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4 mitos e verdades sobre a reprodução assistida

4 mitos e verdades sobre a reprodução assistida

Reprodução Assistida é um conjunto de técnicas desenvolvidas com o objetivo de possibilitar a gravidez quando há dificuldades reprodutivas, um problema que afeta milhões de pessoas no mundo todo.

Apesar de terem se tornado popularmente conhecidas desde o final da década de 1970, ocasião em que foi descrito o nascimento do primeiro bebê por fertilização in vitro (FIV), ainda existem muitas dúvidas sobre o funcionamento dos tratamentos, o que levou à criação de diferentes mitos em torno do assunto.

Este texto esclarece sobre quatro mitos. Continue a leitura até o final e saiba mais!

1º A FIV sempre é a melhor indicação

Nem sempre a FIV é a melhor opção para o tratamento de infertilidade. Ainda que seja considerada a principal técnica de reprodução assistida, a indicação do tratamento mais adequado para cada paciente considera diferentes fatores, entre eles a gravidade do problema de infertilidade. Fundamental que haja sempre uma individualização dos casos.

As técnicas de menor complexidade, por exemplo, relação sexual programada (RSP) e inseminação artificial (IA), são bastante eficazes para o tratamento de fatores menos graves. No entanto, em ambas, a fecundação acontece naturalmente, nas tubas uterinas, por isso elas devem ser saudáveis.

Além disso, na RSP os espermatozoides do parceiro devem estar dentro de parâmetros considerados normais, pois o objetivo do tratamento é programar o melhor momento para intensificar a relação sexual. Já na IA eles podem ter pequenas alterações na morfologia (forma) e motilidade (movimento), uma vez que os melhores são selecionados por técnicas de preparo seminal, inseridos em um cateter e depositados no útero para que a fecundação aconteça.

A FIV, por outro lado, é a técnica mais adequada para o tratamento de fatores de maior gravidade, femininos ou masculinos. Nela, a fecundação acontece de forma artificial, em laboratório e os embriões são transferidos ao útero para o desenvolvimento da gravidez.

2º Casais homoafetivos femininos e masculinos podem ter filhos

Sim, no Brasil desde 2013 os casais homoafetivos podem contar com as técnicas de reprodução assistida para concretizar o sonho de ter filhos biológicos. Para isso, os femininos devem ter um doador de espermatozoides, escolhido de acordo com suas características biológicas em bancos de esperma ou na clínica de reprodução assistida, enquanto os masculinos podem selecionar doadoras de óvulos na clínica de reprodução assistida.

A gravidez dos casais femininos pode acontecer com a utilização de duas técnicas: FIV ou IA. Já o tratamento mais adequado para os casais masculinos é a FIV, que possui como uma de suas técnicas complementares o útero de substituição, ou seja, parentes dos pacientes em tratamento como mães, irmã, tias, sobrinhas e primas podem ceder o útero para o desenvolvimento da gestação.

3º Todas as clínicas de reprodução assistida são iguais

As clínicas de reprodução assistida não são iguais, assim como não seguem nenhum tipo de padrão. Por isso, na hora de buscar o tratamento, é importante optar pela que oferece um processo contínuo de melhoramento, tratamento individualizado e com gestão de qualidade para atender as expectativas de cada cliente.

Isso significa ter uma equipe preparada, com especialistas experientes em reprodução humana e cientificamente atualizados, que possam responder positivamente às diferentes etapas dos tratamentos, desde o acolhimento dos pacientes e indicação dos exames necessários para investigar as causas, à definição da técnica mais adequada em cada caso e obtenção da gravidez.

A infraestrutura também deve ser observada. Os laboratórios, por exemplo, são de fundamental importância nos tratamentos de reprodução assistida: o sucesso de procedimentos como a seleção de gametas (óvulos ou espermatozoides), fecundação ou cultivo embrionário, depende do uso de tecnologia avançada e incorporação de equipamentos sempre atuais além de vasta experiência.

Diversos exames também podem ser realizados na própria clínica, o que possibilita um acompanhado mais criterioso pela equipe especializada.

Dessa forma, as chances de a gravidez ser bem-sucedida se tornam bem mais expressivas.

4º Clínicas de reprodução assistida são só para casais inférteis

Não é verdade. Atualmente, com as novas regras do Conselho Federal de Medicina (CFM), órgão responsável pela regulamentação da reprodução assistida no país, além de pessoas inférteis e casais homoafetivos o uso das técnicas é permitido a pessoas solteiras que desejam uma gravidez independente.

Também é extensivo à portadores de doenças hereditárias, que podem obter a gravidez sem risco de transmissão para as futuras gerações. Nesse caso é preciso ser submetido ao tratamento por FIV, que possui como uma de suas técnicas complementas o teste genético pré-implantacional. Ele analisa as células dos embriões, proporcionando a seleção daqueles livres da doença.

Agora que você já conheça a verdade sobre esses mitos, fica mais fácil, inclusive, entender a importância de escolher com bastante critério a clínica mais adequada para realizar o sonho de ter um filho biológico. Afinal, apenas uma equipe especializada e comprometida com o seu caso, pode indicar com maior precisão o tratamento que possibilita maiores chances. Em todas as técnicas é possível obter a gravidez.

Para conhecer mais sobre o tratamento por FIV é só tocar aqui.

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Comunicado

SARS Cov-2 (COVID 19): vacinas, reprodução assistida e grávidas
• Posição atual conjunta •

03 de fevereiro de 2021

Grandes avanços dos estudos colaborativos incluem hoje pelo menos 85 vacinas pré-clínicas em investigação ativa em animais, 65 em ensaios clínicos em humanos, com 20 vacinas que chegaram aos estágios finais de testagem, sendo 12 já em uso em diferentes países/situações. As principais vacinas disponíveis estão constituidas por partículas de RNA mensageiro (Pfizer-Biontech e Moderna), vírus inativado (CoronaVac,Sinopharma e Covaxin, Bharat Biotech), com adenovirus (Oxford-AstraZeneca, Johnson&Johnson e Sputnik V, Gamaleya).

A pandemia segue, e neste momento a discussão se centraliza no uso das vacinas disponíveis e as pacientes submetidas às técnicas de reprodução assistida, grávidas e populações de risco entre as grávidas.

Nossas sociedades, avaliando também as diretrizes emitidas por sociedades mundiais como a ESHRE, a ASRM, a IFFS e a ACOG (SOGC), consideram que dentro da disponibilidade possível:

1) A vacinação tem efetividade e não induz a risco aumentado de contrair a infecção por Covid 19. Embora ainda não hajam estudos humanos de longo prazo sobre a vacinação contra Covid-19 e gravidez, nenhuma das vacinas contém vírus Sars Cov-2 vivo.

2) Para indivíduos vulneráveis,que apresentam alto risco de infecção e / ou morbidade por COVID-19, dentre os quais estão as grávidas, não receber a vacina supera o risco de ser vacinado, previamente ou durante a gravidez. Inclui-se ainda neste grupo os profissionais de saúde e aqueles outros, de linha de frente, com maior risco de exposição.

3) Não há razão para atrasar as tentativas de gravidez ou tratamentos de reprodução assistida quando de vacina não disponível ou se pacientes fora de grupos de risco.

4) Decisões da utilização (ou não) das vacinas devem ser compartilhadas entre pacientes e médicos, respeitando-se os princípios éticos de autonomia, beneficência e não maleficência.

5) Esta informação sobre vacinas deve ser incluidas como um termo específico em um consentimento informado já existente. Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA

6) Seguirão atualizações, a cada momento que novos conhecimentos solidifiquem os dados atuais.

  • REDLARA - Red Latinoamericana de Reproducción Asistida
  • SBRA - Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida
  • SAMeR - Sociedad Argentina de Medicina Reproductiva
  • AMMR - Asociación Mexicana de Medicina de la Reproducción
  • PRONÚCLEO - Associação Brasileira de Embriologistas em Medicina Reprodutiva
  • SAEC - Sociedad Argentina de Embriología Clínica
  • SOCMER - Sociedad Chilena de Medicina Reproductiva
  • ACCER - Asociación de Centros Colombianos de Reproducción Humana
  • SURH - Sociedad Uruguaya de Reproducción Humana
  • AVEMERE - Asociación Venezolana de Medicina Reproductiva y Embriología

Referências
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