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Entenda como exames de rotina podem diagnosticar a infertilidade masculina

Entenda como exames de rotina podem diagnosticar a infertilidade masculina

Muitos casais possuem o sonho de ter filhos. Porém, nem sempre ele é realizado de rapidamente, por maior que seja o número de tentativas. Nesses casos, é comum que, em um primeiro momento, o pensamento seja de que há algo errado com a saúde da mulher. No entanto, a infertilidade masculina é mais comum do que muitas pessoas imaginam e também deve ser considerada.

A procura por um especialista para se obter um diagnóstico é fundamental, mas é possível que seu parceiro comece a se cuidar muito antes disso. Assim, ele pode amenizar possíveis resultados negativos e, até mesmo, impedir que a infertilidade se instale.

Para você se informar mais sobre esse tema, elaboramos este artigo. Continue a leitura e entenda como exames de rotina podem evitar a infertilidade masculina.

O que fazer para evitar a infertilidade masculina

É fato que a infertilidade masculina pode ser motivada por inúmeros fatores, como hábitos diários e cuidados com a própria saúde, os quais podem agir a favor — ou contra — da fertilidade.

As dicas já bastante citadas de fazer exercícios regularmente, ter uma alimentação saudável e evitar o consumo de álcool e qualquer tipo de droga são extremamente importantes para homens que desejam ser pais. Bons hábitos como esses são essenciais para se manter o corpo saudável e evitar inúmeros problemas de saúde.

Mas, como em qualquer circunstância, a saúde do seu parceiro só estará de fato em dia se for acompanhada de exames de rotina. O problema é que isso ainda é um obstáculo para muito homens.

Exames que podem diagnosticar a infertilidade masculina

Esses exames são mais simples do que seus nomes possam sugerir e visam identificar anomalias ligadas aos testículos, aos espermatozoides e hormônios, elementos relacionados diretamente à infertilidade.

Alguns exemplos de exames que devem ser feitos rotineiramente pelos homens são os seguintes:

Espermograma

É composto por dois tipos de análise: a microscópica e a macroscópica. Elas possuem a finalidade de analisar todos os aspectos do sêmen coletado, como cor, viscosidade, volume, concentração e pH do sêmen, assim como motilidade e morfologia dos espermatozoides.

Autoexame

Assim como as mulheres devem realizar o autoexame das mamas, os homens devem realizar o autoexame testicular, incorporando-o à rotina. Trata-se de um exame que pode ser feito durante o banho, diariamente, a partir dos 15 anos de idade. O autoexame ajuda a identificar se há algo diferente na região, como sinais que indiquem presença do câncer de testículo.

Exames de sangue

Entre outras funções, esse exame identifica o nível de testosterona, FSH, LH, Estradiol e Prolactina.

Em alguns casos, pode-se avaliar o cariótipo, microdeleções do cromossomo Y ou mesmo testes genéticos para doenças específicas, como a fibrose cística.

Com a saúde em dia, acompanhada de um especialista e de cuidados diários em casa, como manter bons hábitos e realizar o autoexame testicular, as chances de ter problemas relacionados à fertilidade diminuem consideravelmente. Sendo assim, converse com seu parceiro o quanto antes sobre esses exames para que ele comece a se cuidar imediatamente.

Agora que você já está informada sobre o assunto, compartilhe este post nas suas redes sociais, assim mais pessoas que tenham dúvidas sobre a infertilidade masculina poderão se informar sobre isso.

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Comunicado

SARS Cov-2 (COVID 19): vacinas, reprodução assistida e grávidas
• Posição atual conjunta •

03 de fevereiro de 2021

Grandes avanços dos estudos colaborativos incluem hoje pelo menos 85 vacinas pré-clínicas em investigação ativa em animais, 65 em ensaios clínicos em humanos, com 20 vacinas que chegaram aos estágios finais de testagem, sendo 12 já em uso em diferentes países/situações. As principais vacinas disponíveis estão constituidas por partículas de RNA mensageiro (Pfizer-Biontech e Moderna), vírus inativado (CoronaVac,Sinopharma e Covaxin, Bharat Biotech), com adenovirus (Oxford-AstraZeneca, Johnson&Johnson e Sputnik V, Gamaleya).

A pandemia segue, e neste momento a discussão se centraliza no uso das vacinas disponíveis e as pacientes submetidas às técnicas de reprodução assistida, grávidas e populações de risco entre as grávidas.

Nossas sociedades, avaliando também as diretrizes emitidas por sociedades mundiais como a ESHRE, a ASRM, a IFFS e a ACOG (SOGC), consideram que dentro da disponibilidade possível:

1) A vacinação tem efetividade e não induz a risco aumentado de contrair a infecção por Covid 19. Embora ainda não hajam estudos humanos de longo prazo sobre a vacinação contra Covid-19 e gravidez, nenhuma das vacinas contém vírus Sars Cov-2 vivo.

2) Para indivíduos vulneráveis,que apresentam alto risco de infecção e / ou morbidade por COVID-19, dentre os quais estão as grávidas, não receber a vacina supera o risco de ser vacinado, previamente ou durante a gravidez. Inclui-se ainda neste grupo os profissionais de saúde e aqueles outros, de linha de frente, com maior risco de exposição.

3) Não há razão para atrasar as tentativas de gravidez ou tratamentos de reprodução assistida quando de vacina não disponível ou se pacientes fora de grupos de risco.

4) Decisões da utilização (ou não) das vacinas devem ser compartilhadas entre pacientes e médicos, respeitando-se os princípios éticos de autonomia, beneficência e não maleficência.

5) Esta informação sobre vacinas deve ser incluidas como um termo específico em um consentimento informado já existente. Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA

6) Seguirão atualizações, a cada momento que novos conhecimentos solidifiquem os dados atuais.

  • REDLARA - Red Latinoamericana de Reproducción Asistida
  • SBRA - Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida
  • SAMeR - Sociedad Argentina de Medicina Reproductiva
  • AMMR - Asociación Mexicana de Medicina de la Reproducción
  • PRONÚCLEO - Associação Brasileira de Embriologistas em Medicina Reprodutiva
  • SAEC - Sociedad Argentina de Embriología Clínica
  • SOCMER - Sociedad Chilena de Medicina Reproductiva
  • ACCER - Asociación de Centros Colombianos de Reproducción Humana
  • SURH - Sociedad Uruguaya de Reproducción Humana
  • AVEMERE - Asociación Venezolana de Medicina Reproductiva y Embriología

Referências
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