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Gravidez após os 40 anos – possibilidades e riscos

Gravidez após os 40 anos – possibilidades e riscos

Gravidez após os 40 anos – possibilidades e riscos
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A gravidez de mulheres depois dos 40 anos não causa mais espanto. Atrizes famosas, muitas vezes bem acima dos 40, apresentam orgulhosas seus bebês.

“Hoje, é bastante comum sermos procurados por mulheres acima dos quarenta anos que querem iniciar uma família, ou em busca do segundo ou terceiro filho”, conta o ginecologista Selmo Geber, diretor da Clínica Origen de Reprodução Assistida.

Mais uma vez, as mudanças nos padrões sociais são a justificativa para o fato. “Não podemos negar que a inserção cada vez maior da mulher no mercado de trabalho trouxe mudanças expressivas na organização familiar”, ressalta Geber.

A essa mudança somam-se outras alterações sociais significativas, como a maior dificuldade de estabilização financeira, a necessidade crescente de investimentos em educação para o crescimento profissional.

“As pessoas querem aproveitar bem a vida antes de se fixarem e constituírem uma família”, diz.

“Também não podemos deixar de lado a melhoria das técnicas de reprodução assistida, que tentam acompanhar as mudanças sociais, melhorando cada vez mais os resultados e ‘ampliando’ a idade fértil da mulher.

“Assim, elas se sentem mais seguras para encarar uma gravidez depois dos 40 e mais confiantes no sucesso dos tratamentos”, explica o médico.

Há riscos depois dos 40?

O especialista lembra, porém, que os riscos não são nulos e que, quanto mais tarde a mulher optar por engravidar, maiores são as chances de gestação de risco ou alterações genéticas na criança, como a Síndrome de Down.

Segundo Geber, quando a futura mãe tem 20 anos, apenas um bebê em cada 1.500 tem Síndrome de Down. Em filhos de mães de 35 anos, a ocorrência é seis vezes maior: uma criança em cada 250 nascimentos.

“Aos 40 anos, a chance de gerar um filho com Síndrome de Down é de 1%. Já aos 45, as estatísticas chegam a 4%, ou seja, um filho a cada 25 nascimentos”, explica o especialista.

Hoje já existem exames feitos na criança ainda no útero da mãe que são capazes de detectar alterações genéticas. Porém, ainda não é possível corrigi-las. Por isso, as mulheres que desejam engravidar devem estar cientes do risco, e, acima de tudo, fazer um bom pré-natal.

“Por mais que avancemos, sempre a idade será o pior fator prognóstico. Mesmo com todas as melhorias, não recomendamos o adiamento da gravidez para depois dos 35 anos”, ressalta.

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