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Fertilidade: uma corrida contra o tempo?

Fertilidade: uma corrida contra o tempo?

Em um mundo com 7 bilhões de pessoas, um aumento considerável da expectativa de vida e uma acentuada queda no índice de natalidade, os questionamentos e a pressão com relação à gravidez e à infertilidade, principalmente no caso das mulheres, ainda são muito fortes.

Com a idade, a fertilidade de ambos os sexos diminui gradualmente, mas esse não deve ser o único critério para a decisão de ter um filho. Muitos outros fatores são importantes e devem ser levados em consideração: condições financeiras, psicológicas, familiares, além do próprio quadro clínico dos pais. Apesar de toda essa pressão social e familiar, a busca de um tratamento de fertilidade deve ser planejada e amadurecida de forma consciente.

Quer saber mais sobre o assunto? Então continue a leitura e confira!

Os aspectos de uma gravidez

Em entrevista à BBC Brasil, médicos, sociólogos e outros profissionais da área falaram sobre os aspectos da gravidez, tanto sociais quanto biológicos. As diferentes perspectivas abordam o próprio conceito de corrida biológica: é fato que após os 35 anos a taxa de fertilidade humana cai abruptamente. Contudo, é por volta dessa idade que se adquire maior independência financeira, que vem acompanhada da pressão social para a formação de uma família.

Esses são alguns dos principais motivos que levaram ao crescimento no índice de mulheres que se tornam mães acima de 35 anos no Brasil. Segundo o IBGE, em 2005, esse número era de 13% e cresceu para mais de 20% no último estudo divulgado. A evolução da ciência e o maior acesso a tratamentos de alta tecnologia são algumas das principais causas desse aumento.

Causas das infertilidades masculina e feminina

É necessário saber que a fertilidade da raça humana já é relativamente baixa: a cada ciclo menstrual, as chances de engravidar são de 20%. Muito além da idade, existem fatores físicos e comportamentais que podem influenciar nas fertilidades masculina e feminina.

A infertilidade não é um problema raro e atinge cerca de 15% dos casais no mundo. Em 30% deles, o problema é do homem, em outros 30%, da mulher, e, em 20%, o problema está nos dois: a chamada infertilidade conjugal. Já a infertilidade sem causa aparente, quando não há problemas físicos claros em nenhum dos parceiros, acomete cerca de 10% dos casais.

Os tratamentos de fertilidade mais conhecidos

Existem vários tipos de tratamentos e técnicas indicadas para a reprodução humana. Alguns deles são:

Quando procurar um tratamento para fertilidade

Cerca de 15% dos casais, no mundo inteiro, têm dificuldades para engravidar. As chances de uma gravidez aumentam muito se o casal tiver um estilo de vida saudável, realizar atividades físicas, adotar uma alimentação balanceada e não possuir vícios. Até mesmo o estresse e fatores emocionais afetam diretamente na taxa de fertilidade de ambos.

Em um ano de tentativas, cerca de 85% das mulheres abaixo dos 30 anos conseguem engravidar. A busca de um tratamento de infertilidade deve ser feita, para mulheres dessa idade, após um ano de tentativas sem sucesso. Já para mulheres acima de 35 anos, esse tempo se reduz para 6 meses.

Como reagir aos problemas de infertilidade

É importante que casais com problemas de fertilidade procurem auxílio especializado em reprodução. O diagnóstico da infertilidade é feito de forma conjunta, casal e médico. Será feita a investigação da causa da infertilidade e serão dadas orientações sobre os tratamentos mais recomendados.

Segundo a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, cerca de 90% dos casos de infertilidade são tratados com medicamentos ou cirurgia. Contudo, antes de qualquer tratamento, sempre busque referências do profissional, tanto com outros médicos como na Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida.

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Comunicado

Nota conjunta com atualização de posicionamento sobre a COVID-19 e os tratamentos de reprodução assistida

Informações complementares à nota emitida em 21 de março de 2020

A Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida – SBRA e a Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA, acompanhando as demais sociedades mundiais e face à presença da pandemia de Covid-19, emitiram comunicado em 17 e 21 de março de 2020. Globalmente, e na América Latina não foi diferente, ciclos iniciados foram completados, decisões de congelamento tomadas, transferências discutidas e, na maioria das vezes, postergadas. Desde o início, entendemos que poderiam haver situações a serem individualizadas, como os casos oncológicos, em que pacientes necessitariam com urgência da preservação de seus gametas previamente a procedimentos cirúrgicos ou eventual quimioterapia que pudesse afetar sua fertilidade futura. Ao mesmo tempo, havia outros casos susceptíveis de individualização.

Passados 30 dias, com novos dados sobre a Covid-19, reconhecendo novos cenários para diferentes países, regiões ou cidades, além da realidade de um período claro de extensão da pandemia, que a infertilidade é definida pela OMS como doença, assim como a própria OMS define o direito de autonomia dos pacientes e:

CONSIDERANDO que, sob a luz de novas evidências científicas, este posicionamento deverá seguir sendo atualizado em momentos sucessivos;

CONSIDERANDO que, segundo a literatura médica, não se identificou até o momento a presença de vírus nos gametas e tratos genitais masculino ou feminino;

CONSIDERANDO que, até o momento, não há evidências a respeito das repercussões do Covid-19 sobre a gestação inicial;

CONSIDERANDO a preocupação com relação às evidências científicas emergentes quanto à possibilidade de transmissão vertical – isto é, da mãe para o bebê;

CONSIDERANDO que os serviços de reprodução assistida devam seguir as recomendações governamentais, respeitando as particularidades locais;

CONSIDERANDO a observação das medidas de distanciamento social, com cuidados na preservação dos pacientes e equipes, quando da assistência;

CONSIDERANDO as condutas para mitigar a sobrecarga do sistema de saúde local;

CONSIDERANDO que o adiamento dos tratamentos de reprodução assistida abrange determinados casos extremamente sensíveis ao tempo e, portanto, inadiáveis, com risco de condenar pessoas a uma infertilidade irreversível – ou seja, esterilidade; e

CONSIDERANDO o respeito à autonomia do paciente,

RECOMENDAM que ciclos de reprodução assistida possam ser realizados sob juízo do profissional assistente, em decisão compartilhada com os usuários do serviço, de forma personalizada, fundamentados e bem documentados, com precaução e bom-senso, evitando-se transferências embrionárias neste momento.

Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida – SBRA
Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA


Referências