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O que são miomas uterinos?

O que são miomas uterinos?

Os casos de mulheres que apresentam miomas uterinos não são raros. A maioria delas só fica sabendo do diagnóstico por acaso, durante uma consulta com seu médico ou por meio da ultrassonografia.

Geralmente, as mulheres se assustam quando recebem esse diagnóstico porque o nome logo remete a um tumor maligno, e isso, naturalmente, já deixa a mulher preocupada. Mas acalme-se, pois não há motivo para tal preocupação.

Continue lendo e descubra o que são miomas uterinos, como eles surgem, os principais sintomas e os tratamentos mais indicados. Confira!

O que são miomas uterinos?

Também chamados de fibromas, fibromiomas ou leiomiomas, os miomas uterinos são definidos como uma proliferação tumoral benigna da camada muscular do útero, conhecida como miométrio.

O mioma surge quando uma única célula se divide repetidamente e descontroladamente, até criar uma massa diferente dos tecidos próximos.

Apesar de terem alta prevalência, ainda não estão bem definidas quais são as causas da formação dos miomas uterinos. Em geral, originam-se devido a algum desequilíbrio hormonal, principalmente quando há produção de estrogênio e progesterona em níveis anormais.

Quais sãos os tipos de miomas uterinos?

Os miomas uterinos classificam-se em 4 tipos, conforme a sua localização, sintomas e riscos esperados para cada caso:

1. Subserosos

Formam-se na camada mais externa da parede uterina. Por serem mais externos, os miomas subserosos não causam muitas dores e, em geral, não interferem na fertilidade ou na implantação do embrião.

Mas, se forem grandes (acima de 5 cm), podem causar alterações na contratilidade uterina e comprometer a fertilidade, além de gerar efeito de massa e pressionar os órgãos adjacentes, como a bexiga e o intestino.

2. Pediculados

Esse tipo de mioma cresce ligado à parede por uma base fina denominada de pedículo.

3. Intramurais

Estão localizados dentro da parede uterina e podem modificar o formato do útero quando são muitos grandes – mais de 5 cm de diâmetro. Além disso, podem gerar cólicas intensas, causar pequenos sangramentos e reduzir a chance de gestação.

4. Submucosos

Encontram-se na parede mais interna do útero, o endométrio, que é o local onde o embrião se implanta. Geralmente, esse é o tipo de mioma mais associado a sangramentos e à infertilidade, pois dificulta a implantação e o crescimento do embrião.

Quais são os sintomas dos miomas uterinos?

A maioria dos miomas uterinos é assintomática. No entanto, na fase reprodutiva, quando a mulher ainda ovula e menstrua, a sintomatologia se torna mais frequente.

Alguns tipos de miomas podem provocar os seguintes sintomas:

Como são feitos o diagnóstico e o tratamento dos miomas uterinos?

Durante o exame físico e ginecológico, o médico pode palpar irregularidades na anatomia do útero, o que sugere a presença de miomas. Se as queixas da mulher conferem com sintomas de miomas uterinos, o médico pode solicitar exames de imagem, como:

Não existe uma conduta única para o tratamento dos miomas. Dependendo do caso, a conduta médica pode variar, desde a abordagem conservadora – acompanhar regularmente – até a opção cirúrgica, se o médico considerar necessária a remoção do mioma.

Logo, na presença de qualquer sintoma ou suspeita de miomas uterinos, procure o médico especialista para avaliação do diagnóstico e a indicação do melhor tratamento.

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Comunicado

SARS Cov-2 (COVID 19): vacinas, reprodução assistida e grávidas
• Posição atual conjunta •

03 de fevereiro de 2021

Grandes avanços dos estudos colaborativos incluem hoje pelo menos 85 vacinas pré-clínicas em investigação ativa em animais, 65 em ensaios clínicos em humanos, com 20 vacinas que chegaram aos estágios finais de testagem, sendo 12 já em uso em diferentes países/situações. As principais vacinas disponíveis estão constituidas por partículas de RNA mensageiro (Pfizer-Biontech e Moderna), vírus inativado (CoronaVac,Sinopharma e Covaxin, Bharat Biotech), com adenovirus (Oxford-AstraZeneca, Johnson&Johnson e Sputnik V, Gamaleya).

A pandemia segue, e neste momento a discussão se centraliza no uso das vacinas disponíveis e as pacientes submetidas às técnicas de reprodução assistida, grávidas e populações de risco entre as grávidas.

Nossas sociedades, avaliando também as diretrizes emitidas por sociedades mundiais como a ESHRE, a ASRM, a IFFS e a ACOG (SOGC), consideram que dentro da disponibilidade possível:

1) A vacinação tem efetividade e não induz a risco aumentado de contrair a infecção por Covid 19. Embora ainda não hajam estudos humanos de longo prazo sobre a vacinação contra Covid-19 e gravidez, nenhuma das vacinas contém vírus Sars Cov-2 vivo.

2) Para indivíduos vulneráveis,que apresentam alto risco de infecção e / ou morbidade por COVID-19, dentre os quais estão as grávidas, não receber a vacina supera o risco de ser vacinado, previamente ou durante a gravidez. Inclui-se ainda neste grupo os profissionais de saúde e aqueles outros, de linha de frente, com maior risco de exposição.

3) Não há razão para atrasar as tentativas de gravidez ou tratamentos de reprodução assistida quando de vacina não disponível ou se pacientes fora de grupos de risco.

4) Decisões da utilização (ou não) das vacinas devem ser compartilhadas entre pacientes e médicos, respeitando-se os princípios éticos de autonomia, beneficência e não maleficência.

5) Esta informação sobre vacinas deve ser incluidas como um termo específico em um consentimento informado já existente. Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA

6) Seguirão atualizações, a cada momento que novos conhecimentos solidifiquem os dados atuais.

  • REDLARA - Red Latinoamericana de Reproducción Asistida
  • SBRA - Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida
  • SAMeR - Sociedad Argentina de Medicina Reproductiva
  • AMMR - Asociación Mexicana de Medicina de la Reproducción
  • PRONÚCLEO - Associação Brasileira de Embriologistas em Medicina Reprodutiva
  • SAEC - Sociedad Argentina de Embriología Clínica
  • SOCMER - Sociedad Chilena de Medicina Reproductiva
  • ACCER - Asociación de Centros Colombianos de Reproducción Humana
  • SURH - Sociedad Uruguaya de Reproducción Humana
  • AVEMERE - Asociación Venezolana de Medicina Reproductiva y Embriología

Referências
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