
0
Would love your thoughts, please comment.x
()
x