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Dificuldade de engravidar? Veja o que pode ser

Dificuldade de engravidar? Veja o que pode ser

A infertilidade é um problema que atinge muitos casais em idade reprodutiva e pode ser causada tanto por fatores femininos quanto masculinos. Muitas vezes a mulher que possui dificuldades para engravidar, mas em muitos dos casos, pode haver algum fator masculino desconhecido.

Na maioria dos casos, os problemas de infertilidade masculina têm relação com os parâmetros seminais e são causados por doenças e alterações que afetam a qualidade dos espermatozoides. Doenças como a varicocele, uretrite e epididimite, são algumas das causas desses problemas.

Já nas mulheres, a infertilidade tem muita relação com distúrbios de ovulação que alteram ou impedem a liberação dos óvulos para a fecundação. Doenças e alterações nos órgãos reprodutores também podem influenciar na dificuldade para engravidar, provocando obstruções que impedem a fecundação ou a implantação embrionária.

Conheça a seguir algumas possíveis causas para a dificuldade em engravidar e saiba como este problema pode ser resolvido com o tratamento adequado:

Quando considerar a infertilidade?

É comum que casais que buscam a gravidez demorem um tempo para obter sucesso nas tentativas. Existe um tempo entre o início das tentativas e a gestação que é considerado normal, mas quando ele é ultrapassado já se pode pensar em procurar auxílio especializado.

Muitos casais têm dúvida sobre o momento certo de procurar ajuda médica após encontrar dificuldades para engravidar. A infertilidade é considerada após 12 meses de relações sexuais regulares, sem o uso de qualquer método contraceptivo. Quando a mulher já tem mais de 35 anos, é recomendado que procure ajuda após 6 meses de tentativas sem sucesso.

Quando já existe uma suspeita inicial causada por: presença de menstruação irregular, endometriose, síndrome dos ovários policísticos, histórico de gestação ectópica, laqueadura ou vasectomia, também é recomendado que se procure ajuda com mais antecedência.

Para que a gravidez aconteça, todas as etapas precisam funcionar corretamente, desde a produção e liberação dos gametas, seu encontro para a fecundação, o transporte do zigoto até o útero e a implantação do embrião no endométrio. Se algo no meio do processo não funcionar adequadamente, as causas de infertilidade devem ser investigadas para que se adeque o tratamento.

Quais as causas comuns de infertilidade masculina?

Diversos fatores podem influenciar na fertilidade do homem e um dos principais são os que interferem na produção ou qualidade dos espermatozoides. Algumas doenças afetam os órgãos reprodutores e acabam gerando dificuldades na reprodução. Entre as principais causas estão: doenças, estilo de vida, fatores genéticos, entre outras.

A varicocele é uma das doenças que mais causa infertilidade entre os homens. Ela é caracterizada por uma dilatação anormal das veias na bolsa escrotal que aumenta a temperatura dos testículos e interfere na produção dos espermatozoides.

Algumas inflamações também podem alterar a fertilidade, como: a uretrite (da uretra), epididimite (do epidídimo), orquite (dos testículos) e prostatite (da próstata). Todas elas atingem estruturas essenciais para o processo de reprodução. Torção ou trauma testicular também podem interferir na produção de gametas.

Infecções sexualmente transmissíveis podem atingir o canal de ejaculação e provocar obstruções que impedem a passagem dos espermatozoides. Essa obstrução também pode ser causada por outros tipos de processos infecciosos, tumores e malformações congênitas.

Alguns hábitos de vida podem contribuir para a infertilidade do homem, como o uso em excesso de álcool e drogas, tabagismo, falta de atividades físicas, diabetes e até o tratamento para câncer.

O principal exame realizado para avaliar a fertilidade do homem é o espermograma, que avalia as condições seminais, a quantidade e a qualidade dos espermatozoides encontrados no sêmen ejaculado.

Quais as causas comuns de infertilidade feminina?

Uma das principais causas relacionadas à infertilidade feminina é a idade da mulher, uma vez que a quantidade e qualidade dos óvulos tende a diminuir consideravelmente com o avançar do tempo, principalmente a partir dos 35 anos.

Quando nasce, a mulher já possui todos os óvulos que utilizará ao longo da vida. Eles são perdidos ao longo de sua vida reprodutiva e quando atinge a menopausa é porque eles se esgotaram definitivamente.

Algumas doenças e alterações podem ser responsáveis pela infertilidade de mulheres em idade reprodutiva. Entre elas, estão:

Endometriose

Caracterizada pelo crescimento de tecido endometrial fora da cavidade uterina, podendo atingir ovários, tubas uterinas, bexiga e intestino. Ela promove mudanças na anatomia dos órgãos pélvicos e pode obstruir a passagem do óvulo para a fecundação.

Síndrome dos ovários policísticos (SOP)

Após um desequilíbrio hormonal, a mulher pode desenvolver a SOP, caracterizada pelo aparecimento de pequenos cistos (bolsas cheias de líquidos) nos ovários. É uma das principais causas de distúrbios de ovulação, podendo levar à anovulação, quando os óvulos não são liberados.

Tabagismo

O hábito de fumar pode interferir mais na fertilidade da mulher do que do homem. O uso de cigarro pode influenciar na gametogênese, na fecundação, na implantação do embrião e até causar a perda após a implantação.

Como pode ser feito o tratamento pela reprodução assistida?

Casais que encontram problemas de infertilidade, sejam eles causados por fatores femininos ou masculinos, podem optar pelo tratamento pela reprodução assistida. Algumas doenças, ainda que tratadas de forma adequada, podem acabar interferindo na fertilidade e a medicina reprodutiva conta com técnicas muito eficientes para ajudar neste problema.

São três técnicas principais utilizadas em diversos casos: a relação sexual programada (RSP), inseminação intrauterina (IIU) e a fertilização in vitro (FIV). A seleção é feita após uma avaliação detalhada do casal para identificar as causas da infertilidade e escolher a técnica mais eficiente em cada caso.

A RSP e a IIU são métodos mais simples, muito utilizados em casos menos complexos de infertilidade. Já a FIV é um procedimento mais complexo, que conta com mais etapas e é indicada para casos mais graves e quando há falha em outras técnicas.

Se este post foi útil para você, leia também sobre a infertilidade masculina e saiba quais são as causas e tratamentos para este problema.

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Comunicado

SARS Cov-2 (COVID 19): vacinas, reprodução assistida e grávidas
• Posição atual conjunta •

03 de fevereiro de 2021

Grandes avanços dos estudos colaborativos incluem hoje pelo menos 85 vacinas pré-clínicas em investigação ativa em animais, 65 em ensaios clínicos em humanos, com 20 vacinas que chegaram aos estágios finais de testagem, sendo 12 já em uso em diferentes países/situações. As principais vacinas disponíveis estão constituidas por partículas de RNA mensageiro (Pfizer-Biontech e Moderna), vírus inativado (CoronaVac,Sinopharma e Covaxin, Bharat Biotech), com adenovirus (Oxford-AstraZeneca, Johnson&Johnson e Sputnik V, Gamaleya).

A pandemia segue, e neste momento a discussão se centraliza no uso das vacinas disponíveis e as pacientes submetidas às técnicas de reprodução assistida, grávidas e populações de risco entre as grávidas.

Nossas sociedades, avaliando também as diretrizes emitidas por sociedades mundiais como a ESHRE, a ASRM, a IFFS e a ACOG (SOGC), consideram que dentro da disponibilidade possível:

1) A vacinação tem efetividade e não induz a risco aumentado de contrair a infecção por Covid 19. Embora ainda não hajam estudos humanos de longo prazo sobre a vacinação contra Covid-19 e gravidez, nenhuma das vacinas contém vírus Sars Cov-2 vivo.

2) Para indivíduos vulneráveis,que apresentam alto risco de infecção e / ou morbidade por COVID-19, dentre os quais estão as grávidas, não receber a vacina supera o risco de ser vacinado, previamente ou durante a gravidez. Inclui-se ainda neste grupo os profissionais de saúde e aqueles outros, de linha de frente, com maior risco de exposição.

3) Não há razão para atrasar as tentativas de gravidez ou tratamentos de reprodução assistida quando de vacina não disponível ou se pacientes fora de grupos de risco.

4) Decisões da utilização (ou não) das vacinas devem ser compartilhadas entre pacientes e médicos, respeitando-se os princípios éticos de autonomia, beneficência e não maleficência.

5) Esta informação sobre vacinas deve ser incluidas como um termo específico em um consentimento informado já existente. Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA

6) Seguirão atualizações, a cada momento que novos conhecimentos solidifiquem os dados atuais.

  • REDLARA - Red Latinoamericana de Reproducción Asistida
  • SBRA - Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida
  • SAMeR - Sociedad Argentina de Medicina Reproductiva
  • AMMR - Asociación Mexicana de Medicina de la Reproducción
  • PRONÚCLEO - Associação Brasileira de Embriologistas em Medicina Reprodutiva
  • SAEC - Sociedad Argentina de Embriología Clínica
  • SOCMER - Sociedad Chilena de Medicina Reproductiva
  • ACCER - Asociación de Centros Colombianos de Reproducción Humana
  • SURH - Sociedad Uruguaya de Reproducción Humana
  • AVEMERE - Asociación Venezolana de Medicina Reproductiva y Embriología

Referências
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