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O que é adenomiose? Descubra tudo sobre essa condição!

O que é adenomiose? Descubra tudo sobre essa condição!

Definida como uma patologia uterina, a adenomiose é uma condição que ocorre na parede do útero. Ela acomete, principalmente, mulheres entre 35 e 50 anos, podendo prejudicar a qualidade de vida, pois pode levar a um aumento do sangramento menstrual.

É comum que ela seja confundida com a endometriose, no entanto, são doenças distintas, embora a adenomiose possa ser considerada um tipo de endometriose. Saiba tudo sobre o que é adenomiose e entenda essa condição:

O que é adenomiose?

Para entender a adenomiose, é importante saber que o útero é composto por três camadas. A primeira é a interna, chamada de endométrio, composta por glândulas e células específicas que permitem a implantação do embrião. A segunda camada é a intermediária, chamada de miométrio. Composta por músculo, é a responsável pelas contrações que ocorrem no momento do trabalho de parto. A terceira camada é a externa, também conhecida como serosa. É ela que separa o útero dos outros órgãos da pelve.

A adenomiose é uma doença que ocorre quando partes do endométrio se infiltram no miométrio. Consequentemente, pode interferir no processo de contratilidade muscular, levando a um aumento do fluxo menstrual. Em algumas situações, pode levar a dor durante a menstruação devido a sangramentos cíclicos dentro da camada muscular do útero.

Ela pode ser difusa ou focal. A focal forma nódulos em uma região específica dentro do miométrio, também conhecidos por adenomiomas. Já a difusa se espalha por todo o local. Quanto à profundidade, ela pode ser superficial (acomete até um terço da parede do útero) ou profunda, quando atinge mais de um terço da parede uterina.

Quais são as possíveis causas da doença?

Não existem ainda estudos que comprovem quais são as causas da adenomiose. No entanto, há algumas hipóteses, como os traumas uterinos, que podem levar ao rompimento do tecido que divide o miométrio e o endométrio, provocando a doença.

A única confirmação para o surgimento da doença é a de que ela tem influência dos hormônios femininos: quanto maior o tempo de exposição aos hormônios, mais chances tem de a doença se desenvolver — o que explica o surgimento em mulheres mais velhas.

Que sintomas essa condição apresenta?

Agora que você já sabe o que é adenomiose, é importante conhecer os sintomas que ela apresenta. Na maioria das vezes, a doença é assintomática, porém, em outros casos, podem surgir:

Qual a diferença entre adenomiose e endometriose?

Muitas pessoas não sabem o que é adenomiose e acabam confundindo com a endometriose. A principal diferença entre essas duas doenças é que a adenomiose é caracterizada pela invasão do endométrio. Já na endometriose, o endométrio desenvolve-se fora da cavidade uterina.

Qual a relação entre a adenomiose e a gravidez?

A maioria das mulheres que apresentam adenomiose têm idade avançada e já tiveram gravidez anteriormente, por isso não se pode afirmar que existe uma correlação direta entre adenomiose e infertilidade.

Alguns estudos recentes têm mostrado que mulheres com adenomiose podem ter uma menor chance de gravidez quando se submetem a tratamento de infertilidade. Esse fato ainda precisa de confirmação com mais estudos.

Qual é o tratamento para adenomiose?

O ginecologista é o profissional capacitado a indicar o método mais adequado para o tratamento da adenomiose. Em casos mais simples, podem ser utilizados medicamentos com anti-inflamatórios e remédios com hormônios.

Nos casos mais graves, a cirurgia para a retirada do excesso do tecido endometrial dentro do útero pode ser a mais indicada. Além dela, há também a possibilidade de ser realizada uma histerectomia total, remoção completa do útero.

Nesse último caso, os sintomas da doença são totalmente eliminados. A cirurgia é indicada quando a mulher não pretende engravidar ou quando dores e sangramentos ocorrem em abundância.

Agora que você já sabe o que é adenomiose, aprimore seus conhecimentos e entenda como a doação de óvulos é feita! Boa leitura!

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Comunicado

SARS Cov-2 (COVID 19): vacinas, reprodução assistida e grávidas
• Posição atual conjunta •

03 de fevereiro de 2021

Grandes avanços dos estudos colaborativos incluem hoje pelo menos 85 vacinas pré-clínicas em investigação ativa em animais, 65 em ensaios clínicos em humanos, com 20 vacinas que chegaram aos estágios finais de testagem, sendo 12 já em uso em diferentes países/situações. As principais vacinas disponíveis estão constituidas por partículas de RNA mensageiro (Pfizer-Biontech e Moderna), vírus inativado (CoronaVac,Sinopharma e Covaxin, Bharat Biotech), com adenovirus (Oxford-AstraZeneca, Johnson&Johnson e Sputnik V, Gamaleya).

A pandemia segue, e neste momento a discussão se centraliza no uso das vacinas disponíveis e as pacientes submetidas às técnicas de reprodução assistida, grávidas e populações de risco entre as grávidas.

Nossas sociedades, avaliando também as diretrizes emitidas por sociedades mundiais como a ESHRE, a ASRM, a IFFS e a ACOG (SOGC), consideram que dentro da disponibilidade possível:

1) A vacinação tem efetividade e não induz a risco aumentado de contrair a infecção por Covid 19. Embora ainda não hajam estudos humanos de longo prazo sobre a vacinação contra Covid-19 e gravidez, nenhuma das vacinas contém vírus Sars Cov-2 vivo.

2) Para indivíduos vulneráveis,que apresentam alto risco de infecção e / ou morbidade por COVID-19, dentre os quais estão as grávidas, não receber a vacina supera o risco de ser vacinado, previamente ou durante a gravidez. Inclui-se ainda neste grupo os profissionais de saúde e aqueles outros, de linha de frente, com maior risco de exposição.

3) Não há razão para atrasar as tentativas de gravidez ou tratamentos de reprodução assistida quando de vacina não disponível ou se pacientes fora de grupos de risco.

4) Decisões da utilização (ou não) das vacinas devem ser compartilhadas entre pacientes e médicos, respeitando-se os princípios éticos de autonomia, beneficência e não maleficência.

5) Esta informação sobre vacinas deve ser incluidas como um termo específico em um consentimento informado já existente. Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA

6) Seguirão atualizações, a cada momento que novos conhecimentos solidifiquem os dados atuais.

  • REDLARA - Red Latinoamericana de Reproducción Asistida
  • SBRA - Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida
  • SAMeR - Sociedad Argentina de Medicina Reproductiva
  • AMMR - Asociación Mexicana de Medicina de la Reproducción
  • PRONÚCLEO - Associação Brasileira de Embriologistas em Medicina Reprodutiva
  • SAEC - Sociedad Argentina de Embriología Clínica
  • SOCMER - Sociedad Chilena de Medicina Reproductiva
  • ACCER - Asociación de Centros Colombianos de Reproducción Humana
  • SURH - Sociedad Uruguaya de Reproducción Humana
  • AVEMERE - Asociación Venezolana de Medicina Reproductiva y Embriología

Referências
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