Fechar

Selecione uma unidade para enviar um Whatsapp:

Belo Horizonte - (31) 99650-0786 Juiz de Fora - (32) 98888-2776 Governador Valadares - (33) 98866-1706 Rio de Janeiro - (21) 99566-1850 Manhuaçu - MG - (33) 98855-0015

agendamento de consulta

Unidade Belo Horizonte | +55 (31) 2102-6363

Infertilidade masculina e seus tratamentos

Infertilidade masculina e seus tratamentos

A infertilidade pode estar se tornando um problema maior para os homens do que para as mulheres. Segundo pesquisa da Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia, em 52% dos casos, o tratamento para combater a infertilidade masculina supera a técnica utilizada em mulheres que querem ter filhos e não conseguem.

Tradicionalmente, a infertilidade afeta ambos os sexos na mesma proporção. Mas a queda na qualidade do esperma – devido a toxinas ambientais – está entre os fatores que contribuem para o aumento da infertilidade masculina.

De acordo com o especialista em Reprodução Assistida Marcos Sampaio, os fatores ambientais se tornaram uma grande preocupação.

“O crescimento urbano desgovernado, o número cada vez maior de automóveis nas ruas, o uso de inseticidas e solventes – todos esses fatores podem atingir a fertilidade do ser humano. É um problema de saúde pública que merece atenção”, explica.

No Brasil, dados do Ministério da Saúde apontam que os homens são responsáveis por 40% dos casos de esterilidade. Na Clínica Origen, que é especializada em Reprodução Humana Assistida, esse número se repete.

Entre as causas mais comuns da infertilidade masculina estão a dilatação anormal das veias dos testículos, infecções e inflamações no aparelho reprodutivo masculino, falha na descida dos testículos, alterações hormonais, traumas cirúrgicos, produção de anticorpos antiespermatozoides e anomalias genéticas.

Álcool, fumo e drogas também levam à infertilidade.

“O aspecto psicológico, ainda que controverso, também deve ser levado em consideração. O estresse pode levar a alterações do sistema nervoso central, fazendo com que a hipófise funcione de forma debilitada. Assim, a produção de hormônios que atuam nos testículos diminui e há queda na produção de espermatozoides”, explica o especialista Marcos Sampaio.

Espermograma

O espermograma é o primeiro exame a ser feito quando há suspeita de infertilidade masculina. A partir da análise do sêmen, são constatadas a qualidade e a vitalidade dos espermatozoides.

Para se chegar a um diagnóstico definitivo, o exame deve ser repetido pelo menos três vezes, a cada 21 dias, pois os espermatozoides passam por um processo de renovação e maturação a cada 74 dias.

Quando o resultado do exame detecta qualidade ou quantidade muito abaixo do necessário para uma gravidez natural, é possível recorrer às técnicas de reprodução assistida, como Inseminação Artificial e FIV (Fertilização in Vitro).

Compartilhe:

Se inscrever
Notificação de
0 Comentários
Inline Feedbacks
View all comments
Faça seu agendamento

Proporcionamos um atendimento exclusivo exatamente como você merece.

AGENDE SUA CONSULTA
ENTRE EM CONTATO

Alguma dúvida sobre fertilidade?
Fale conosco

Comunicado

Nota conjunta com atualização de posicionamento sobre a COVID-19 e os tratamentos de reprodução assistida

Informações complementares à nota emitida em 21 de março de 2020

A Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida – SBRA e a Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA, acompanhando as demais sociedades mundiais e face à presença da pandemia de Covid-19, emitiram comunicado em 17 e 21 de março de 2020. Globalmente, e na América Latina não foi diferente, ciclos iniciados foram completados, decisões de congelamento tomadas, transferências discutidas e, na maioria das vezes, postergadas. Desde o início, entendemos que poderiam haver situações a serem individualizadas, como os casos oncológicos, em que pacientes necessitariam com urgência da preservação de seus gametas previamente a procedimentos cirúrgicos ou eventual quimioterapia que pudesse afetar sua fertilidade futura. Ao mesmo tempo, havia outros casos susceptíveis de individualização.

Passados 30 dias, com novos dados sobre a Covid-19, reconhecendo novos cenários para diferentes países, regiões ou cidades, além da realidade de um período claro de extensão da pandemia, que a infertilidade é definida pela OMS como doença, assim como a própria OMS define o direito de autonomia dos pacientes e:

CONSIDERANDO que, sob a luz de novas evidências científicas, este posicionamento deverá seguir sendo atualizado em momentos sucessivos;

CONSIDERANDO que, segundo a literatura médica, não se identificou até o momento a presença de vírus nos gametas e tratos genitais masculino ou feminino;

CONSIDERANDO que, até o momento, não há evidências a respeito das repercussões do Covid-19 sobre a gestação inicial;

CONSIDERANDO a preocupação com relação às evidências científicas emergentes quanto à possibilidade de transmissão vertical – isto é, da mãe para o bebê;

CONSIDERANDO que os serviços de reprodução assistida devam seguir as recomendações governamentais, respeitando as particularidades locais;

CONSIDERANDO a observação das medidas de distanciamento social, com cuidados na preservação dos pacientes e equipes, quando da assistência;

CONSIDERANDO as condutas para mitigar a sobrecarga do sistema de saúde local;

CONSIDERANDO que o adiamento dos tratamentos de reprodução assistida abrange determinados casos extremamente sensíveis ao tempo e, portanto, inadiáveis, com risco de condenar pessoas a uma infertilidade irreversível – ou seja, esterilidade; e

CONSIDERANDO o respeito à autonomia do paciente,

RECOMENDAM que ciclos de reprodução assistida possam ser realizados sob juízo do profissional assistente, em decisão compartilhada com os usuários do serviço, de forma personalizada, fundamentados e bem documentados, com precaução e bom-senso, evitando-se transferências embrionárias neste momento.

Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida – SBRA
Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA


Referências