Fechar

Selecione uma unidade para enviar um Whatsapp:

Belo Horizonte - (31) 99650-0786 Juiz de Fora - (32) 98888-2776 Governador Valadares - (33) 98866-1706 Rio de Janeiro - (21) 99566-1850 Manhuaçu - MG - (33) 98855-0015

agendamento de consulta

Unidade Belo Horizonte | +55 (31) 2102-6363

Uretrite: quais são os sintomas?

Uretrite: quais são os sintomas?

Uretrite é uma doença que se caracteriza pela inflamação da uretra, canal que liga a bexiga ao meato urinário, orifício de saída da urina e do sêmen, no caso dos homens. A doença pode acometer tanto homens quanto mulheres e costuma provocar sintomas, como dor durante a micção.

É importante procurar um médico assim que surgirem os sintomas, pois a uretrite pode provocar outros problemas, inclusive infertilidade em casos mais graves.

Pensando em esclarecer dúvidas sobre o tema, desenvolvemos esse conteúdo. Continue a leitura e saiba tudo sobre uretrite.

O que é uretrite?

A uretrite é o termo utilizado para definir a ocorrência de uma inflamação na uretra, canal que vai da bexiga até o meato urinário. Ela pode ser causada por diferentes agentes, o que requer diferentes tipos de tratamentos.

A uretrite pode ser considerada uma infecção sexualmente transmissível (IST), caso o agente tenha sido transmitido por contato sexual. Nem sempre a uretrite é uma IST. Depende da causa da doença.

Tipos de uretrites

A uretrite é dividia em dois grupos: gonocócica e não gonocócica. A uretrite do tipo gonocócica é causada por uma bactéria chamada Nesseria gonorrheae.

Já o tipo não gonocócico é causado por outras bactérias, como a Chlamydia trachomatis, vírus, fungos, germes, neoplasias ou traumas, como torções na região, uso de sondas e cirurgias.

Cada tipo de uretrite requer um tratamento específico. A pesquisa da uretrite deve necessariamente indicar a causa da doença para que o melhor tipo de tratamento seja prescrito.

Principais sintomas

Os sinais da uretrite são diferentes em homens e mulheres, mas em algumas ocasiões apresentam semelhanças.

Sintomas nos homens

Os principais sintomas de uretrite nos homens são:

Presença de sangue na urina e no sêmen

Essa inflamação pode causar microlesões no canal uretral, portanto existe a possibilidade da presença de sangue na urina ou no canal da uretra.

Ardência e dor para urinar e ejacular

A urina é conhecida por possuir um pH ácido e, quando entra em contato com pequenas lesões, provoca a sensação de ardor durante o processo de micção.

Diferentemente da urina, o pH do sêmen é alcalino. No entanto, sua passagem ocorre pelo canal uretral. Por isso, durante um processo ejaculatório, o homem pode sentir os mesmos sintomas de dor e ardência que sente para urinar.

Secreção

Sempre que há quadro inflamatório, o organismo tenta se defender do agente patológico. A secreção é uma resposta fisiológica natural à infecção.

Micção frequente e urgente

A micção frequente ou urgente é um sinal típico de inflamação ou infecção no trato geniturinário e se dá por causa de as terminações nervosas dessa região serem frequentemente estimuladas.

Coceira e sensibilidade na região

A inflamação provoca estímulos na região, principalmente na glande, estrutura anatômica que reveste a porção final da uretra, e na virilha, por onde passam dutos do sistema urinário, resultando em coceira e sensibilidade.

Sintomas nas mulheres

Já nas mulheres os principais sintomas de uretrite são:

Dores abdominais e pélvicas

A anatomia feminina é diferente da masculina. A uretra da mulher é mais desprotegida do que a do homem, por isso a uretrite em mulheres pode atingir regiões superiores do trato geniturinário, causando dores abdominais e pélvicas.

Ardência e queimação ao urinar

Assim como ocorre com os homens, a uretra das mulheres apresenta microlesões, que, quando em contato com a urina, tendem a provocar a sensação de ardência e queimação.

Febre

A febre é uma resposta natural e fisiológica do organismo a inflamações. No caso da uretrite, é mais comum surgir nas mulheres que nos homens em virtude das diferenças anatômicas dos sistemas urinários.

Micção frequente e urgente

Como ocorre nos homens, a inflamação na uretra causa estímulos frequentes em terminações nervosas, provocando a necessidade urgente de urinar com maior frequência.

Secreção vaginal

A secreção vaginal ocorre devido a um processo de defesa natural do organismo, na tentativa de erradicar a inflamação.

Diagnóstico e tratamento

Para o diagnóstico da uretrite é importante a anamnese do paciente, durante a qual o médico pergunta ao paciente sobre os sintomas identificados.

No entanto, para que o diagnóstico seja feito, é comum a realização de exames laboratoriais de urina e de secreção uretral, com a finalidade de se identificar o agente causador do problema.

O tratamento da uretrite depende basicamente da causa.

Se a inflamação for causada por bactéria, é recomendado o uso de antibióticos, mas se a causa tiver outra origem, como infecções fúngicas ou virais, é recomendado o uso de medicamentos que combatem esse tipo de agente. Cada caso deve ser avaliado pelo médico.

É importante que o parceiro ou parceira sejam tratados também para evitar a recontaminação.

Prevenção

A única prevenção efetiva contra a uretrite transmitida por contato sexual é o uso de preservativo.

Para saber um pouco mais sobre uretrite, recomendamos a leitura desse artigo!

Compartilhe:

Se inscrever
Notificação de
0 Comentários
Inline Feedbacks
View all comments
Faça seu agendamento

Proporcionamos um atendimento exclusivo exatamente como você merece.

AGENDE SUA CONSULTA
ENTRE EM CONTATO

Alguma dúvida sobre fertilidade?
Fale conosco

Comunicado

Nota conjunta com atualização de posicionamento sobre a COVID-19 e os tratamentos de reprodução assistida

Informações complementares à nota emitida em 21 de março de 2020

A Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida – SBRA e a Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA, acompanhando as demais sociedades mundiais e face à presença da pandemia de Covid-19, emitiram comunicado em 17 e 21 de março de 2020. Globalmente, e na América Latina não foi diferente, ciclos iniciados foram completados, decisões de congelamento tomadas, transferências discutidas e, na maioria das vezes, postergadas. Desde o início, entendemos que poderiam haver situações a serem individualizadas, como os casos oncológicos, em que pacientes necessitariam com urgência da preservação de seus gametas previamente a procedimentos cirúrgicos ou eventual quimioterapia que pudesse afetar sua fertilidade futura. Ao mesmo tempo, havia outros casos susceptíveis de individualização.

Passados 30 dias, com novos dados sobre a Covid-19, reconhecendo novos cenários para diferentes países, regiões ou cidades, além da realidade de um período claro de extensão da pandemia, que a infertilidade é definida pela OMS como doença, assim como a própria OMS define o direito de autonomia dos pacientes e:

CONSIDERANDO que, sob a luz de novas evidências científicas, este posicionamento deverá seguir sendo atualizado em momentos sucessivos;

CONSIDERANDO que, segundo a literatura médica, não se identificou até o momento a presença de vírus nos gametas e tratos genitais masculino ou feminino;

CONSIDERANDO que, até o momento, não há evidências a respeito das repercussões do Covid-19 sobre a gestação inicial;

CONSIDERANDO a preocupação com relação às evidências científicas emergentes quanto à possibilidade de transmissão vertical – isto é, da mãe para o bebê;

CONSIDERANDO que os serviços de reprodução assistida devam seguir as recomendações governamentais, respeitando as particularidades locais;

CONSIDERANDO a observação das medidas de distanciamento social, com cuidados na preservação dos pacientes e equipes, quando da assistência;

CONSIDERANDO as condutas para mitigar a sobrecarga do sistema de saúde local;

CONSIDERANDO que o adiamento dos tratamentos de reprodução assistida abrange determinados casos extremamente sensíveis ao tempo e, portanto, inadiáveis, com risco de condenar pessoas a uma infertilidade irreversível – ou seja, esterilidade; e

CONSIDERANDO o respeito à autonomia do paciente,

RECOMENDAM que ciclos de reprodução assistida possam ser realizados sob juízo do profissional assistente, em decisão compartilhada com os usuários do serviço, de forma personalizada, fundamentados e bem documentados, com precaução e bom-senso, evitando-se transferências embrionárias neste momento.

Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida – SBRA
Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA


Referências