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Investigação da infertilidade feminina: como é feita?

Investigação da infertilidade feminina: como é feita?

A ansiedade devido à dificuldade em engravidar afeta a qualidade de vida de milhares de casais. Tanto a infertilidade feminina, quanto a masculina possuem a mesma probabilidade de acontecer, por isso, a investigação da saúde reprodutiva do casal com um especialista é essencial.

Porém, investigar as causas da infertilidade conjugal é um grande desafio. Cada casal é único e a dificuldade para ter filhos pode estar relacionada a uma pessoa ou ser resultado da combinação de ambos.

A medicina evoluiu e, atualmente, temos acesso a exames capazes de diagnosticar doenças e condições que podem causar a infertilidade feminina com mais rapidez. Por isso, neste artigo, vamos mostrar como é feita a investigação da infertilidade feminina e quais são os exames mais solicitados.

Boa leitura!

Como é feita a investigação da infertilidade feminina?

A cada mês, um casal em que a mulher tem até 35 anos possui aproximadamente 20% de chances de engravidar naturalmente. Por isso, não é incomum demorar alguns meses para que a gravidez aconteça. Para aumentar as chances de um resultado positivo, o ideal é que as relações sexuais aconteçam com mais frequência durante o período fértil da mulher.

A infertilidade feminina pode estar relacionada com distúrbios que impedem a ovulação, dificultam a fecundação ou a implantação do embrião. Mesmo após a confirmação da gravidez, alguns fatores também podem atrapalhar o desenvolvimento do embrião, provocando um abortamento. Por isso, para investigarmos o motivo da dificuldade para engravidar, alguns exames são indicados.

Quais são os exames mais solicitados na investigação da infertilidade feminina?

A investigação da infertilidade feminina está relacionada a muitos fatores, por isso, o processo é totalmente individualizado. Entre os exames que compõem a investigação inicial, temos: a ultrassonografia transvaginal, o exame de sangue e a histerossalpingografia. A seguir, saiba mais sobre eles.

Ultrassonografia transvaginal

Além de fazer parte dos exames ginecológicos de rotina, a ultrassonografia transvaginal também é muito importante para o diagnóstico da infertilidade feminina. Ele consiste em um exame de imagem que avalia o canal vaginal, o útero, as tubas uterinas e os ovários da paciente.

Também é utilizado para rastrear a ovulação e verificar se a mulher está ovulando corretamente. Por meio da ultrassonografia transvaginal podemos diagnosticar doenças como a endometriose, miomas, pólipos endometriais e gestação ectópica.

Avaliação hormonal

Os hormônios exercem uma grande influência na saúde reprodutiva da mulher. O exame de dosagem hormonal é realizado pela coleta de sangue. A partir dele podemos detectar desequilíbrios hormonais que podem resultar em distúrbios ovulatórios, uma das principais causas de infertilidade feminina.

Histerossalpingografia

A histerossalpingografia é um outro tipo de exame de imagem que utiliza o raio-X para avaliar as condições do útero e das tubas uterinas. Para obter imagens mais nítidas, um contraste é injetado no colo do útero, percorrendo os órgãos reprodutivos da paciente. O exame é indicado para investigar malformações uterinas, obstruções tubárias, tumores e aderências.

Caso seja necessário, exames mais específicos também podem ser solicitados para confirmar o diagnóstico de infertilidade feminina.

Quais são os próximos passos após o diagnóstico da infertilidade feminina?

O diagnóstico é baseado nos resultados dos exames e nas informações passadas pela paciente. Na anamnese sabemos sobre o histórico familiar e clínico da mulher, o seu estilo de vida e a presença de sintomas, como alguma alteração na menstruação. Esses e outros dados são fundamentais para levantar hipóteses e dar início à investigação da infertilidade feminina.

Com os avanços da medicina reprodutiva, o diagnóstico de infertilidade feminina deixou de significar que o sonho de ter filhos biológicos acabou. Todo o processo de investigação da infertilidade conjugal é feito de forma individualizada, pois cada casal possui as suas particularidades.

Atualmente, existem tratamentos que podem reverter a infertilidade. E ainda, é possível recorrer à reprodução assistida.

Nos casos de miomas, pólipos e endometriose que afetam a saúde reprodutiva, por exemplo, é possível engravidar naturalmente após o tratamento cirúrgico. Além disso, a reprodução assistida também apresenta excelentes resultados e a técnica utilizada deve ser escolhida de acordo com as necessidades de cada casal.

De forma geral, as de baixa complexidade, relação sexual programada e inseminação artificial, são indicadas para casais com fatores leves de infertilidade e pacientes com até 35 anos. Enquanto a técnica de alta complexidade (a fertilização in vitro) é recomendada para casos mais graves de infertilidade conjugal.

A investigação da infertilidade conjugal deve considerar os fatores femininos, masculinos e a interação entre eles, devido a sua complexidade. Com relação à infertilidade feminina, os exames mais solicitados visam analisar o nível dos hormônios, a reserva ovariana e as condições dos órgãos do sistema reprodutor.

A partir do diagnóstico, o médico pode indicar o melhor tratamento para o casal engravidar.

A infertilidade conjugal é um tema extenso e, neste artigo, focamos em como é feita a investigação dos fatores femininos. Para saber mais sobre o assunto e as suas principais causas, acesse outro texto.

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Comunicado

SARS Cov-2 (COVID 19): vacinas, reprodução assistida e grávidas
• Posição atual conjunta •

03 de fevereiro de 2021

Grandes avanços dos estudos colaborativos incluem hoje pelo menos 85 vacinas pré-clínicas em investigação ativa em animais, 65 em ensaios clínicos em humanos, com 20 vacinas que chegaram aos estágios finais de testagem, sendo 12 já em uso em diferentes países/situações. As principais vacinas disponíveis estão constituidas por partículas de RNA mensageiro (Pfizer-Biontech e Moderna), vírus inativado (CoronaVac,Sinopharma e Covaxin, Bharat Biotech), com adenovirus (Oxford-AstraZeneca, Johnson&Johnson e Sputnik V, Gamaleya).

A pandemia segue, e neste momento a discussão se centraliza no uso das vacinas disponíveis e as pacientes submetidas às técnicas de reprodução assistida, grávidas e populações de risco entre as grávidas.

Nossas sociedades, avaliando também as diretrizes emitidas por sociedades mundiais como a ESHRE, a ASRM, a IFFS e a ACOG (SOGC), consideram que dentro da disponibilidade possível:

1) A vacinação tem efetividade e não induz a risco aumentado de contrair a infecção por Covid 19. Embora ainda não hajam estudos humanos de longo prazo sobre a vacinação contra Covid-19 e gravidez, nenhuma das vacinas contém vírus Sars Cov-2 vivo.

2) Para indivíduos vulneráveis,que apresentam alto risco de infecção e / ou morbidade por COVID-19, dentre os quais estão as grávidas, não receber a vacina supera o risco de ser vacinado, previamente ou durante a gravidez. Inclui-se ainda neste grupo os profissionais de saúde e aqueles outros, de linha de frente, com maior risco de exposição.

3) Não há razão para atrasar as tentativas de gravidez ou tratamentos de reprodução assistida quando de vacina não disponível ou se pacientes fora de grupos de risco.

4) Decisões da utilização (ou não) das vacinas devem ser compartilhadas entre pacientes e médicos, respeitando-se os princípios éticos de autonomia, beneficência e não maleficência.

5) Esta informação sobre vacinas deve ser incluidas como um termo específico em um consentimento informado já existente. Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA

6) Seguirão atualizações, a cada momento que novos conhecimentos solidifiquem os dados atuais.

  • REDLARA - Red Latinoamericana de Reproducción Asistida
  • SBRA - Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida
  • SAMeR - Sociedad Argentina de Medicina Reproductiva
  • AMMR - Asociación Mexicana de Medicina de la Reproducción
  • PRONÚCLEO - Associação Brasileira de Embriologistas em Medicina Reprodutiva
  • SAEC - Sociedad Argentina de Embriología Clínica
  • SOCMER - Sociedad Chilena de Medicina Reproductiva
  • ACCER - Asociación de Centros Colombianos de Reproducción Humana
  • SURH - Sociedad Uruguaya de Reproducción Humana
  • AVEMERE - Asociación Venezolana de Medicina Reproductiva y Embriología

Referências
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