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Não consigo engravidar: de quem é a culpa?

Não consigo engravidar: de quem é a culpa?

Os casais com grande desejo de terem filhos, ao não conseguirem engravidar, se desesperam diante da possibilidade de infertilidade. A mulher se pergunta diariamente: “por que não consigo engravidar?” e pensa que o problema está nela. Já o homem, diante das tentativas frustradas, pode acreditar que há algo de errado com ele.

A partir desse momento, a culpa e os desentendimentos podem surgir entre o casal, gerando ainda mais instabilidade.

Neste post, vamos abordar o sentimento de culpa entre os parceiros e quais são as orientações dos especialistas para driblar essa fase repleta de dúvidas, medos e inseguranças. Acompanhe!

Entenda a infertilidade

Atualmente, estima-se que 40% dos fatores de infertilidade sejam masculinos, 40% femininos, 10% dos fatores de ambos os indivíduos e 10% de causas desconhecidas. Ou seja, precisamos destacar que os motivos que dificultam ou impedem uma gravidez podem estar presentes tanto nos homens — VaricoceleAzoospermia etc. — quanto nas mulheres — Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP), Endometriose, entre outros.

Após um ano de tentativas regulares sem uso de nenhum método contraceptivo, os médicos passam a investigar as possíveis causas de infertilidade. É como se acendesse um “pisca-alerta” indicando que há algo errado impedindo a gravidez.

Mantenha o diálogo

Na fase em que o casal mais precisa se unir, às vezes acontece justamente o contrário: surgem as brigas e as crises conjugais, podendo de fato abalar a relação. Não é raro ver casais que chegam a se separar devido aos constantes desentendimentos por não conseguirem ter um filho.

Estabelecer o diálogo aberto, em que ambos possam falar sobre seus medos e inseguranças, e também ouvir o que o outro tem a dizer, pode facilitar o entendimento e aproximar o casal. Manter essa parceria é fundamental! Receber apoio e incentivo do companheiro, além de fortalecer laços afetivos e dividir as angústias, possibilita mais confiança para superar os momentos difíceis a dois.

Evite o sentimento de culpa

Ter dificuldades para engravidar pode desencadear problemas de autoestima e forte sentimento de impotência. A culpa pode acometer ambos, mas, em geral, é a mulher que carrega mais esse fardo. Seja por uma questão cultural, social e até mesmo por falta de informação, muitos desconhecem que os homens podem apresentar problemas de fertilidade tanto quanto as mulheres.

O mais importante é termos a compreensão de que não há culpados e que esse sentimento de culpa só gera mais angústia e desentendimentos. Esse é o momento de parar de procurar culpados e buscar a solução dos problemas.

Com o avanço da medicina, hoje já existem diversas técnicas e tratamentos disponíveis. Atualmente, é possível detectar não só as causas que estão impedindo a gravidez, mas também oferecer tratamentos de acordo com o caso, considerando as necessidades de cada paciente.

Busque acompanhamento médico especializado

Nós pesquisamos muito sobre o assunto, buscamos novas informações, entramos em contato com conhecidos que passam por essa experiência, e tudo isso é válido. Mas o acompanhamento de médicos especialistas é fundamental não só para a avaliação e diagnóstico, mas também para tirar todas as dúvidas do casal.

Esse é o melhor momento para estabelecer uma relação de confiança com o profissional escolhido, perguntar sobre os procedimentos indicados para cada caso, como são os exames necessários, os tratamentos e previsão de gastos.

Dessa forma, nem sempre a concretização do desejo de ter um filho vem no momento em que nós planejamos, e não saber lidar com essa frustração pode causar abalos emocionais e conjugais. E é tudo o que o casal não quer, não é mesmo? Então, deixe de se culpar ou de culpar o parceiro e busque ajuda especializada.

Depois de ler nosso post “Não consigo engravidar: de quem é a culpa?”, se restou alguma dúvida, ou quiser fazer algum comentário a respeito do assunto, estaremos à disposição para qualquer esclarecimento!

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Comunicado

SARS Cov-2 (COVID 19): vacinas, reprodução assistida e grávidas
• Posição atual conjunta •

03 de fevereiro de 2021

Grandes avanços dos estudos colaborativos incluem hoje pelo menos 85 vacinas pré-clínicas em investigação ativa em animais, 65 em ensaios clínicos em humanos, com 20 vacinas que chegaram aos estágios finais de testagem, sendo 12 já em uso em diferentes países/situações. As principais vacinas disponíveis estão constituidas por partículas de RNA mensageiro (Pfizer-Biontech e Moderna), vírus inativado (CoronaVac,Sinopharma e Covaxin, Bharat Biotech), com adenovirus (Oxford-AstraZeneca, Johnson&Johnson e Sputnik V, Gamaleya).

A pandemia segue, e neste momento a discussão se centraliza no uso das vacinas disponíveis e as pacientes submetidas às técnicas de reprodução assistida, grávidas e populações de risco entre as grávidas.

Nossas sociedades, avaliando também as diretrizes emitidas por sociedades mundiais como a ESHRE, a ASRM, a IFFS e a ACOG (SOGC), consideram que dentro da disponibilidade possível:

1) A vacinação tem efetividade e não induz a risco aumentado de contrair a infecção por Covid 19. Embora ainda não hajam estudos humanos de longo prazo sobre a vacinação contra Covid-19 e gravidez, nenhuma das vacinas contém vírus Sars Cov-2 vivo.

2) Para indivíduos vulneráveis,que apresentam alto risco de infecção e / ou morbidade por COVID-19, dentre os quais estão as grávidas, não receber a vacina supera o risco de ser vacinado, previamente ou durante a gravidez. Inclui-se ainda neste grupo os profissionais de saúde e aqueles outros, de linha de frente, com maior risco de exposição.

3) Não há razão para atrasar as tentativas de gravidez ou tratamentos de reprodução assistida quando de vacina não disponível ou se pacientes fora de grupos de risco.

4) Decisões da utilização (ou não) das vacinas devem ser compartilhadas entre pacientes e médicos, respeitando-se os princípios éticos de autonomia, beneficência e não maleficência.

5) Esta informação sobre vacinas deve ser incluidas como um termo específico em um consentimento informado já existente. Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA

6) Seguirão atualizações, a cada momento que novos conhecimentos solidifiquem os dados atuais.

  • REDLARA - Red Latinoamericana de Reproducción Asistida
  • SBRA - Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida
  • SAMeR - Sociedad Argentina de Medicina Reproductiva
  • AMMR - Asociación Mexicana de Medicina de la Reproducción
  • PRONÚCLEO - Associação Brasileira de Embriologistas em Medicina Reprodutiva
  • SAEC - Sociedad Argentina de Embriología Clínica
  • SOCMER - Sociedad Chilena de Medicina Reproductiva
  • ACCER - Asociación de Centros Colombianos de Reproducción Humana
  • SURH - Sociedad Uruguaya de Reproducción Humana
  • AVEMERE - Asociación Venezolana de Medicina Reproductiva y Embriología

Referências
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