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É possível engravidar fora do período fértil?

É possível engravidar fora do período fértil?

Uma dúvida frequente entre as mulheres que começam as tentativas de engravidar — e também entre as que desejam evitar a gravidez — é se é possível engravidar fora do período fértil.

Para responder a essa pergunta, é importante esclarecer alguns pontos, entre eles que há a necessidade da ovulação para que a fecundação e a gravidez aconteçam.

Quando um óvulo é liberado e a mulher engravida, isso significa que ela estava em seu período fértil.

No entanto, esse período pode variar de uma mulher para outra e de um ciclo para outro.

Além disso, caso não esteja conseguindo engravidar, é importante procurar auxílio médico para uma avaliação completa da sua saúde reprodutiva.

Continue a leitura e confira agora mesmo se é possível engravidar fora do período fértil!

O que é o período fértil?

O período fértil compreende a fase do ciclo menstrual em que ocorre a liberação do óvulo – ovulação – e, por isso, em que pode ocorrer a gravidez.

Em mulheres com ciclos menstruais regulares, a ovulação acontece 14 dias antes da menstruação. Assim, mulheres com ciclos de 28 dias, a ovulação costuma acontecer no 14º dia. Mulheres com ciclos de 32 dias ovulam em torno do 18º dia.

Mulheres que têm ciclos irregulares podem não ovular todo mês ou, para aquelas que ovulam, fica difícil determinar o dia mais adequado da ovulação.

É possível engravidar fora do período fértil?

Para que a gravidez aconteça, o espermatozoide deve fecundar o óvulo.

Algumas situações de gravidez levam as pessoas a acreditar que é possível engravidar fora do período ovulatório, mas isso não é possível.

Alguns fatores, no entanto, podem levar o casal a pensar que a gravidez ocorreu fora desse período.

Tempo de vida dos espermatozoides

Os espermatozoides sobrevivem, em condições normais, de 3 a 5 dias no sistema reprodutor feminino.

Assim, se um casal tiver relações sexuais 5 dias antes da ovulação, uma gravidez pode acontecer normalmente, dando a impressão de que a mulher ficou grávida fora do período fértil.

Uso irregular do anticoncepcional

O anticoncepcional é um método que deve ser utilizado adequadamente para exercer seu efeito contraceptivo.

Assim, mulheres que fazem o uso da pílula de forma irregular, em horários alternados ou esquecem de uma ou mais dose do medicamento terão variações hormonais durante o ciclo, o que pode provocar a ovulação e uma gravidez.

Interferência de medicamentos

O uso de alguns medicamentos de forma simultânea ao anticoncepcional pode interferir na eficácia desse método preventivo, o que leva à ovulação.

Por esse motivo, sempre que iniciar um tratamento farmacológico, consulte seu médico sobre os efeitos desse medicamento na contracepção hormonal.

Duas ovulações no mesmo ciclo

Em uma condição extremamente rara, existem mulheres que podem ovular mais de uma vez durante o ciclo.

Nessas condições, a possibilidade de engravidar fora do período fértil calculado existe, mas ainda assim é importante destacar que a mulher tem um óvulo disponível para ser fecundado.

Tabelinha

Muitas mulheres fazem o controle do seu período fértil com a tabelinha.

Para as que não querem engravidar, esse método contraceptivo não é aconselhado, porque as alterações naturais que podem acontecer durante o ciclo podem ocasionar a gravidez.

Para as mulheres que desejam uma gravidez, no entanto, a tabelinha pode ser uma ferramenta muito útil para avaliar quando será a data da próxima ovulação.

Além disso, existem alguns sinais que podem ser observados quando a mulher está ovulando. Entre eles:

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Daiane
1 ano atrás

Minha menstruação faz um ano que nao vem e meu marido já ejaculou 3 vezes dentro fora do período fértil tenho possibilidade de engravidar

Editor
Clínica Origen
4 meses atrás
Reply to  Daiane

Daiane, tudo bem? Se você não está menstruando, provavelmente também não está ovulando. O ideal é que você agende uma consulta para fazer os exames necessários e entender o que está acontecendo.

Kaliane
11 meses atrás

Eu recentemente descobrir que estou com mioma minha médica passou um tratamento durante seis meses seguir o mesmo certinho, agora terminei já tem dois meses.nesse período mestruei normalmente,tiver relação desprotegida tomei pílula do dia seguinte.e novamente tive desprotegida existe a possibilidade de uma gravidez.

Admin
3 meses atrás
Reply to  Kaliane

Olá Kaliane, tudo bem?!
Para que a gravidez aconteça, o espermatozoide deve fecundar o óvulo.
Algumas situações de gravidez levam as pessoas a acreditar que é possível engravidar fora do período ovulatório, mas isso não é possível.
Forte abraço!

Tais
11 meses atrás

Oi boa tarde. É normal ficar com o bico do peito dolorido dias antes da menstruação descer, isso quer dizer que estou no período fértil?

Editor
Clínica Origen
4 meses atrás
Reply to  Tais

Olá, Tais. É difícil afirmar se você está no período fértil apenas com esse relato, neste blog post explicamos como calcular o período fértil: https://origen.com.br/periodo-fertil-o-que-e-e-como-calcular/

Obrigado por acompanhar o blog. Atenciosamente.

Poliane
1 mês atrás

Olá tiver uma gravidez tubária 3 meses com mês de aborto .. que aconteceu natural tomei injeção de três meses sempre tenho minha tabela depois 1 depois que foi em bora..só que tiver relação 2 semana deceu ficou 17 dias depois nao tiver mais relação.. só no meu peito sair secreção.. oque poder ser ?? Poderia mim esclarece melhor

Editor
Adm. Clínica Origen
21 dias atrás
Reply to  Poliane

Olá Poliane, tudo bem?!
Por favor, você poderia reformular a questão, pois não conseguimos entender muito bem os detalhes do que quis dizer.
Muito obrigado.

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Comunicado

Nota conjunta com atualização de posicionamento sobre a COVID-19 e os tratamentos de reprodução assistida

Informações complementares à nota emitida em 21 de março de 2020

A Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida – SBRA e a Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA, acompanhando as demais sociedades mundiais e face à presença da pandemia de Covid-19, emitiram comunicado em 17 e 21 de março de 2020. Globalmente, e na América Latina não foi diferente, ciclos iniciados foram completados, decisões de congelamento tomadas, transferências discutidas e, na maioria das vezes, postergadas. Desde o início, entendemos que poderiam haver situações a serem individualizadas, como os casos oncológicos, em que pacientes necessitariam com urgência da preservação de seus gametas previamente a procedimentos cirúrgicos ou eventual quimioterapia que pudesse afetar sua fertilidade futura. Ao mesmo tempo, havia outros casos susceptíveis de individualização.

Passados 30 dias, com novos dados sobre a Covid-19, reconhecendo novos cenários para diferentes países, regiões ou cidades, além da realidade de um período claro de extensão da pandemia, que a infertilidade é definida pela OMS como doença, assim como a própria OMS define o direito de autonomia dos pacientes e:

CONSIDERANDO que, sob a luz de novas evidências científicas, este posicionamento deverá seguir sendo atualizado em momentos sucessivos;

CONSIDERANDO que, segundo a literatura médica, não se identificou até o momento a presença de vírus nos gametas e tratos genitais masculino ou feminino;

CONSIDERANDO que, até o momento, não há evidências a respeito das repercussões do Covid-19 sobre a gestação inicial;

CONSIDERANDO a preocupação com relação às evidências científicas emergentes quanto à possibilidade de transmissão vertical – isto é, da mãe para o bebê;

CONSIDERANDO que os serviços de reprodução assistida devam seguir as recomendações governamentais, respeitando as particularidades locais;

CONSIDERANDO a observação das medidas de distanciamento social, com cuidados na preservação dos pacientes e equipes, quando da assistência;

CONSIDERANDO as condutas para mitigar a sobrecarga do sistema de saúde local;

CONSIDERANDO que o adiamento dos tratamentos de reprodução assistida abrange determinados casos extremamente sensíveis ao tempo e, portanto, inadiáveis, com risco de condenar pessoas a uma infertilidade irreversível – ou seja, esterilidade; e

CONSIDERANDO o respeito à autonomia do paciente,

RECOMENDAM que ciclos de reprodução assistida possam ser realizados sob juízo do profissional assistente, em decisão compartilhada com os usuários do serviço, de forma personalizada, fundamentados e bem documentados, com precaução e bom-senso, evitando-se transferências embrionárias neste momento.

Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida – SBRA
Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA


Referências