Fechar

Selecione uma unidade para enviar um Whatsapp:

Belo Horizonte - (31) 9979-01109 Juiz de Fora - (32) 98888-2776 Governador Valadares - (33) 98866-1706 Rio de Janeiro - (21) 99566-1850 Manhuaçu - MG - (33) 98855-0015

agendamento de consulta

Unidade Belo Horizonte | +55 (31) 2102-6363

Investigação da infertilidade masculina: conheça os detalhes

Investigação da infertilidade masculina: conheça os detalhes

Por muito tempo, a culpa pela dificuldade para engravidar era atribuída às mulheres. No entanto, sabemos que essa não é a realidade. O que ocorre é a infertilidade conjugal, onde o homem, a mulher ou os dois podem ter fatores relacionados com a infertilidade.

Por isso, como ambos os sexos possuem a mesma chance de ser infértil, o casal deve ser avaliado por um especialista ao perceber esse problema. A investigação da infertilidade masculina e feminina consiste em obter informações sobre o histórico clínico do casal e realizar alguns exames para identificar a causa e definir o melhor tratamento.

Durante a avaliação da saúde reprodutiva das mulheres, a paciente realiza exames de sangue, de dosagem hormonal e de imagem para identificar alterações que podem causar infertilidade.

A investigação da infertilidade masculina acaba sendo mais simples, porém, não menos importante. Por isso, neste artigo, vamos mostrar como ela é realizada. Boa leitura!

O que é infertilidade?

A infertilidade é considerada um problema de saúde pública, atingindo milhões de casais em todo o mundo. Ela é descrita como a dificuldade para engravidar após 12 meses de tentativas sem o uso de métodos contraceptivos. Se a mulher tiver mais que 35 anos, esse prazo diminui para 6 meses.

Ao perceber a dificuldade para engravidar, o casal deve procurar ajuda médica. A infertilidade é um problema conjugal, por isso, tanto o homem quanto a mulher devem ser avaliados.

De forma geral, 40% dos casos estão associados a fatores masculinos, 40% a femininos, 10% a ambos e, nos 10% restantes, não é possível descobrir a causa (o que chamamos de infertilidade sem causa aparente).

Para que a gravidez aconteça, vários fatores precisam estar alinhados. A mulher deve ovular, ou seja, liberar o óvulo para uma das tubas uterinas para encontrar o espermatozoide. Ao mesmo tempo, é esperado que o sêmen esteja normal para fecundar o óvulo.

Quando o assunto é a infertilidade masculina, sabemos que ela está relacionada a uma alteração na qualidade ou na quantidade de espermatozoides, o gameta masculino. Algumas causas têm tratamento e são reversíveis, porém, caso seja necessário, a reprodução assistida é indicada.

Quais são os exames mais solicitados na investigação da infertilidade masculina?

A investigação da infertilidade conjugal é um processo individualizado, por isso, os exames realizados variam de acordo com as particularidades de cada casal. Em comum, todos eles passam pelas etapas de consulta, anamnese, exame físico e exames complementares.

No caso dos homens, o espermograma está na lista de exames obrigatórios. Ele é um exame laboratorial cujo objetivo é avaliar a qualidade do sêmen, seguindo os critérios pré-estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

A partir da amostra coletada é feita uma análise macro e microscópica. A primeira avalia as condições físicas do sêmen, como:

E alguns dos critérios microscópicos são:

Com o resultado do espermograma podemos identificar se existe alguma alteração seminal. Por exemplo, uma das principais causas de infertilidade masculina é a azoospermia, condição diagnosticada pela ausência de espermatozoides no sêmen ejaculado. Outros exames também podem ser solicitados, caso seja necessário.

Como é feito o diagnóstico da infertilidade masculina?

A partir da avaliação da saúde reprodutiva do casal é possível diagnosticar a causa da dificuldade para engravidar. O resultado dos exames, a anamnese e o histórico familiar fornecem as informações necessárias sobre o paciente para indicar o melhor tratamento.

A infertilidade masculina pode estar relacionada com a produção, o transporte ou a qualidade dos espermatozoides. A seguir, selecionamos as suas principais causas.

Varicocele

A varicocele é uma das causas mais comuns de infertilidade masculina. Ela é caracterizada pela dilatação anormal das veias espermáticas. Com isso, a temperatura da região testicular aumenta, afetando a produção dos espermatozoides.

Infecções

As infecções provocam um processo inflamatório no sistema reprodutor que interfere na produção e no transporte dos gametas masculinos. Entre as principais estão as doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) como a clamídia e a gonorreia que, quando não são tratadas de forma adequada, podem causar problemas de infertilidade masculina.

As mais conhecidas são a orquite (infecção nos testículos), a prostatite (infecção na próstata), a epididimite (infecção nos epidídimos), entre outras.

Desequilíbrio hormonal

Os hormônios são muito importantes para o bom funcionamento do organismo. A presença de algum desequilíbrio na produção de testosterona, estrogênio ou problemas na tireoide podem dificultar a produção de espermatozoides.

Fatores genéticos

Algumas condições genéticas podem ocorrer devido a uma alteração cromossômica provocando um problema na qualidade ou na produção de espermatozoides. Elas também podem ser transmitidas para o feto e aumentam o risco de falhas na implantação do embrião e abortamento de repetição.

O sonho de aumentar a família pode ser mais difícil para alguns casais. Após 12 meses de tentativas sem sucesso, eles devem procurar ajuda médica para serem avaliados. A infertilidade masculina é feita com base no histórico do paciente, anamnese e exames, como o espermograma. Em comum, as causas da infertilidade masculina provocam uma alteração na qualidade ou na quantidade dos espermatozoides.

Para saber mais sobre esse tema, confira a nossa página sobre a infertilidade masculina!

Compartilhe:

Se inscrever
Notificação de
0 Comentários
Inline Feedbacks
View all comments
Faça seu agendamento

Proporcionamos um atendimento exclusivo exatamente como você merece.

AGENDE SUA CONSULTA
ENTRE EM CONTATO

Alguma dúvida sobre fertilidade?
Fale conosco

Comunicado

SARS Cov-2 (COVID 19): vacinas, reprodução assistida e grávidas
• Posição atual conjunta •

03 de fevereiro de 2021

Grandes avanços dos estudos colaborativos incluem hoje pelo menos 85 vacinas pré-clínicas em investigação ativa em animais, 65 em ensaios clínicos em humanos, com 20 vacinas que chegaram aos estágios finais de testagem, sendo 12 já em uso em diferentes países/situações. As principais vacinas disponíveis estão constituidas por partículas de RNA mensageiro (Pfizer-Biontech e Moderna), vírus inativado (CoronaVac,Sinopharma e Covaxin, Bharat Biotech), com adenovirus (Oxford-AstraZeneca, Johnson&Johnson e Sputnik V, Gamaleya).

A pandemia segue, e neste momento a discussão se centraliza no uso das vacinas disponíveis e as pacientes submetidas às técnicas de reprodução assistida, grávidas e populações de risco entre as grávidas.

Nossas sociedades, avaliando também as diretrizes emitidas por sociedades mundiais como a ESHRE, a ASRM, a IFFS e a ACOG (SOGC), consideram que dentro da disponibilidade possível:

1) A vacinação tem efetividade e não induz a risco aumentado de contrair a infecção por Covid 19. Embora ainda não hajam estudos humanos de longo prazo sobre a vacinação contra Covid-19 e gravidez, nenhuma das vacinas contém vírus Sars Cov-2 vivo.

2) Para indivíduos vulneráveis,que apresentam alto risco de infecção e / ou morbidade por COVID-19, dentre os quais estão as grávidas, não receber a vacina supera o risco de ser vacinado, previamente ou durante a gravidez. Inclui-se ainda neste grupo os profissionais de saúde e aqueles outros, de linha de frente, com maior risco de exposição.

3) Não há razão para atrasar as tentativas de gravidez ou tratamentos de reprodução assistida quando de vacina não disponível ou se pacientes fora de grupos de risco.

4) Decisões da utilização (ou não) das vacinas devem ser compartilhadas entre pacientes e médicos, respeitando-se os princípios éticos de autonomia, beneficência e não maleficência.

5) Esta informação sobre vacinas deve ser incluidas como um termo específico em um consentimento informado já existente. Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA

6) Seguirão atualizações, a cada momento que novos conhecimentos solidifiquem os dados atuais.

  • REDLARA - Red Latinoamericana de Reproducción Asistida
  • SBRA - Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida
  • SAMeR - Sociedad Argentina de Medicina Reproductiva
  • AMMR - Asociación Mexicana de Medicina de la Reproducción
  • PRONÚCLEO - Associação Brasileira de Embriologistas em Medicina Reprodutiva
  • SAEC - Sociedad Argentina de Embriología Clínica
  • SOCMER - Sociedad Chilena de Medicina Reproductiva
  • ACCER - Asociación de Centros Colombianos de Reproducción Humana
  • SURH - Sociedad Uruguaya de Reproducción Humana
  • AVEMERE - Asociación Venezolana de Medicina Reproductiva y Embriología

Referências
0
Would love your thoughts, please comment.x
()
x