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Laparoscopia ginecológica: entenda o que é e para que serve!

Laparoscopia ginecológica: entenda o que é e para que serve!

A terminologia “laparos” vem da língua grega e quer dizer “abdômen”. Já o termo “scopia” significar olhar, observar. A laparoscopia se refere, portanto, a uma maneira de ver dentro do abdômen. No caso da laparoscopia ginecológica, esse olhar é direcionado ao aparelho reprodutor feminino e às doenças associadas a ele.

O procedimento está muito relacionado com o diagnóstico e o tratamento de condições que levam à infertilidade. Por meio da laparoscopia ginecológica, podemos ver, por exemplo, alterações anatômicas que podem dificultar a fecundação.

Você sabe como é feita a laparoscopia ginecológica? Sabe quando esse procedimento pode ser indicado pelo médico e quais cuidados devem ser tomados após a laparoscopia? Então continue acompanhando nosso post. Vamos falar sobre tudo isso!

O que é a laparoscopia ginecológica?

A laparoscopia é um tipo de procedimento cirúrgico em que o médico observa os órgãos internos por meio de pequenos cortes e da inserção de uma ótica conectada a uma câmera, que processa as imagens de todo o abdômen.

No caso do procedimento ginecológico, as incisões são feitas na região do umbigo e na virilha, possibilitando ao cirurgião realizar intervenções em problemas no sistema reprodutor feminino. O laparoscópio é utilizado para ver o trato genital durante a operação.

É uma cirurgia segura, sendo raros os casos de complicações. Como as incisões são muito pequenas, a cicatrização é mais rápida que em cirurgias abertas e, além disso, o risco de infecções e o desconforto no pós-operatório são muito reduzidos.

Quando a laparoscopia ginecológica é recomendada?

Esse procedimento cirúrgico pode ser recomendado para vários tipos de problemas ginecológicos. Vamos citar os principais:

Quais os cuidados necessários após a cirurgia?

Ainda no mesmo dia da realização da laparoscopia ou no dia seguinte, conforme a avaliação do médico ginecologista, a paciente já pode receber alta hospitalar. Os pequenos cortes pelos quais são passados os equipamentos cirúrgicos cicatrizam em poucos dias e devem ser cuidadosamente limpos e cobertos para evitar qualquer infecção das feridas.

O pós-operatório apresenta poucos sintomas. Geralmente, são mais relacionados ao gás usado durante a realização da laparoscopia para inflar o abdômen. Ele pode causar certo desconforto nos ombros, peito e abdômen, dando uma sensação de náuseas. Os sintomas normalmente desaparecem em poucos dias e, a partir disso, é possível retornar às atividades normais, mediante liberação do médico.

Portanto, é fundamental conhecer do que se trata a laparoscopia ginecológica e reconhecer a sua importância para tratar as doenças que envolvem o aparelho reprodutor feminino, sendo um procedimento menos invasivo e de recuperação mais rápida, com boas taxas de resolutividade.

Agora que você já entendeu para que serve a laparoscopia ginecológica, que tal saber mais sobre os cistos no ovário para conhecer seus sintomas e como tratá-los?

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Comunicado

Nota conjunta com atualização de posicionamento sobre a COVID-19 e os tratamentos de reprodução assistida

Informações complementares à nota emitida em 21 de março de 2020

A Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida – SBRA e a Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA, acompanhando as demais sociedades mundiais e face à presença da pandemia de Covid-19, emitiram comunicado em 17 e 21 de março de 2020. Globalmente, e na América Latina não foi diferente, ciclos iniciados foram completados, decisões de congelamento tomadas, transferências discutidas e, na maioria das vezes, postergadas. Desde o início, entendemos que poderiam haver situações a serem individualizadas, como os casos oncológicos, em que pacientes necessitariam com urgência da preservação de seus gametas previamente a procedimentos cirúrgicos ou eventual quimioterapia que pudesse afetar sua fertilidade futura. Ao mesmo tempo, havia outros casos susceptíveis de individualização.

Passados 30 dias, com novos dados sobre a Covid-19, reconhecendo novos cenários para diferentes países, regiões ou cidades, além da realidade de um período claro de extensão da pandemia, que a infertilidade é definida pela OMS como doença, assim como a própria OMS define o direito de autonomia dos pacientes e:

CONSIDERANDO que, sob a luz de novas evidências científicas, este posicionamento deverá seguir sendo atualizado em momentos sucessivos;

CONSIDERANDO que, segundo a literatura médica, não se identificou até o momento a presença de vírus nos gametas e tratos genitais masculino ou feminino;

CONSIDERANDO que, até o momento, não há evidências a respeito das repercussões do Covid-19 sobre a gestação inicial;

CONSIDERANDO a preocupação com relação às evidências científicas emergentes quanto à possibilidade de transmissão vertical – isto é, da mãe para o bebê;

CONSIDERANDO que os serviços de reprodução assistida devam seguir as recomendações governamentais, respeitando as particularidades locais;

CONSIDERANDO a observação das medidas de distanciamento social, com cuidados na preservação dos pacientes e equipes, quando da assistência;

CONSIDERANDO as condutas para mitigar a sobrecarga do sistema de saúde local;

CONSIDERANDO que o adiamento dos tratamentos de reprodução assistida abrange determinados casos extremamente sensíveis ao tempo e, portanto, inadiáveis, com risco de condenar pessoas a uma infertilidade irreversível – ou seja, esterilidade; e

CONSIDERANDO o respeito à autonomia do paciente,

RECOMENDAM que ciclos de reprodução assistida possam ser realizados sob juízo do profissional assistente, em decisão compartilhada com os usuários do serviço, de forma personalizada, fundamentados e bem documentados, com precaução e bom-senso, evitando-se transferências embrionárias neste momento.

Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida – SBRA
Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA


Referências