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Alimentação e fertilidade: qual a relação entre elas?

Alimentação e fertilidade: qual a relação entre elas?

Muitas pessoas, entre homens e mulheres, sonham em ter filhos. Porém, nem sempre isso acontece com facilidade, ou na primeira tentativa.

Segundo especialistas, é normal tentar engravidar durante algum tempo sem conseguir – 6 meses para mulheres acima de 35 anos e 12 meses para mulheres com menos de 35 anos. Um dos motivos é que existem muitos aspectos que podem interferir nesse processo, como alguns hábitos que cultivamos, assim como determinadas doenças.

Uma questão muito comum entre as pessoas que desejam engravidar é se a alimentação afeta a fertilidade. Você também tem essa dúvida? Continue aqui! Explicamos neste post a relação entre alimentação e fertilidade.

A alimentação realmente afeta a fertilidade?

O que realmente tem uma grande influência na fertilidade, tanto da mulher como do homem, é um conjunto de fatores que inclui o estado nutricional da pessoa e o seu estilo de vida – como o consumo elevado de álcool e de tabaco, o sedentarismo e hábitos alimentares inadequados.

Condições não só de obesidade e sobrepeso afetam a fertilidade feminina, mas também o baixo peso pode dificultar o processo de engravidar e tornar a gestação mais complicada. Em um estudo realizado com mulheres obesas que sofriam de problemas de fertilidade, logo após a perda de peso por meio de mudanças em seu estilo de vida, a função menstrual obteve uma melhora de 80% e a taxa de gravidez, de 29%.

Além disso, nos homens, os hábitos citados acima podem afetar sua produção de sêmen, alterando a qualidade, quantidade e motilidade dos espermatozoides. Isso tudo acontece porque, com alimentação e hábitos saudáveis, o sistema endócrino atinge maior equilíbrio, o que melhora não só a função reprodutiva de ambos os sexos, mas sua saúde de modo geral.

Como é a alimentação para quem deseja melhorar a fertilidade?

Uma alimentação que contribua para a fertilidade não precisa ser uma dieta restrita. Existem muitas crenças populares de que certos alimentos aumentam a fertilidade e as chances de engravidar. Porém, a maioria dessas crenças são apenas isso: crenças.

O que realmente importa é o conjunto de hábitos saudáveis e não apenas o consumo de determinados alimentos. O inhame, por exemplo, é popularmente famoso por aumentar a fertilidade, mas de que adianta consumir inhame todo dia, mas falhar em todo o restante da alimentação, exagerar no açúcar, no consumo das gorduras ou ingerir muita bebida alcoólica? É preciso focar em uma alimentação saudável, equilibrada e nutritiva, aliada a outros hábitos saudáveis.

Se você quer adotar uma alimentação saudável, veja alguns tipos de alimentos que devem estar presentes em sua dieta:

Alimentos que compõem uma alimentação saudável

Ao adotar uma alimentação equilibrada e um estilo de vida mais saudável, seu organismo e cada uma de suas funções começarão a funcionar muito melhor, melhorando sua saúde como um todo e combatendo os problemas relacionados à infertilidade.

Gostou do post? Então compartilhe com seus amigos nas redes sociais para que todos saibam da importância da alimentação e de um estilo de vida saudáveis para a fertilidade!

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Comunicado

SARS Cov-2 (COVID 19): vacinas, reprodução assistida e grávidas
• Posição atual conjunta •

03 de fevereiro de 2021

Grandes avanços dos estudos colaborativos incluem hoje pelo menos 85 vacinas pré-clínicas em investigação ativa em animais, 65 em ensaios clínicos em humanos, com 20 vacinas que chegaram aos estágios finais de testagem, sendo 12 já em uso em diferentes países/situações. As principais vacinas disponíveis estão constituidas por partículas de RNA mensageiro (Pfizer-Biontech e Moderna), vírus inativado (CoronaVac,Sinopharma e Covaxin, Bharat Biotech), com adenovirus (Oxford-AstraZeneca, Johnson&Johnson e Sputnik V, Gamaleya).

A pandemia segue, e neste momento a discussão se centraliza no uso das vacinas disponíveis e as pacientes submetidas às técnicas de reprodução assistida, grávidas e populações de risco entre as grávidas.

Nossas sociedades, avaliando também as diretrizes emitidas por sociedades mundiais como a ESHRE, a ASRM, a IFFS e a ACOG (SOGC), consideram que dentro da disponibilidade possível:

1) A vacinação tem efetividade e não induz a risco aumentado de contrair a infecção por Covid 19. Embora ainda não hajam estudos humanos de longo prazo sobre a vacinação contra Covid-19 e gravidez, nenhuma das vacinas contém vírus Sars Cov-2 vivo.

2) Para indivíduos vulneráveis,que apresentam alto risco de infecção e / ou morbidade por COVID-19, dentre os quais estão as grávidas, não receber a vacina supera o risco de ser vacinado, previamente ou durante a gravidez. Inclui-se ainda neste grupo os profissionais de saúde e aqueles outros, de linha de frente, com maior risco de exposição.

3) Não há razão para atrasar as tentativas de gravidez ou tratamentos de reprodução assistida quando de vacina não disponível ou se pacientes fora de grupos de risco.

4) Decisões da utilização (ou não) das vacinas devem ser compartilhadas entre pacientes e médicos, respeitando-se os princípios éticos de autonomia, beneficência e não maleficência.

5) Esta informação sobre vacinas deve ser incluidas como um termo específico em um consentimento informado já existente. Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA

6) Seguirão atualizações, a cada momento que novos conhecimentos solidifiquem os dados atuais.

  • REDLARA - Red Latinoamericana de Reproducción Asistida
  • SBRA - Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida
  • SAMeR - Sociedad Argentina de Medicina Reproductiva
  • AMMR - Asociación Mexicana de Medicina de la Reproducción
  • PRONÚCLEO - Associação Brasileira de Embriologistas em Medicina Reprodutiva
  • SAEC - Sociedad Argentina de Embriología Clínica
  • SOCMER - Sociedad Chilena de Medicina Reproductiva
  • ACCER - Asociación de Centros Colombianos de Reproducción Humana
  • SURH - Sociedad Uruguaya de Reproducción Humana
  • AVEMERE - Asociación Venezolana de Medicina Reproductiva y Embriología

Referências
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