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Entenda o envolvimento do psicólogo na reprodução assistida

Entenda o envolvimento do psicólogo na reprodução assistida

Quando um casal encontra dificuldades em engravidar, tanto a autoconfiança quanto o relacionamento podem ser abalados. Se o médico confirmar uma possível infertilidade, o ideal é recorrer à reprodução assistida.

Muitos casais chegam psicologicamente fragilizados à clínica. As tentativas anteriores já trouxeram ansiedade, sentimentos de angústia e frustração. Agora, ainda terão que percorrer mais algumas etapas até a realização do sonho de ter filhos. Como a situação pode exigir muito do emocional dos parceiros, o ideal é que haja um acompanhamento profissional adequado.

Assim, mais do que você imagina, a presença do psicólogo na equipe médica pode ser importante para a realização desse grande sonho do casal. Confira os motivos!

As causas da infertilidade e o fator psicológico

É comum acreditar que, se há um problema de fertilidade, em geral, ele é decorrente de fatores femininos, mas isso não é verdade. Dos casos de infertilidade, podemos dividir a incidência em cerca de:

Até que se obtenha um diagnóstico final, alguns parceiros sentem-se culpados e nem sempre conversam abertamente entre si. Outros casais desentendem-se, culpando um ao outro intimamente.

Nesse contexto, o psicólogo cria um espaço de acolhimento ao casal, ouvindo suas histórias pessoais e familiares e dirimindo as dúvidas e os anseios de cada um. Nessa fase, dicas e conselhos são fundamentais para fortalecer os laços conjugais e superar o problema.

Após passarem por exames para o diagnóstico da causa da infertilidade, os futuros pais, aconselhados pelo médico, escolhem o método de reprodução assistida mais indicado e então começam as tentativas.

O estado psicológico durante a reprodução assistida

A equipe médica sempre alertará quanto aos possíveis insucessos. Embora a maioria dos casais que recorrem ao tratamento tenha êxito nesse processo, nem sempre ele é fácil de ser enfrentado. O casal poderá fazer mais de uma tentativa do método escolhido e, não raro, precisarão mudar de método.

O psicólogo media a comunicação entre equipe médica e pacientes e, assim, auxilia o casal a controlar suas expectativas e medos no decorrer do tratamento. É quase impossível tornar essa fase tranquila, mas é importante preservar a saúde psicológica dos futuros pais.

Por isso, a figura do psicólogo ajudará tanto a mulher quanto o homem a lidar com suas angústias e frustrações para evitar que tais sentimentos se agravem. Ele escutará a ambos de forma imparcial e sem julgamentos e contribuirá, positivamente, para a recuperação do controle emocional deles.

Reuniões em grupo como ferramenta de auxílio

Devido à avalanche de emoções que toma conta do casal, principalmente da mulher, por influência do tratamento hormonal, é comum a sensação de que esse problema aconteceu somente com eles. Nos eventos em que eles comparecem, a presença dos filhos pequenos de amigos e familiares parece reforçar essa ideia.

Contudo, isso não é verdade! Na clínica de reprodução assistida, há vários casais passando pela mesma situação. Alguns começaram há pouco, outros estão nesse caminho há mais tempo, todos com sentimentos em comum e experiências a compartilhar.

Assim, reuniões em grupo mediada por um psicólogo torna-se mais do que um espaço de trocas entre os casais: é uma importante rede de apoio emocional.

A conscientização de que outros vivenciam o mesmo e como eles lidam com isso no seu dia a dia é salutar. Ajuda a diminuir os sentimentos negativos que levam a ansiedade e a depressão.

Pois mesmo após o tratamento ser bem-sucedido e o casal engravidar, é preciso trabalhar as expectativas, fantasias e medos que surgem nesse momento. Mais uma vez, o apoio de um psicólogo faz-se necessário.

Logo, o acompanhamento psicológico tem se mostrado fundamental para o equilíbrio emocional do casal durante o processo de reprodução assistida e, principalmente, para o seu sucesso.

E então, gostou deste post? Assine a nossa newsletter e receba mais informações importantes!

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Comunicado

SARS Cov-2 (COVID 19): vacinas, reprodução assistida e grávidas
• Posição atual conjunta •

03 de fevereiro de 2021

Grandes avanços dos estudos colaborativos incluem hoje pelo menos 85 vacinas pré-clínicas em investigação ativa em animais, 65 em ensaios clínicos em humanos, com 20 vacinas que chegaram aos estágios finais de testagem, sendo 12 já em uso em diferentes países/situações. As principais vacinas disponíveis estão constituidas por partículas de RNA mensageiro (Pfizer-Biontech e Moderna), vírus inativado (CoronaVac,Sinopharma e Covaxin, Bharat Biotech), com adenovirus (Oxford-AstraZeneca, Johnson&Johnson e Sputnik V, Gamaleya).

A pandemia segue, e neste momento a discussão se centraliza no uso das vacinas disponíveis e as pacientes submetidas às técnicas de reprodução assistida, grávidas e populações de risco entre as grávidas.

Nossas sociedades, avaliando também as diretrizes emitidas por sociedades mundiais como a ESHRE, a ASRM, a IFFS e a ACOG (SOGC), consideram que dentro da disponibilidade possível:

1) A vacinação tem efetividade e não induz a risco aumentado de contrair a infecção por Covid 19. Embora ainda não hajam estudos humanos de longo prazo sobre a vacinação contra Covid-19 e gravidez, nenhuma das vacinas contém vírus Sars Cov-2 vivo.

2) Para indivíduos vulneráveis,que apresentam alto risco de infecção e / ou morbidade por COVID-19, dentre os quais estão as grávidas, não receber a vacina supera o risco de ser vacinado, previamente ou durante a gravidez. Inclui-se ainda neste grupo os profissionais de saúde e aqueles outros, de linha de frente, com maior risco de exposição.

3) Não há razão para atrasar as tentativas de gravidez ou tratamentos de reprodução assistida quando de vacina não disponível ou se pacientes fora de grupos de risco.

4) Decisões da utilização (ou não) das vacinas devem ser compartilhadas entre pacientes e médicos, respeitando-se os princípios éticos de autonomia, beneficência e não maleficência.

5) Esta informação sobre vacinas deve ser incluidas como um termo específico em um consentimento informado já existente. Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA

6) Seguirão atualizações, a cada momento que novos conhecimentos solidifiquem os dados atuais.

  • REDLARA - Red Latinoamericana de Reproducción Asistida
  • SBRA - Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida
  • SAMeR - Sociedad Argentina de Medicina Reproductiva
  • AMMR - Asociación Mexicana de Medicina de la Reproducción
  • PRONÚCLEO - Associação Brasileira de Embriologistas em Medicina Reprodutiva
  • SAEC - Sociedad Argentina de Embriología Clínica
  • SOCMER - Sociedad Chilena de Medicina Reproductiva
  • ACCER - Asociación de Centros Colombianos de Reproducción Humana
  • SURH - Sociedad Uruguaya de Reproducción Humana
  • AVEMERE - Asociación Venezolana de Medicina Reproductiva y Embriología

Referências
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