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5 mitos e verdades sobre infertilidade

5 mitos e verdades sobre infertilidade

A infertilidade conjugal é um problema que afeta casais em todo o mundo, e tem crescido cada vez mais por causa das mudanças no estilo de vida da sociedade em geral. Após 12 meses de tentativas de gravidez, sem sucesso, o casal é considerado infértil. Para mulheres com mais de 35 anos, esse prazo é de 6 meses. O problema pode ser causado por fatores masculinos ou femininos.

Cada vez mais casais têm precisado de ajuda médica para engravidar. Seja pela idade, já que muitas pessoas estão priorizando a carreira e outros sonhos antes de aumentar a família, e também por outros hábitos de vida que podem prejudicar a fertilidade, como sedentarismo, uso de álcool ou drogas, má alimentação, etc.

Apesar de ser um problema comum, a infertilidade ainda é um assunto pouco falado e que gera muitas dúvidas. Neste post vamos esclarecer 5 mitos e verdades sobre o problema:

5 mitos e verdades sobre infertilidade

1. Só a mulher pode ser infértil

Este é um dos maiores mitos relacionados à infertilidade. Hoje existem estudos que mostram que os homens são responsáveis por cerca de 40% a 50% dos casos de infertilidade conjugal.

O homem só não se torna infértil pela idade, como a mulher, mas diversos outros fatores podem causar o problema, como doenças e seus tratamentos e hábitos de vida, por exemplo.

A infertilidade masculina está relacionada a alterações no sêmen ou nos espermatozoides. Algumas possibilidades são:

2. A idade não deixa o homem infértil

Essa afirmação é verdadeira, porém existem alguns fatores que devem ser levados em consideração.

Sabe-se que a mulher apresenta maior dificuldade para engravidar a partir dos 35 anos, e que se torna infértil após determinada idade, quando passa pela menopausa. Isso não acontece com os homens, pois a produção de espermatozoides acontece durante toda a vida.

Porém, com o passar dos anos a qualidade do sêmen e dos espermatozoides é diminuída, já que há uma queda nos níveis de testosterona no organismo masculino. Essa queda hormonal se inicia por volta dos 65 anos e acontece de forma lenta.

Ao longo do tempo, isso pode afetar a qualidade e a quantidade dos espermatozoides no sêmen, o que faz com que as chances de gravidez diminuam. Pode haver maior dificuldade para que a fecundação aconteça, e também a formação de embriões de menor qualidade.

3. A alimentação pode interferir na fertilidade

A alimentação pode sim interferir na fertilidade, e muito! Não só a alimentação, mas também diversos outros hábitos de vida podem estar relacionados à infertilidade feminina e masculina.

Pessoas obesas ou que estão muito abaixo do peso considerado saudável podem apresentar alterações hormonais, que prejudicam a fertilidade.

O alto consumo de carboidratos, como farinhas brancas e açúcares, também está relacionado à infertilidade. Esse tipo de alimento, quando em excesso, pode aumentar a insulina no organismo e causar uma resistência ao hormônio. A resistência à insulina é um dos principais causadores da síndrome dos ovários policísticos (SOP), que tem relação com a infertilidade feminina.

O consumo excessivo de álcool e a falta de nutrientes e vitaminas no organismo também pode afetar a saúde e fertilidade de homens e mulheres.

4. Tratamento oncológico pode afetar a infertilidade

Verdade. Apesar do câncer não apresentar relação direta com a infertilidade, seu tratamento pode prejudicar o funcionamento dos órgão reprodutores e afetar a produção de espermatozoides e a reserva ovariana.

Os medicamentos utilizados na quimioterapia e a radiação da radioterapia são alguns fatores responsáveis por esse problema.

A indicação para os pacientes diagnosticados com câncer é a preservação oncológica da fertilidade.

5. Infertilidade tem tratamento

Verdade! Graças ao avanço da ciência e da tecnologia é possível engravidar mesmo após o diagnóstico de infertilidade.

Antes de iniciar um tratamento, é necessário realizar a investigação da infertilidade para identificar suas causas. A partir daí é possível identificar os melhores procedimentos. Em alguns casos a fertilidade pode ser recuperada após tratar o problema que a afetou.

Quando isso não é possível, a indicação é a reprodução assistida. Atualmente existem três técnicas principais: a relação sexual programada (RSP), a inseminação intrauterina (IIU) e a fertilização in vitro (FIV). Além disso, existem diversos procedimentos complementares que podem aumentar as chances de um resultado positivo.

A RSP e a IIU são procedimentos de baixa complexidade, indicadas em casos de infertilidade leve. A RSP é indicada quando a mulher possui problemas de ovulação e não há nenhum fator de infertilidade masculina. Já a IIU pode ser realizada quando o homem apresenta infertilidade leve a não existem alterações nos órgãos femininos.

A FIV é a técnica de maior complexidade, indicada em casos mais graves de infertilidade feminina ou masculina, ou ainda quando outras técnicas não são bem sucedidas. A fecundação é feita em laboratório e o embrião já em formação é transferido para o útero, para que a gestação possa se iniciar.

Existem ainda procedimentos como o congelamento e a doação de gametas, testes genéticos e outras técnicas que tornam a reprodução assistida ainda mais eficiente e com maiores chances de sucesso.

Se busca mais informações, continue aqui no site e leia o conteúdo sobre infertilidade feminina.

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Comunicado

SARS Cov-2 (COVID 19): vacinas, reprodução assistida e grávidas
• Posição atual conjunta •

03 de fevereiro de 2021

Grandes avanços dos estudos colaborativos incluem hoje pelo menos 85 vacinas pré-clínicas em investigação ativa em animais, 65 em ensaios clínicos em humanos, com 20 vacinas que chegaram aos estágios finais de testagem, sendo 12 já em uso em diferentes países/situações. As principais vacinas disponíveis estão constituidas por partículas de RNA mensageiro (Pfizer-Biontech e Moderna), vírus inativado (CoronaVac,Sinopharma e Covaxin, Bharat Biotech), com adenovirus (Oxford-AstraZeneca, Johnson&Johnson e Sputnik V, Gamaleya).

A pandemia segue, e neste momento a discussão se centraliza no uso das vacinas disponíveis e as pacientes submetidas às técnicas de reprodução assistida, grávidas e populações de risco entre as grávidas.

Nossas sociedades, avaliando também as diretrizes emitidas por sociedades mundiais como a ESHRE, a ASRM, a IFFS e a ACOG (SOGC), consideram que dentro da disponibilidade possível:

1) A vacinação tem efetividade e não induz a risco aumentado de contrair a infecção por Covid 19. Embora ainda não hajam estudos humanos de longo prazo sobre a vacinação contra Covid-19 e gravidez, nenhuma das vacinas contém vírus Sars Cov-2 vivo.

2) Para indivíduos vulneráveis,que apresentam alto risco de infecção e / ou morbidade por COVID-19, dentre os quais estão as grávidas, não receber a vacina supera o risco de ser vacinado, previamente ou durante a gravidez. Inclui-se ainda neste grupo os profissionais de saúde e aqueles outros, de linha de frente, com maior risco de exposição.

3) Não há razão para atrasar as tentativas de gravidez ou tratamentos de reprodução assistida quando de vacina não disponível ou se pacientes fora de grupos de risco.

4) Decisões da utilização (ou não) das vacinas devem ser compartilhadas entre pacientes e médicos, respeitando-se os princípios éticos de autonomia, beneficência e não maleficência.

5) Esta informação sobre vacinas deve ser incluidas como um termo específico em um consentimento informado já existente. Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA

6) Seguirão atualizações, a cada momento que novos conhecimentos solidifiquem os dados atuais.

  • REDLARA - Red Latinoamericana de Reproducción Asistida
  • SBRA - Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida
  • SAMeR - Sociedad Argentina de Medicina Reproductiva
  • AMMR - Asociación Mexicana de Medicina de la Reproducción
  • PRONÚCLEO - Associação Brasileira de Embriologistas em Medicina Reprodutiva
  • SAEC - Sociedad Argentina de Embriología Clínica
  • SOCMER - Sociedad Chilena de Medicina Reproductiva
  • ACCER - Asociación de Centros Colombianos de Reproducción Humana
  • SURH - Sociedad Uruguaya de Reproducción Humana
  • AVEMERE - Asociación Venezolana de Medicina Reproductiva y Embriología

Referências
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