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5 formas de lidar com o medo de não conseguir engravidar

5 formas de lidar com o medo de não conseguir engravidar

Muitas mulheres sonham desde pequenas em ser mães. Por isso, imaginam, com detalhes, como será o rostinho de seu filho, com quantos anos pretendem engravidar, quais nomes escolherão, quantos filhos terão etc.

No entanto, nem sempre os projetos acontecem como o planejado, e não conseguir engravidar se torna uma pressão muito grande para essas mulheres. As dificuldades podem ser de ordem física e, em alguns casos, a ansiedade pode se tornar um obstáculo a ser vencido.

Como a mulher pode reagir ao diagnóstico da infertilidade

A primeira coisa que temos que ter em mente é que cada mulher reage de uma maneira diferente e, por isso, não podemos generalizar. No entanto, para tentar ajudar, listamos algumas das reações mais conhecidas pelos especialistas.

Quando a mulher recebe o diagnóstico de infertilidade, muitas vezes ela passa por uma crise emocional, que mistura medo, angústia e decepção. O turbilhão de emoções faz com que muitos casais comecem a questionar suas atitudes e crenças, podendo, até mesmo, abalar o relacionamento.

Felizmente, com os avanços tecnológicos e a medicina cada dia mais preparada, as mulheres que não conseguem engravidar podem recorrer a tratamentos e a profissionais que as auxiliem a realizar o sonho de ser mãe.

Se você está passando por isso, veja algumas dicas que a ajudarão a lidar com o medo de não conseguir engravidar.

1. Não se culpe por não conseguir engravidar

O primeiro passo para superar esse problema e encontrar maneiras de enfrentá-lo é entendendo que não existe culpa. Os pensamentos negativos só farão mal para você e não deixarão que encare o problema em busca de soluções.

Por isso, saiba que, mesmo que você tenha algum problema clínico, ele pode ser resolvido ou contornado com a ajuda da ciência e de médicos especializados.

2. Converse com seu companheiro

Não esconda o que sente. Você tem o direito de se sentir triste, mas lembre-se de que, para superar o problema, precisa encontrar uma maneira de enfrentá-lo. Exponha isso a seu companheiro e tente estreitar a relação de vocês. Ao ter uma conversa aberta, ambos conseguem entender melhor como lidar com essa situação e se apoiar em busca de um tratamento.

3. Pesquise sobre o problema e converse com um especialista

É verdade que estar munida de informações a ajudará a entender melhor o que você está passando, mas, para isso, é preciso que você converse com quem entende do assunto e saberá como auxiliá-la.

Aliás, procurar um médico é o caminho mais adequado para descobrir tudo sobre a sua infertilidade. Por isso, encontre um especialista no assunto e tire todas as suas dúvidas, incluindo aquelas sobre os tratamentos disponíveis e quanto eles podem custar.

4. Encontre pessoas que possam te ajudar

Apoio é essencial! Muitas pessoas procuram grupos de apoio nos quais encontram histórias similares. Normalmente, esses grupos contam com profissionais da área e psicólogos que ajudam a vencer o medo de não conseguir engravidar. Além disso, é comum também conhecer mulheres que superaram esses obstáculos e, hoje, criam seus filhos como sempre imaginaram.

5. Pense em congelar seus óvulos

Nós sabemos que muitas mulheres buscam o sucesso profissional e uma carreira mais sólida para criar seus filhos, e muitas delas têm medo de não conseguir engravidar conforme o tempo passa. Uma maneira de se prevenir é congelando os óvulos, para que a gestação aconteça no momento perfeito para você!

Para saber ainda mais sobre o assunto, leia também quais sintomas podem estar associados à infertilidade feminina. Assim, você procura um médico com mais agilidade e começa seu tratamento com mais rapidez.

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Comunicado

SARS Cov-2 (COVID 19): vacinas, reprodução assistida e grávidas
• Posição atual conjunta •

03 de fevereiro de 2021

Grandes avanços dos estudos colaborativos incluem hoje pelo menos 85 vacinas pré-clínicas em investigação ativa em animais, 65 em ensaios clínicos em humanos, com 20 vacinas que chegaram aos estágios finais de testagem, sendo 12 já em uso em diferentes países/situações. As principais vacinas disponíveis estão constituidas por partículas de RNA mensageiro (Pfizer-Biontech e Moderna), vírus inativado (CoronaVac,Sinopharma e Covaxin, Bharat Biotech), com adenovirus (Oxford-AstraZeneca, Johnson&Johnson e Sputnik V, Gamaleya).

A pandemia segue, e neste momento a discussão se centraliza no uso das vacinas disponíveis e as pacientes submetidas às técnicas de reprodução assistida, grávidas e populações de risco entre as grávidas.

Nossas sociedades, avaliando também as diretrizes emitidas por sociedades mundiais como a ESHRE, a ASRM, a IFFS e a ACOG (SOGC), consideram que dentro da disponibilidade possível:

1) A vacinação tem efetividade e não induz a risco aumentado de contrair a infecção por Covid 19. Embora ainda não hajam estudos humanos de longo prazo sobre a vacinação contra Covid-19 e gravidez, nenhuma das vacinas contém vírus Sars Cov-2 vivo.

2) Para indivíduos vulneráveis,que apresentam alto risco de infecção e / ou morbidade por COVID-19, dentre os quais estão as grávidas, não receber a vacina supera o risco de ser vacinado, previamente ou durante a gravidez. Inclui-se ainda neste grupo os profissionais de saúde e aqueles outros, de linha de frente, com maior risco de exposição.

3) Não há razão para atrasar as tentativas de gravidez ou tratamentos de reprodução assistida quando de vacina não disponível ou se pacientes fora de grupos de risco.

4) Decisões da utilização (ou não) das vacinas devem ser compartilhadas entre pacientes e médicos, respeitando-se os princípios éticos de autonomia, beneficência e não maleficência.

5) Esta informação sobre vacinas deve ser incluidas como um termo específico em um consentimento informado já existente. Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA

6) Seguirão atualizações, a cada momento que novos conhecimentos solidifiquem os dados atuais.

  • REDLARA - Red Latinoamericana de Reproducción Asistida
  • SBRA - Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida
  • SAMeR - Sociedad Argentina de Medicina Reproductiva
  • AMMR - Asociación Mexicana de Medicina de la Reproducción
  • PRONÚCLEO - Associação Brasileira de Embriologistas em Medicina Reprodutiva
  • SAEC - Sociedad Argentina de Embriología Clínica
  • SOCMER - Sociedad Chilena de Medicina Reproductiva
  • ACCER - Asociación de Centros Colombianos de Reproducción Humana
  • SURH - Sociedad Uruguaya de Reproducción Humana
  • AVEMERE - Asociación Venezolana de Medicina Reproductiva y Embriología

Referências
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