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A menstruação precoce diminui a vida fértil da mulher?

A menstruação precoce diminui a vida fértil da mulher?

Saber como funciona o ciclo menstrual e sua influência na fertilidade é importante para quem pretende engravidar. Isso se torna ainda mais necessário para as mulheres que tiveram menstruação precoce. E uma das principais dúvidas é se menstruar cedo significa infertilidade ou menopausa antecipada.

Para tirar essas dúvidas, elaboramos este artigo, que pretende responder a algumas dessas questões e ajudar as mulheres que desejam se tornar mães. Confira!

O que é menstruação precoce

A primeira menstruação, denominada menarca, ocorre geralmente entre os 9 e os 13 anos. Essa idade varia de acordo com uma série de fatores que podem influenciar o organismo da jovem.

A menarca ocorre pelo amadurecimento do eixo ovário-hipófise-hipotálamo, que fará com que os folículos passem a crescer, ovular e liberar óvulos. Com o crescimento folicular, ocorre a produção de estrogênio, que é o hormônio responsável por inúmeras mudanças no corpo da adolescente na puberdade. É o início da vida fértil e um marco importante na vida da mulher. E, de forma irregular no início, passa a ter ciclos menstruais, o que se estende até o começo da menopausa.

Não existe um consenso médico que determine as causas exatas da menstruação precoce, aquela que ocorre antes dos 8 anos de idade. Pode haver uma relação com o funcionamento do sistema nervoso central, afetando o eixo hormonal que libera esses hormônios. As causas para isso são diversas: genética, desequilíbrio hormonal, ovários policísticos, hipotireoidismo ou até a presença de tumores. Uma avaliação médica pode recomendar o tratamento, se necessário, para regular o nível hormonal no organismo da criança.

Relação entre menstruação precoce e fertilidade

O feto feminino possui uma grande quantidade de óvulos. Depois, no nascimento, esse número cai para aproximadamente 1 milhão. Na puberdade, restam cerca de 300 mil a 500 mil óvulos, número que diminui durante a vida, pois o organismo feminino não produz mais óvulos. É por esse motivo que após os 35 anos a fertilidade da mulher é consideravelmente menor. Quanto mais próxima da menopausa, mais acelerada é a perda ovulatória, até que a mulher pare de menstruar definitivamente.

Entretanto, não existem comprovações médicas consistentes que apontem para uma relação direta entre a idade em que a mulher entra na menopausa com o período em que começa a menstruar. Ao contrário, uma pesquisa recente mostra que a genética tem maior influência no início da menopausa e não a menstruação precoce.

Por isso, mulheres que tiveram a menarca precoce não estão automaticamente fadadas a iniciar a menopausa cedo. Entretanto, se estiverem com dificuldade para engravidar, devem consultar um especialista e realizar testes que apontem o que está afetando a fertilidade.

Como evitar a perda ovulatória

A perda ovulatória é inevitável. Com o passar do tempo, a mulher perde gradativamente a capacidade fértil. Entretanto, é possível adquirir hábitos que podem afetar positivamente a fertilidade.

O primeiro e principal deles é alimentar-se adequadamente, ingerindo fibras, vitaminas, carboidratos, proteínas etc. Também é importante praticar exercícios físicos regulares, já que o excesso de peso ou até mesmo o baixo peso excessivo podem afetar o metabolismo dos hormônios sexuais, dificultando o sucesso da fertilização.

O que também pode ajudar bastante é evitar exposição a produtos químicos de forma direta, como solventes, tintas e componentes com éter e formaldeído. A toxicidade pode afetar a saúde da mulher e, consequentemente, sua fertilidade.

Vale lembrar que a consulta ao ginecologista é fundamental para prevenir e detectar doenças ginecológicas ou distúrbios hormonais que também podem estar afetando a fertilidade.

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Comunicado

SARS Cov-2 (COVID 19): vacinas, reprodução assistida e grávidas
• Posição atual conjunta •

03 de fevereiro de 2021

Grandes avanços dos estudos colaborativos incluem hoje pelo menos 85 vacinas pré-clínicas em investigação ativa em animais, 65 em ensaios clínicos em humanos, com 20 vacinas que chegaram aos estágios finais de testagem, sendo 12 já em uso em diferentes países/situações. As principais vacinas disponíveis estão constituidas por partículas de RNA mensageiro (Pfizer-Biontech e Moderna), vírus inativado (CoronaVac,Sinopharma e Covaxin, Bharat Biotech), com adenovirus (Oxford-AstraZeneca, Johnson&Johnson e Sputnik V, Gamaleya).

A pandemia segue, e neste momento a discussão se centraliza no uso das vacinas disponíveis e as pacientes submetidas às técnicas de reprodução assistida, grávidas e populações de risco entre as grávidas.

Nossas sociedades, avaliando também as diretrizes emitidas por sociedades mundiais como a ESHRE, a ASRM, a IFFS e a ACOG (SOGC), consideram que dentro da disponibilidade possível:

1) A vacinação tem efetividade e não induz a risco aumentado de contrair a infecção por Covid 19. Embora ainda não hajam estudos humanos de longo prazo sobre a vacinação contra Covid-19 e gravidez, nenhuma das vacinas contém vírus Sars Cov-2 vivo.

2) Para indivíduos vulneráveis,que apresentam alto risco de infecção e / ou morbidade por COVID-19, dentre os quais estão as grávidas, não receber a vacina supera o risco de ser vacinado, previamente ou durante a gravidez. Inclui-se ainda neste grupo os profissionais de saúde e aqueles outros, de linha de frente, com maior risco de exposição.

3) Não há razão para atrasar as tentativas de gravidez ou tratamentos de reprodução assistida quando de vacina não disponível ou se pacientes fora de grupos de risco.

4) Decisões da utilização (ou não) das vacinas devem ser compartilhadas entre pacientes e médicos, respeitando-se os princípios éticos de autonomia, beneficência e não maleficência.

5) Esta informação sobre vacinas deve ser incluidas como um termo específico em um consentimento informado já existente. Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA

6) Seguirão atualizações, a cada momento que novos conhecimentos solidifiquem os dados atuais.

  • REDLARA - Red Latinoamericana de Reproducción Asistida
  • SBRA - Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida
  • SAMeR - Sociedad Argentina de Medicina Reproductiva
  • AMMR - Asociación Mexicana de Medicina de la Reproducción
  • PRONÚCLEO - Associação Brasileira de Embriologistas em Medicina Reprodutiva
  • SAEC - Sociedad Argentina de Embriología Clínica
  • SOCMER - Sociedad Chilena de Medicina Reproductiva
  • ACCER - Asociación de Centros Colombianos de Reproducción Humana
  • SURH - Sociedad Uruguaya de Reproducción Humana
  • AVEMERE - Asociación Venezolana de Medicina Reproductiva y Embriología

Referências
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