Fechar

Selecione uma unidade para enviar um Whatsapp:

Belo Horizonte - (31) 9979-01109 Juiz de Fora - (32) 98888-2776 Governador Valadares - (33) 98866-1706 Rio de Janeiro - (21) 99566-1850 Manhuaçu - MG - (33) 98855-0015

agendamento de consulta

Unidade Belo Horizonte | +55 (31) 2102-6363

O que é FIV?

O que é FIV?

A reprodução assistida abrange três técnicas desenvolvidas para superar problemas de fertilidade conjugal (considerando masculina e feminina):

A FIV é o tratamento que oferece as melhores taxas de sucesso, utilizado como opção para diferentes problemas de infertilidade, embora não seja indicada para todos os casos.

Popularmente conhecida desde 1978, quando nasceu Louise Brown, o primeiro bebê concebido com a utilização da técnica, a FIV foi desenvolvida inicialmente para solucionar problemas de infertilidade provocados por obstruções nas tubas uterinas.

Porém, nos últimos anos, evoluiu e incorpora um conjunto de técnicas complementares, que permitem superar diferentes problemas de infertilidade.

Saiba mais detalhes sobre a FIV neste texto. Continue a leitura!

Conheça mais sobre a FIV

A FIV é um procedimento que prevê a fecundação dos gametas (óvulos e espermatozoides) em laboratório. Por isso, ao contrário das outras duas técnicas de reprodução assistida, em que a fecundação ocorre no útero, é indicada para diversos fatores de infertilidade.

Antes do processo de fecundação, os pacientes são submetidos a duas etapas importantes do tratamento: a estimulação ovariana, para obter uma quantidade maior de óvulos que serão fecundados, e a preparação seminal, que realiza a seleção dos espermatozoides com melhor morfologia e motilidade.

A fertilização pode ser realizada por FIV clássica ou FIV com ICSI (injeção intracitoplasmática de espermatozoide). Na FIV clássica, óvulos e espermatozoides são colocados juntos em uma placa de cultura para que a fecundação aconteça.

Além de permitir o tratamento de infertilidade masculina por fatores graves, que era considerado sem solução, a ICSI possibilita que cada espermatozoide seja injetado diretamente no óvulo para que ocorra a fecundação.

Outros avanços

Diferentes avanços também contribuíram para a evolução da FIV: desde novos medicamentos para a estimulação ovariana, ao desenvolvimento dos procedimentos laboratoriais e incorporação das técnicas complementares.

Atualmente, os meios de cultura possibilitam o cultivo do embrião com segurança por até seis dias, na fase de blastocisto, quando um maior número de células já se formou e dividiu por função.

O congelamento de embriões foi aprimorado, com danos insignificantes para os embriões, tornando possível o congelamento de todos para transferência em um próximo ciclo. A técnica é conhecida como freeze-all, mas tem indicações específicas. Atualmente as taxas de gravidez após transferência de embriões congelados é igual àquelas com ciclos de transferência a fresco.

A fertilidade feminina e masculina também pode ser preservada a partir do congelamento de óvulos, espermatozoides e embriões.

É possível fazer o rastreio de doenças genéticas e anormalidade cromossômicas. O teste genético pré-implantacional (PGT) analisa por NGS (sequenciamento de nova geração), método mais recente de mapeamento genético, milhares de fragmentos de DNA.

O PGT deve ser utilizado por pessoas sem problemas de fertilidade, com suspeita ou confirmação de doenças genéticas, que queiram evitar a transmissão para os filhos, desde que submetidas ao tratamento.

Para que a implantação seja bem-sucedida, o embrião também precisa romper a zona pelúcida, membrana que o envolve desde o momento que o óvulo é liberado pelo ovário. Quando há dificuldades, obstáculo comum ao avanço da idade, por exemplo, pois a zona pelúcida se torna mais espessa, é possível contar com o hatching assistido ou eclosão assistida. O procedimento facilita a ruptura a partir da criação de fendas ou buracos artificiais.

Nos casos em que o tratamento não é bem-sucedido com a utilização de gametas próprios ou quando há problemas no aparelho reprodutor que impeçam a gestação, o tratamento pode ser feito com a doação de gametas ou embriões e útero de substituição.

Essas técnicas complementares favorecem, ao mesmo tempo, os casais homoafetivos que planejam ter filhos.

A partir desses avanços, a FIV se tornou a técnica mais importante dos tratamentos de reprodução assistida, com percentuais de sucesso sempre em curva ascendente.

FIV com ICSI para o tratamento de infertilidade feminina e masculina

A FIV com ICSI é atualmente a mais indicada para o tratamento de diferentes fatores de infertilidade.

Os fatores mais comuns de infertilidade tratados pela FIV com ICSI são:

Saiba mais detalhadamente sobre o funcionamento da FIV clicando aqui.

Compartilhe:

Se inscrever
Notificação de
0 Comentários
Inline Feedbacks
View all comments
Faça seu agendamento

Proporcionamos um atendimento exclusivo exatamente como você merece.

AGENDE SUA CONSULTA
ENTRE EM CONTATO

Alguma dúvida sobre fertilidade?
Fale conosco

Comunicado

SARS Cov-2 (COVID 19): vacinas, reprodução assistida e grávidas
• Posição atual conjunta •

03 de fevereiro de 2021

Grandes avanços dos estudos colaborativos incluem hoje pelo menos 85 vacinas pré-clínicas em investigação ativa em animais, 65 em ensaios clínicos em humanos, com 20 vacinas que chegaram aos estágios finais de testagem, sendo 12 já em uso em diferentes países/situações. As principais vacinas disponíveis estão constituidas por partículas de RNA mensageiro (Pfizer-Biontech e Moderna), vírus inativado (CoronaVac,Sinopharma e Covaxin, Bharat Biotech), com adenovirus (Oxford-AstraZeneca, Johnson&Johnson e Sputnik V, Gamaleya).

A pandemia segue, e neste momento a discussão se centraliza no uso das vacinas disponíveis e as pacientes submetidas às técnicas de reprodução assistida, grávidas e populações de risco entre as grávidas.

Nossas sociedades, avaliando também as diretrizes emitidas por sociedades mundiais como a ESHRE, a ASRM, a IFFS e a ACOG (SOGC), consideram que dentro da disponibilidade possível:

1) A vacinação tem efetividade e não induz a risco aumentado de contrair a infecção por Covid 19. Embora ainda não hajam estudos humanos de longo prazo sobre a vacinação contra Covid-19 e gravidez, nenhuma das vacinas contém vírus Sars Cov-2 vivo.

2) Para indivíduos vulneráveis,que apresentam alto risco de infecção e / ou morbidade por COVID-19, dentre os quais estão as grávidas, não receber a vacina supera o risco de ser vacinado, previamente ou durante a gravidez. Inclui-se ainda neste grupo os profissionais de saúde e aqueles outros, de linha de frente, com maior risco de exposição.

3) Não há razão para atrasar as tentativas de gravidez ou tratamentos de reprodução assistida quando de vacina não disponível ou se pacientes fora de grupos de risco.

4) Decisões da utilização (ou não) das vacinas devem ser compartilhadas entre pacientes e médicos, respeitando-se os princípios éticos de autonomia, beneficência e não maleficência.

5) Esta informação sobre vacinas deve ser incluidas como um termo específico em um consentimento informado já existente. Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA

6) Seguirão atualizações, a cada momento que novos conhecimentos solidifiquem os dados atuais.

  • REDLARA - Red Latinoamericana de Reproducción Asistida
  • SBRA - Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida
  • SAMeR - Sociedad Argentina de Medicina Reproductiva
  • AMMR - Asociación Mexicana de Medicina de la Reproducción
  • PRONÚCLEO - Associação Brasileira de Embriologistas em Medicina Reprodutiva
  • SAEC - Sociedad Argentina de Embriología Clínica
  • SOCMER - Sociedad Chilena de Medicina Reproductiva
  • ACCER - Asociación de Centros Colombianos de Reproducción Humana
  • SURH - Sociedad Uruguaya de Reproducción Humana
  • AVEMERE - Asociación Venezolana de Medicina Reproductiva y Embriología

Referências
0
Would love your thoughts, please comment.x
()
x