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Miomas: conheça os tipos e a relação com a infertilidade

Miomas: conheça os tipos e a relação com a infertilidade

O útero é um dos órgãos mais importantes do sistema reprodutor feminino. Ele é revestido por três camadas de tecido: o perimétrio, o miométrio e o endométrio. O miométrio é a camada intermediária, composta por uma musculatura lista bastante espessa.

É este tecido o responsável pelas contrações uterinas no momento do parto. Ele também tem grande importância para a irrigação do útero, já que no miométrio existe uma grande quantidade de vasos sanguíneos.

Um problema que acomete essa camada do útero com certa frequência são os miomas, uma doença que, apesar de benigna, pode causar sintomas incômodos e infertilidade. Para mais informações sobre os miomas, seus tipos, sintomas e tratamentos, continue lendo este conteúdo:

O que são miomas uterinos?

Miomas uterinos são tumores benignos que se formam no miométrio. Eles podem se apresentar de diversas formas, variando o tamanho, a quantidade e também a localização. Existem 3 diferentes tipos de miomas, de acordo com a localização: subserosos, intramurais, submucosos.

Os tumores podem atingir qualquer mulher, mas são mais comuns nas mulheres negras, obesas, que nunca tiveram filhos ou que possuem histórico da doença na família.

Também são mais frequentes durante a idade reprodutiva, pois, apesar de não se saber a causa específica dos miomas, sabe-se que estão relacionados ao estrogênio e à progesterona. Após a menopausa, há uma grande queda na quantidade destes hormônios e, por isso, a formação dos miomas é mais rara.

Uma das consequências mais sérias dos miomas é a infertilidade. Além disso, outros sintomas bastante incômodos podem ser causados pela doença. Entre eles:

Em alguns casos, os miomas uterinos podem ser assintomáticos.

Tipos de miomas

Existem três diferentes tipos de miomas, de acordo com sua localização no miométrio. São eles: subserosos, intramurais, submucosos.

Os miomas subserosos são aqueles que se localizam na parte externa do útero, entre o miométrio e o perimétrio. Na maioria das vezes são assintomáticos, exceto nos casos em que seu volume é extremamente grande.

Já os miomas intramurais são o tipo mais comum da doença e localizam-se dentro das paredes do útero. Eles podem alterar o tamanho e o formato do útero, além de deixar a mulher infértil em alguns casos.

Os miomas submucosos localizam-se na parede interna do útero e podem atingir o endométrio, que é o tecido no qual o embrião se fixa para dar início à gestação. Essa é a forma mais grave da doença, que apresenta os sintomas mais incômodos, como dores e sangramentos anormais, e que possui maior relação com a infertilidade.

Miomas e a infertilidade

Nem todos os miomas uterinos causam infertilidade. Os submucosos e os intramurais, que estão mais próximos da cavidade uterina, são os mais associados. Eles podem não só dificultar que se alcance uma gravidez, mas também aumentar o risco de abortamentos e partos prematuros.

Isso pode acontecer por alguns motivos diferentes. Os miomas submucosos, que atingem o endométrio, podem impedir que o embrião consiga se implantar, fazendo com que a gestação não aconteça. Outra possibilidade é a de os miomas causarem obstrução nas tubas uterinas, impedindo que o embrião chegue até o útero.

Os miomas intramurais também estão relacionados à infertilidade, já que podem deformar a cavidade endometrial. Em alguns casos, não há espaço suficiente para que o embrião se desenvolva.

Possíveis tratamentos de miomas uterinos

Existem diferentes tratamentos para os miomas uterinos, e para identificar o mais indicado para cada caso, é necessário realizar exames e diagnosticar não só o tipo de mioma, mas também o tamanho, a quantidade, entre outros fatores.

Alguns exames que podem ser indicados pelo médico são a ultrassonografia pélvica, a ressonância magnética a histerossalpingografia e a histeroscopia.

Quando a doença é assintomática e não é considerada grave, é possível controlá-la com o uso de medicamentos e acompanhamento médico. Quando há sintomas, é preciso tratá-los para que eles não atrapalhem o dia a dia da mulher.

Se os sintomas forem graves, ou se a mulher ainda tiver a intenção de ter filhos e quiser preservar sua fertilidade, uma opção de tratamento é a miomectomia. A miomectomia é uma cirurgia feita por vídeo-histeroscopia com o objetivo de retirar os miomas. Para os miomas subserosos, a cirurgia pode ser feita por laparotomia ou laparoscopia.

Se a mulher não deseja ter filhos e apresenta um caso grave da doença, pode-se indicar a histerectomia, cirurgia de retirada do útero.

O fator mais importante para um tratamento eficaz é o diagnóstico precoce da doença. Por isso, é fundamental realizar consultas e exames de rotina, além de procurar um médico de sua confiança caso perceba qualquer possível sintoma.

Para mais informações, leia o conteúdo sobre miomas uterinos aqui no site.

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Comunicado

SARS Cov-2 (COVID 19): vacinas, reprodução assistida e grávidas
• Posição atual conjunta •

03 de fevereiro de 2021

Grandes avanços dos estudos colaborativos incluem hoje pelo menos 85 vacinas pré-clínicas em investigação ativa em animais, 65 em ensaios clínicos em humanos, com 20 vacinas que chegaram aos estágios finais de testagem, sendo 12 já em uso em diferentes países/situações. As principais vacinas disponíveis estão constituidas por partículas de RNA mensageiro (Pfizer-Biontech e Moderna), vírus inativado (CoronaVac,Sinopharma e Covaxin, Bharat Biotech), com adenovirus (Oxford-AstraZeneca, Johnson&Johnson e Sputnik V, Gamaleya).

A pandemia segue, e neste momento a discussão se centraliza no uso das vacinas disponíveis e as pacientes submetidas às técnicas de reprodução assistida, grávidas e populações de risco entre as grávidas.

Nossas sociedades, avaliando também as diretrizes emitidas por sociedades mundiais como a ESHRE, a ASRM, a IFFS e a ACOG (SOGC), consideram que dentro da disponibilidade possível:

1) A vacinação tem efetividade e não induz a risco aumentado de contrair a infecção por Covid 19. Embora ainda não hajam estudos humanos de longo prazo sobre a vacinação contra Covid-19 e gravidez, nenhuma das vacinas contém vírus Sars Cov-2 vivo.

2) Para indivíduos vulneráveis,que apresentam alto risco de infecção e / ou morbidade por COVID-19, dentre os quais estão as grávidas, não receber a vacina supera o risco de ser vacinado, previamente ou durante a gravidez. Inclui-se ainda neste grupo os profissionais de saúde e aqueles outros, de linha de frente, com maior risco de exposição.

3) Não há razão para atrasar as tentativas de gravidez ou tratamentos de reprodução assistida quando de vacina não disponível ou se pacientes fora de grupos de risco.

4) Decisões da utilização (ou não) das vacinas devem ser compartilhadas entre pacientes e médicos, respeitando-se os princípios éticos de autonomia, beneficência e não maleficência.

5) Esta informação sobre vacinas deve ser incluidas como um termo específico em um consentimento informado já existente. Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA

6) Seguirão atualizações, a cada momento que novos conhecimentos solidifiquem os dados atuais.

  • REDLARA - Red Latinoamericana de Reproducción Asistida
  • SBRA - Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida
  • SAMeR - Sociedad Argentina de Medicina Reproductiva
  • AMMR - Asociación Mexicana de Medicina de la Reproducción
  • PRONÚCLEO - Associação Brasileira de Embriologistas em Medicina Reprodutiva
  • SAEC - Sociedad Argentina de Embriología Clínica
  • SOCMER - Sociedad Chilena de Medicina Reproductiva
  • ACCER - Asociación de Centros Colombianos de Reproducción Humana
  • SURH - Sociedad Uruguaya de Reproducción Humana
  • AVEMERE - Asociación Venezolana de Medicina Reproductiva y Embriología

Referências
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