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Teste de infertilidade feminina: como devo investigá-la?

Teste de infertilidade feminina: como devo investigá-la?

O casal que está tentando regularmente engravidar há mais de 12 meses sem sucesso é considerado infértil. Os fatores da infertilidade podem ser femininos ou masculinos. Para descobrir as causas, é preciso fazer a investigação por meio de exames.

A dificuldade de engravidar é um problema que afeta cerca de 15% dos casais e se intensifica conforme a idade da mulher avança. No entanto, já existem várias alternativas para tornar possível o sonho de ter filhos. Procure um médico para orientá-la.

Neste artigo, falaremos sobre os testes de infertilidade feminina. Você vai descobrir como são feitos, em que situações são pedidos e como eles poderão ajudá-la.

Dosagens hormonais

O primeiro passo da investigação da infertilidade é descartar distúrbios na ovulação ou problemas hormonais, pois essas são as causas de aproximadamente 50% dos casos de infertilidade feminina. Para isso, um dos testes mais indicados é a dosagem hormonal, feita pelo sangue.

Os hormônios dosados são responsáveis por estimular o crescimento do folículo até sua maturação e preparar o útero para receber o óvulo fecundado. São eles:

Ultrassonografia transvaginal

A realização de uma série de ultrassonografias transvaginais ao longo do ciclo menstrual (também chamadas de ultrassonografias seriadas) permite acompanhar o processo de crescimento do folículo e prever o momento em que estão próximos de romper (ovulação).

Por meio desse exame, o médico pode verificar as condições dos ovários e fazer a contagem dos folículos antrais, o que permite avaliar a reserva ovariana.

Se houver suspeita de pólipos, aderências, miomas ou malformações uterinas, outros exames poderão ser indicados.

Histerossalpingografia

Nesse outro exame por imagem, a cavidade endometrial e as trompas são preenchidas com um contraste para a realização de radiografias dessas estruturas. Como esse teste deve ser feito entre o 8º e o 10º dias do ciclo e há uma preparação específica, é recomendável marcá-lo com antecedência. A presença de um médico durante o procedimento e para analisar as imagens é muito importante.

Muitas pacientes já ouviram relatos de que a histerossalpingografia é um procedimento doloroso. Atualmente, foram realizadas algumas adaptações que tornaram esse teste bem menos desconfortável.

Videohisteroscopia diagnóstica

Melhor teste para detecção de alterações no útero. É realizado quando há casos repetidos de abortamento ou a suspeita de pólipos, miomas e malformações. Uma microcâmera é introduzida pela vagina até a cavidade uterina, enquanto esta é mantida distendida por soro fisiológico ou CO2.

Videolaparoscopia

A videolaparoscopia também utiliza uma microcâmera, só que dentro da cavidade abdominal. É feito para identificar aderências, endometriose e permeabilidade das trompas, entre outros problemas. É feito em ambiente hospitalar, sob anestesia geral e por profissional experiente.

São feitas pequenas incisões no abdômen para a introdução da microcâmera e, se necessário, para a realização de uma pequena intervenção cirúrgica que corrija as alterações identificadas. Isso dispensa outros procedimentos mais invasivos.

Há outros exames que podem ser necessários para o diagnóstico da infertilidade feminina, porém em situações específicas. Nesse pequeno guia, procuramos esclarecer as dúvidas mais comuns e ajudá-la a tranquilizar-se quanto a esses procedimentos.

Se estiver com dificuldades para engravidar, procure uma clínica de confiança.

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Comunicado

SARS Cov-2 (COVID 19): vacinas, reprodução assistida e grávidas
• Posição atual conjunta •

03 de fevereiro de 2021

Grandes avanços dos estudos colaborativos incluem hoje pelo menos 85 vacinas pré-clínicas em investigação ativa em animais, 65 em ensaios clínicos em humanos, com 20 vacinas que chegaram aos estágios finais de testagem, sendo 12 já em uso em diferentes países/situações. As principais vacinas disponíveis estão constituidas por partículas de RNA mensageiro (Pfizer-Biontech e Moderna), vírus inativado (CoronaVac,Sinopharma e Covaxin, Bharat Biotech), com adenovirus (Oxford-AstraZeneca, Johnson&Johnson e Sputnik V, Gamaleya).

A pandemia segue, e neste momento a discussão se centraliza no uso das vacinas disponíveis e as pacientes submetidas às técnicas de reprodução assistida, grávidas e populações de risco entre as grávidas.

Nossas sociedades, avaliando também as diretrizes emitidas por sociedades mundiais como a ESHRE, a ASRM, a IFFS e a ACOG (SOGC), consideram que dentro da disponibilidade possível:

1) A vacinação tem efetividade e não induz a risco aumentado de contrair a infecção por Covid 19. Embora ainda não hajam estudos humanos de longo prazo sobre a vacinação contra Covid-19 e gravidez, nenhuma das vacinas contém vírus Sars Cov-2 vivo.

2) Para indivíduos vulneráveis,que apresentam alto risco de infecção e / ou morbidade por COVID-19, dentre os quais estão as grávidas, não receber a vacina supera o risco de ser vacinado, previamente ou durante a gravidez. Inclui-se ainda neste grupo os profissionais de saúde e aqueles outros, de linha de frente, com maior risco de exposição.

3) Não há razão para atrasar as tentativas de gravidez ou tratamentos de reprodução assistida quando de vacina não disponível ou se pacientes fora de grupos de risco.

4) Decisões da utilização (ou não) das vacinas devem ser compartilhadas entre pacientes e médicos, respeitando-se os princípios éticos de autonomia, beneficência e não maleficência.

5) Esta informação sobre vacinas deve ser incluidas como um termo específico em um consentimento informado já existente. Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA

6) Seguirão atualizações, a cada momento que novos conhecimentos solidifiquem os dados atuais.

  • REDLARA - Red Latinoamericana de Reproducción Asistida
  • SBRA - Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida
  • SAMeR - Sociedad Argentina de Medicina Reproductiva
  • AMMR - Asociación Mexicana de Medicina de la Reproducción
  • PRONÚCLEO - Associação Brasileira de Embriologistas em Medicina Reprodutiva
  • SAEC - Sociedad Argentina de Embriología Clínica
  • SOCMER - Sociedad Chilena de Medicina Reproductiva
  • ACCER - Asociación de Centros Colombianos de Reproducción Humana
  • SURH - Sociedad Uruguaya de Reproducción Humana
  • AVEMERE - Asociación Venezolana de Medicina Reproductiva y Embriología

Referências
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