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Hábitos de vida e fertilidade: qual a relação?

Hábitos de vida e fertilidade: qual a relação?

Embora muitas pessoas saibam que manter bons hábitos cotidianos melhora a qualidade de vida, nem todos conhecem os efeitos desses hábitos na prevenção de doenças e alterações que podem levar a quadros de infertilidade masculina e infertilidade feminina.

Assim como a saúde do corpo em geral, também a integridade dos órgãos e estruturas do sistema reprodutivo, bem como a dinâmica hormonal que orquestra suas funções, são influenciados diretamente pelos alimentos que ingerimos, o nível de estresse de nossas vidas e o contato constante com substâncias como tabaco, cafeína e o álcool.

Especialmente os casais que estão tentando engravidar devem estar atentos aos seus hábitos cotidianos, buscando melhorar a saúde integral – incluindo aspectos emocionais – como forma de potencializar as chances de engravidar e manter a gestação sem maiores preocupações.

Mesmo aqueles que recebem indicação para o tratamento da infertilidade conjugal, por meio das técnicas de reprodução assistida – RSP (relação sexual programada), IA (inseminação artificial) e FIV (fertilização in vitro) –, passam melhor pelos procedimentos ao conservar costumes saudáveis de cuidado com o corpo e a mente.

O artigo a seguir aborda os principais aspectos que relacionam a manutenção de bons hábitos de vida à conservação da fertilidade em homens e mulheres, aproveite a leitura!

Que hábitos devo evitar, ao dar início às tentativas para engravidar?

Diversos aspectos da fertilidade de homens e mulheres podem ser alterados por práticas cotidianas pouco saudáveis, como o consumo exagerado de álcool, tabagismo e má alimentação, principalmente a formação e amadurecimento das células reprodutivas e o equilíbrio hormonal.

Tabaco e álcool

Essas substâncias interagem com a fertilidade de algumas formas: aumentando as chances de danos às células reprodutivas, causando problemas circulatórios, que se refletem na integridade da placenta, e alterando a dinâmica hormonal.

O aumento na emissão de radicais livres, provocado principalmente pelo tabaco, mas também pelo consumo exagerado de álcool, pode provocar danos ao DNA espermático, nos homens, e afetar a reserva ovariana, nas mulheres.

Enquanto os danos espermáticos podem regredir após a interrupção do uso dessas substâncias, nas mulheres os problemas com a reserva ovariana podem ser irreversíveis.

As alterações circulatórias podem diminuir a irrigação da placenta aumentando as chances de descolamento de placenta, perda gestacioanl e aborto de repetição.

Má alimentação

Nos dias de hoje, principalmente em função de rotinas profissionais mais corridas ou estressantes, as pessoas têm dificuldades em manter hábitos alimentares mais saudáveis, e acabam consumindo mais alimentos industrializados do que frescos, ou mantendo dietas ricas em lipídios e carboidratos e pobres em vitaminas, minerais e proteínas.

A má alimentação pode provocar deficiências nutricionais e, associada à ausência ou excesso de atividades físicas, também alterações no IMC (índice de massa corpórea), que prejudicam o bom desempenho das funções fisiológicas, inclusive reprodutivas.

Alguns exemplos que mostram a relação direta entre alimentação e prática de exercícios físicos com a fertilidade incluem:

Homens e mulheres com baixa concentração de vitamina B12, que atua na qualidade e estabilidade genética das células reprodutivas e regularidade do ciclo menstrual;

Obesidade, em que as mulheres apresentam níveis alterados principalmente do hormônio masculino (testosterona), e os homens podem sofrer diminuição na libido e danos ao DNA espermático;

Pessoas que desenvolvem distúrbios alimentares, como a anorexia e bulimia, que provoca alterações principalmente na concentração de estrogênios.

Quais bons hábitos de vida devo manter durante as tentativas para engravidar?

É comum que os casais busquem informações sobre como melhorar sua qualidade de vida e o potencial de fertilidade, especialmente quando decidem levar adiante o plano de ter filhos.

Uma rotina que garanta bons níveis de qualidade de vida inclui principalmente práticas que incentivem o cuidado com o corpo e com a saúde mental:

Quais as consequências dos hábitos de vida pouco saudáveis?

Embora o texto aborde principalmente os danos à fertilidade de homens e mulheres, causados pela manutenção de práticas cotidianas pouco saudáveis, esses prejuízos de estendem para toda a saúde do corpo.

Pessoas que mantém as práticas desaconselhadas neste artigo – má alimentação, tabagismo, etilismo, rotina de sono prejudicial e atividades físicas ausentes ou exageradas – têm mais chance de apresentar queda na qualidade de vida, o que inclui sensação constante de fadiga e cansaço, mal humor e oscilações emocionais, dores no corpo, dores de cabeça, incômodos gastrointestinais e respiratórios.

Além disso, o corpo passa a ficar mais vulnerável à instalação de doenças, sejam elas causadas por agentes microbianos, como infecções, ou por desequilíbrios hormonais, como diabetes e SOP (síndrome dos ovários policísticos).

Além disso, o aumento no estresse oxidativo das células corporais como um todo, uma das principais consequências do tabagismo e do estresse, leva a um quadro de envelhecimento precoce generalizado, que provoca prejuízos fisiológicos, como a infertilidade, e emocionais.

Entenda melhor alguns aspectos da infertilidade tocando neste link.

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Comunicado

SARS Cov-2 (COVID 19): vacinas, reprodução assistida e grávidas
• Posição atual conjunta •

03 de fevereiro de 2021

Grandes avanços dos estudos colaborativos incluem hoje pelo menos 85 vacinas pré-clínicas em investigação ativa em animais, 65 em ensaios clínicos em humanos, com 20 vacinas que chegaram aos estágios finais de testagem, sendo 12 já em uso em diferentes países/situações. As principais vacinas disponíveis estão constituidas por partículas de RNA mensageiro (Pfizer-Biontech e Moderna), vírus inativado (CoronaVac,Sinopharma e Covaxin, Bharat Biotech), com adenovirus (Oxford-AstraZeneca, Johnson&Johnson e Sputnik V, Gamaleya).

A pandemia segue, e neste momento a discussão se centraliza no uso das vacinas disponíveis e as pacientes submetidas às técnicas de reprodução assistida, grávidas e populações de risco entre as grávidas.

Nossas sociedades, avaliando também as diretrizes emitidas por sociedades mundiais como a ESHRE, a ASRM, a IFFS e a ACOG (SOGC), consideram que dentro da disponibilidade possível:

1) A vacinação tem efetividade e não induz a risco aumentado de contrair a infecção por Covid 19. Embora ainda não hajam estudos humanos de longo prazo sobre a vacinação contra Covid-19 e gravidez, nenhuma das vacinas contém vírus Sars Cov-2 vivo.

2) Para indivíduos vulneráveis,que apresentam alto risco de infecção e / ou morbidade por COVID-19, dentre os quais estão as grávidas, não receber a vacina supera o risco de ser vacinado, previamente ou durante a gravidez. Inclui-se ainda neste grupo os profissionais de saúde e aqueles outros, de linha de frente, com maior risco de exposição.

3) Não há razão para atrasar as tentativas de gravidez ou tratamentos de reprodução assistida quando de vacina não disponível ou se pacientes fora de grupos de risco.

4) Decisões da utilização (ou não) das vacinas devem ser compartilhadas entre pacientes e médicos, respeitando-se os princípios éticos de autonomia, beneficência e não maleficência.

5) Esta informação sobre vacinas deve ser incluidas como um termo específico em um consentimento informado já existente. Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA

6) Seguirão atualizações, a cada momento que novos conhecimentos solidifiquem os dados atuais.

  • REDLARA - Red Latinoamericana de Reproducción Asistida
  • SBRA - Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida
  • SAMeR - Sociedad Argentina de Medicina Reproductiva
  • AMMR - Asociación Mexicana de Medicina de la Reproducción
  • PRONÚCLEO - Associação Brasileira de Embriologistas em Medicina Reprodutiva
  • SAEC - Sociedad Argentina de Embriología Clínica
  • SOCMER - Sociedad Chilena de Medicina Reproductiva
  • ACCER - Asociación de Centros Colombianos de Reproducción Humana
  • SURH - Sociedad Uruguaya de Reproducción Humana
  • AVEMERE - Asociación Venezolana de Medicina Reproductiva y Embriología

Referências
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