Fechar

Selecione uma unidade para enviar um Whatsapp:

Belo Horizonte - (31) 9979-01109 Juiz de Fora - (32) 98888-2776 Governador Valadares - (33) 98866-1706 Rio de Janeiro - (21) 99566-1850 Manhuaçu - MG - (33) 98855-0015

agendamento de consulta

Unidade Belo Horizonte | +55 (31) 2102-6363

Dispareunia: o que é e quais são as causas?

Dispareunia: o que é e quais são as causas?

Muitas mulheres acham que sentir um pouco de dor durante a relação sexual é normal, mas não é. Esse sintoma é chamado de dispareunia e alerta para possíveis causas de infertilidade feminina.

Apesar do nome incomum, muitas mulheres passam por esse transtorno. A dor ou desconforto é recorrente e não um evento isolado na vida da mulher, afetando a sua qualidade de vida.

Nesses casos, é fundamental procurar ajuda profissional para investigar o motivo da dor. Além de afetar a qualidade de vida, a dispareunia pode — direta ou indiretamente — dificultar a gravidez.

Se você quer saber mais sobre a dor genital durante ou depois da relação sexual, continue lendo esse artigo. Vamos mostrar o que é e quais são as principais causas da dispareunia. Confira!

O que é dispareunia?

A dispareunia é definida como uma dor genital que ocorre durante a relação sexual. Ela pode afetar ambos os sexos, porém é mais comum entre a população feminina. O transtorno afeta a qualidade de vida da mulher, o relacionamento com o parceiro e até a realização de exames ginecológicos.

Ela é dividida em 2 grupos: a dispareunia superficial e a profunda. Na primeira, a dor está localizada na abertura da vagina e é sentida com a penetração. Enquanto a dor na dispareunia profunda é sentida dentro da pelve, com o movimento peniano.

Na dispareunia os músculos pélvicos ficam tensos, aumentando a dor. O transtorno pode ser provocado por uma lubrificação inadequada ou por doenças e condições que afetam os órgãos genitais, como veremos a seguir.

Quais são as causas da dispareunia?

A dispareunia pode ser causada por fatores físicos ou emocionais. Entre as principais causas da dispareunia por fatores físicos, estão:

Alguns fatores relatados na lista podem levar à infertilidade, como a endometriose e a DIP. Elas provocam um processo inflamatório na pelve, causando a dor.

A dispareunia também pode estar relacionada a fatores emocionais, como baixa autoestima, estresse, depressão, ansiedade, sexualidade reprimida, abuso sexual, entre outros. Nesses casos, o tratamento multidisciplinar com um terapeuta sexual é importante para o bem-estar da paciente.

Como descobrir a possível causa da dispareunia?

A dispareunia não deve ser subestimada. Ela não é um evento isolado e único, por isso, a principal recomendação é que a mulher procure um ginecologista ao sentir dor ou ardência durante a relação sexual.

Esse sintoma não é comum, podendo estar relacionado a alguma doença. Por isso, ignorá-la ou tentar se “acostumar” com a dispareunia tende a agravar o caso e aumentar o risco de danos à saúde e fertilidade da mulher.

Para o diagnóstico, o médico avalia os sintomas relatados pela paciente e realiza um exame físico no consultório analisando a área genital. Com essas informações, é possível descobrir a intensidade da dor (que pode ser leve, moderada ou aguda) e onde ela está focada (na vulva, no momento da penetração, no fundo da vagina ou após a relação sexual).

Exames complementares também podem ser solicitados, de acordo com as necessidades de cada caso, como a biópsia, a ultrassonografia pélvica e o exame de Papanicolaou.

Qual a relação entre a dispareunia e a infertilidade?

Como vimos, existem diversas causas para a dispareunia. Em alguns casos, ela pode estar diretamente relacionada à infertilidade. E em outros, de forma indireta, já que a mulher pode não querer ter relações sexuais por causa das dores, o que dificulta as tentativas de gravidez.

Diversas causas de infertilidade feminina têm a dispareunia como um dos seus principais sintomas, como a endometriose, as ISTs e a DIP. Elas têm tratamento, porém, ele pode não ser suficiente para recuperar a fertilidade da mulher. Nesses casos, a reprodução assistida é indicada.

As três principais técnicas são a relação sexual programa (RSP), a inseminação artificial (IA) e a fertilização in vitro (FIV). Esta última é indicada para a maioria dos casos de infertilidade e possui a maior taxa de sucesso. A escolha da mais adequada é feita de forma individualizada, após uma avaliação da saúde reprodutiva do casal.

A dispareunia é caracterizada pela dor durante ou após a relação sexual. Afeta a saúde física e psicológica da mulher e deve ser investigada por um ginecologista. A dor pode ser superficial ou profunda e está relacionada a uma série de fatores. Alguns deles, como a endometriose, a DIP e as ISTs podem levar à infertilidade.

Se o casal não conseguir engravidar mesmo após o tratamento da causa da dispareunia, a reprodução assistida é uma alternativa com excelentes resultados. Entre elas, a FIV se destaca por ter a maior taxa de sucesso.

Para saber mais sobre a FIV, toque aqui!

Compartilhe:

Se inscrever
Notificação de
0 Comentários
Inline Feedbacks
View all comments
Faça seu agendamento

Proporcionamos um atendimento exclusivo exatamente como você merece.

AGENDE SUA CONSULTA
ENTRE EM CONTATO

Alguma dúvida sobre fertilidade?
Fale conosco

Comunicado

SARS Cov-2 (COVID 19): vacinas, reprodução assistida e grávidas
• Posição atual conjunta •

03 de fevereiro de 2021

Grandes avanços dos estudos colaborativos incluem hoje pelo menos 85 vacinas pré-clínicas em investigação ativa em animais, 65 em ensaios clínicos em humanos, com 20 vacinas que chegaram aos estágios finais de testagem, sendo 12 já em uso em diferentes países/situações. As principais vacinas disponíveis estão constituidas por partículas de RNA mensageiro (Pfizer-Biontech e Moderna), vírus inativado (CoronaVac,Sinopharma e Covaxin, Bharat Biotech), com adenovirus (Oxford-AstraZeneca, Johnson&Johnson e Sputnik V, Gamaleya).

A pandemia segue, e neste momento a discussão se centraliza no uso das vacinas disponíveis e as pacientes submetidas às técnicas de reprodução assistida, grávidas e populações de risco entre as grávidas.

Nossas sociedades, avaliando também as diretrizes emitidas por sociedades mundiais como a ESHRE, a ASRM, a IFFS e a ACOG (SOGC), consideram que dentro da disponibilidade possível:

1) A vacinação tem efetividade e não induz a risco aumentado de contrair a infecção por Covid 19. Embora ainda não hajam estudos humanos de longo prazo sobre a vacinação contra Covid-19 e gravidez, nenhuma das vacinas contém vírus Sars Cov-2 vivo.

2) Para indivíduos vulneráveis,que apresentam alto risco de infecção e / ou morbidade por COVID-19, dentre os quais estão as grávidas, não receber a vacina supera o risco de ser vacinado, previamente ou durante a gravidez. Inclui-se ainda neste grupo os profissionais de saúde e aqueles outros, de linha de frente, com maior risco de exposição.

3) Não há razão para atrasar as tentativas de gravidez ou tratamentos de reprodução assistida quando de vacina não disponível ou se pacientes fora de grupos de risco.

4) Decisões da utilização (ou não) das vacinas devem ser compartilhadas entre pacientes e médicos, respeitando-se os princípios éticos de autonomia, beneficência e não maleficência.

5) Esta informação sobre vacinas deve ser incluidas como um termo específico em um consentimento informado já existente. Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA

6) Seguirão atualizações, a cada momento que novos conhecimentos solidifiquem os dados atuais.

  • REDLARA - Red Latinoamericana de Reproducción Asistida
  • SBRA - Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida
  • SAMeR - Sociedad Argentina de Medicina Reproductiva
  • AMMR - Asociación Mexicana de Medicina de la Reproducción
  • PRONÚCLEO - Associação Brasileira de Embriologistas em Medicina Reprodutiva
  • SAEC - Sociedad Argentina de Embriología Clínica
  • SOCMER - Sociedad Chilena de Medicina Reproductiva
  • ACCER - Asociación de Centros Colombianos de Reproducción Humana
  • SURH - Sociedad Uruguaya de Reproducción Humana
  • AVEMERE - Asociación Venezolana de Medicina Reproductiva y Embriología

Referências
0
Would love your thoughts, please comment.x
()
x