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Já ouviu falar sobre a reversão de laqueadura?

Já ouviu falar sobre a reversão de laqueadura?

Muitas mulheres optam pela laqueadura (ou ligadura das tubas) como método contraceptivo definitivo. Mas, devido a algumas circunstâncias, como um novo casamento, a mulher pode querer recuperar a sua fertilidade fazendo a reversão de laqueadura.

Na cirurgia de laqueadura, as tubas uterinas são seccionadas ou fechadas com clipes, pontos ou por eletrocoagulação. O bloqueio desses canais impede que o espermatozoide chegue ao óvulo para fecundá-lo e modifica a função de transporte e nutrição do embrião.

A recuperação das tubas é possível, em alguns casos. Neste post, veremos quando a reversão de laqueadura é indicada, quais as chances de gravidez depois dessa cirurgia e as opções para quem não pode fazê-la.

Como a reversão de laqueadura recupera a fertilidade?

As tubas uterinas são canais com 3-5 mm de diâmetro. A reconstituição desses canais permite que os espermatozoides voltem a alcançar o óvulo para fecundá-lo e que a função de transporte e nutrição do embrião seja restabelecida.

As chances de gravidez natural após essa cirurgia variam entre 8% e 40%, dependendo das condições de fertilidade do casal antes da laqueadura. Em especial, a idade da mulher e a sua condição de saúde são consideradas para a indicação desse procedimento.

Para quem a reversão é indicada?

Se a laqueadura foi realizada há menos de cinco anos e a mulher tem até 35 anos, essa reversão pode ser indicada. Contudo, é preciso avaliar também as condições em que se encontram as tubas e a técnica utilizada na ligadura.

É fundamental que a região das fímbrias (porção final das tubas, próxima aos ovários) esteja íntegra. Além disso, o restante do canal não pode estar dilatado, doente ou mutilado.

O uso da técnica de Pomeroy na laqueadura é muito comum. Nessa técnica, é cortado um “anel” de cada tuba, criando duas novas extremidades nas bordas desse anel que precisam ser fechadas. Quanto maior for o comprimento desse “anel” retirado da tuba, piores serão as chances de reconstituir a tuba com sucesso na cirurgia.

Como é feita a reversão de laqueadura?

A preparação para a cirurgia inclui os exames que vão detectar outros possíveis problemas de fertilidade do homem ou da mulher e mais aqueles de rotina pré-operatórios (hemograma etc.).

Por meio de laparoscopia, é retirada a região de cicatriz nas tubas e as extremidades são religadas com pontos cirúrgicos. Então, a permeabilidade do canal é testada com o uso de um corante azul.

O procedimento requer anestesia geral, e a sua duração é de 2 a 4 horas. O período de internação pós-operatório é de cerca de 48 horas.

Em quanto tempo após a cirurgia é possível engravidar?

Ao se submeter à reversão, a mulher deve aguardar por 30 dias e só então iniciar as tentativas de engravidar naturalmente.

Quando a cirurgia é bem-sucedida, a mulher consegue engravidar após 6 a 12 meses. No entanto, as chances de gravidez ectópica (fora do útero) após a cirurgia são maiores do que as habituais.

Quais as alternativas para quem a reversão é contraindicada?

Após analisar o caso, o médico pode contraindicar a cirurgia de reversão. Entre os fatores já citados, a idade da mulher é muito importante, já que a fertilidade feminina diminui de forma mais acentuada após os 35 anos.

Contudo, se o útero estiver em condições de manter um embrião, o médico pode sugerir outras alternativas, como a FIV (fertilização in vitro). Essa também é a abordagem recomendada no caso de insucesso da reversão de laqueadura.

Se você fez a ligadura de tubas e agora deseja ter mais um filho, consulte um médico sobre a viabilidade de fazer a reversão de laqueadura. Como explicamos, as chances de sucesso dessa reversão são grandes, mas cada caso deve ser avaliado.

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Comunicado

SARS Cov-2 (COVID 19): vacinas, reprodução assistida e grávidas
• Posição atual conjunta •

03 de fevereiro de 2021

Grandes avanços dos estudos colaborativos incluem hoje pelo menos 85 vacinas pré-clínicas em investigação ativa em animais, 65 em ensaios clínicos em humanos, com 20 vacinas que chegaram aos estágios finais de testagem, sendo 12 já em uso em diferentes países/situações. As principais vacinas disponíveis estão constituidas por partículas de RNA mensageiro (Pfizer-Biontech e Moderna), vírus inativado (CoronaVac,Sinopharma e Covaxin, Bharat Biotech), com adenovirus (Oxford-AstraZeneca, Johnson&Johnson e Sputnik V, Gamaleya).

A pandemia segue, e neste momento a discussão se centraliza no uso das vacinas disponíveis e as pacientes submetidas às técnicas de reprodução assistida, grávidas e populações de risco entre as grávidas.

Nossas sociedades, avaliando também as diretrizes emitidas por sociedades mundiais como a ESHRE, a ASRM, a IFFS e a ACOG (SOGC), consideram que dentro da disponibilidade possível:

1) A vacinação tem efetividade e não induz a risco aumentado de contrair a infecção por Covid 19. Embora ainda não hajam estudos humanos de longo prazo sobre a vacinação contra Covid-19 e gravidez, nenhuma das vacinas contém vírus Sars Cov-2 vivo.

2) Para indivíduos vulneráveis,que apresentam alto risco de infecção e / ou morbidade por COVID-19, dentre os quais estão as grávidas, não receber a vacina supera o risco de ser vacinado, previamente ou durante a gravidez. Inclui-se ainda neste grupo os profissionais de saúde e aqueles outros, de linha de frente, com maior risco de exposição.

3) Não há razão para atrasar as tentativas de gravidez ou tratamentos de reprodução assistida quando de vacina não disponível ou se pacientes fora de grupos de risco.

4) Decisões da utilização (ou não) das vacinas devem ser compartilhadas entre pacientes e médicos, respeitando-se os princípios éticos de autonomia, beneficência e não maleficência.

5) Esta informação sobre vacinas deve ser incluidas como um termo específico em um consentimento informado já existente. Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA

6) Seguirão atualizações, a cada momento que novos conhecimentos solidifiquem os dados atuais.

  • REDLARA - Red Latinoamericana de Reproducción Asistida
  • SBRA - Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida
  • SAMeR - Sociedad Argentina de Medicina Reproductiva
  • AMMR - Asociación Mexicana de Medicina de la Reproducción
  • PRONÚCLEO - Associação Brasileira de Embriologistas em Medicina Reprodutiva
  • SAEC - Sociedad Argentina de Embriología Clínica
  • SOCMER - Sociedad Chilena de Medicina Reproductiva
  • ACCER - Asociación de Centros Colombianos de Reproducción Humana
  • SURH - Sociedad Uruguaya de Reproducción Humana
  • AVEMERE - Asociación Venezolana de Medicina Reproductiva y Embriología

Referências
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