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Orquite: saiba identificar os sintomas

Orquite: saiba identificar os sintomas

Os testículos são as gônadas sexuais masculinas e possuem variadas funções no ciclo reprodutor do homem. Eles estão intimidade ligados com a fertilidade e há diversos motivos que podem levar a uma falha em seu funcionamento. Entre tais razões pode-se citar a orquite.

É nos testículos que é produzida a testosterona, importante hormônio responsável por regular a vida fértil do homem.

É também nesse local que os espermatozoides são produzidos. Portanto, é possível imaginar como distúrbios e infecções nos testículos podem ter graves consequência para a fertilidade.

Leia nosso texto e descubra mais informações sobre a orquite.

O que é orquite?

A orquite é uma inflamação na região dos testículos que pode ter diferentes origens, sendo causada por vírus, bactérias, parasitas, fungos ou traumatismos no local. Uma causa muito comum para essa infecção nos homens é a caxumba.

Ela pode ocorrer em apenas um lado dos testículos ou em ambos e pode levar à infertilidade. Por isso, quanto antes for detectada melhor será para o homem, que terá a possibilidade de iniciar o tratamento de forma precoce.

Sintomas e como realizar o diagnóstico

Alguns dos sintomas mais comuns incluem dores e inchaço na região dos testículos. Também pode ser identificada pela presença de sangue no ejaculado ou na urina.

A febre e o mal-estar são outros sintomas que devem colocar o homem em alerta. É comum também sentir desconforto ou peso na região dos testículos.

Alguns pacientes relatam que a área passa a ficar quente e avermelhada, sensação que pode também passar para a virilha e abdômen.

Caso esses sintomas sejam identificados, é importante consultar-se com o médico especializado o quanto antes para que a investigação e o diagnóstico sejam feitos.

Para avaliar se os sintomas são decorrentes da orquite, o médico realiza um exame físico e solicita exames complementares, como o de urina e sangue específicos para detectar infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), como a gonorreia ou a clamídia.

Quando ela afeta também os epidídimos

Os epidídimos são pequenos canais que têm como função coletar e armazenar os espermatozoides que são produzidos pelos testículos. Nesse caso, a doença passa a ser chamada de orquiepididimite.

Esse quadro clínico pode tornar-se uma emergência urológica dependendo do grau de infecção e das suas causas. É necessário ficar atento aos sintomas para que o médico possa ser consultado.

Sintomas

Os sintomas da orquite que afeta os epidídimos são semelhantes àqueles da orquite geral. O homem poderá sentir muita dor na região escrotal, principalmente na parte dos testículos em que os epidídimos se encontram.

Essa dor pode ser acompanhada de febre e pode espalhar-se também para outras partes do corpo. Pode-se constatar o aumento do volume escrotal. Além disso, alguns homens relatam náuseas e vômitos.

Alguns dos sintomas da infecção podem ser confundidos com os de outras doenças e, por isso, é necessário consultar o médico para que sejam realizados os exames necessários.

Como ela pode afetar a fertilidade masculina?

Embora a infecção não tenha tanta influência na produção da testosterona, ela pode afetar a produção dos espermatozoides, aparecendo, dessa forma, ligada a uma das causas da infertilidade masculina.

Uma vez que as causas da inflamação são diversas, o urologista deverá realizar exames a fim de determinar o grau de infecção e de comprometimento dos testículos e da fertilidade do homem.

Em muitos casos, a orquite pode ser tratada sem deixar sequelas, mas, quando não for detectada a tempo, poderá evoluir para um abcesso e, em sua forma crônica, causará ainda mais dor.

Como é feito o tratamento?

Devido às suas origens variadas, o tratamento para a orquite dependerá do diagnóstico realizado pelo médico especializado, da fase da descoberta e dos sintomas apresentados.

Caso a origem da orquite seja bacteriana, o médico poderá receitar antibióticos e/ou anti-inflamatórios, dependendo do grau de infecção. O tratamento também inclui repouso completo e compressas geladas na região como forma de aliviar os principais sintomas de dor e ardor.

Em casos extremamente graves e incomuns, pode ser necessária a realização de uma cirurgia para a remoção dos testículos.

Por isso, ressaltamos a importância de consultar um médico logo na aparição dos primeiros sintomas, porque quanto mais rápida for a descoberta da doença, mais eficientes serão os tratamentos.

Embora a orquite tenha cura e não costume deixar sequelas quando o tratamento realizado é feito de forma correta, pode-se ocorrer, em alguns casos, a atrofia dos testículos.

Os sintomas de orquite são facilmente detectáveis e, por isso, o paciente deve consultar o médico o quanto antes para que seja realizado o diagnóstico e, dessa forma, seja possível realizar o tratamento adequado.

Para saber mais, leia o conteúdo disponibilizado em nosso site.

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Comunicado

Nota conjunta com atualização de posicionamento sobre a COVID-19 e os tratamentos de reprodução assistida

Informações complementares à nota emitida em 21 de março de 2020

A Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida – SBRA e a Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA, acompanhando as demais sociedades mundiais e face à presença da pandemia de Covid-19, emitiram comunicado em 17 e 21 de março de 2020. Globalmente, e na América Latina não foi diferente, ciclos iniciados foram completados, decisões de congelamento tomadas, transferências discutidas e, na maioria das vezes, postergadas. Desde o início, entendemos que poderiam haver situações a serem individualizadas, como os casos oncológicos, em que pacientes necessitariam com urgência da preservação de seus gametas previamente a procedimentos cirúrgicos ou eventual quimioterapia que pudesse afetar sua fertilidade futura. Ao mesmo tempo, havia outros casos susceptíveis de individualização.

Passados 30 dias, com novos dados sobre a Covid-19, reconhecendo novos cenários para diferentes países, regiões ou cidades, além da realidade de um período claro de extensão da pandemia, que a infertilidade é definida pela OMS como doença, assim como a própria OMS define o direito de autonomia dos pacientes e:

CONSIDERANDO que, sob a luz de novas evidências científicas, este posicionamento deverá seguir sendo atualizado em momentos sucessivos;

CONSIDERANDO que, segundo a literatura médica, não se identificou até o momento a presença de vírus nos gametas e tratos genitais masculino ou feminino;

CONSIDERANDO que, até o momento, não há evidências a respeito das repercussões do Covid-19 sobre a gestação inicial;

CONSIDERANDO a preocupação com relação às evidências científicas emergentes quanto à possibilidade de transmissão vertical – isto é, da mãe para o bebê;

CONSIDERANDO que os serviços de reprodução assistida devam seguir as recomendações governamentais, respeitando as particularidades locais;

CONSIDERANDO a observação das medidas de distanciamento social, com cuidados na preservação dos pacientes e equipes, quando da assistência;

CONSIDERANDO as condutas para mitigar a sobrecarga do sistema de saúde local;

CONSIDERANDO que o adiamento dos tratamentos de reprodução assistida abrange determinados casos extremamente sensíveis ao tempo e, portanto, inadiáveis, com risco de condenar pessoas a uma infertilidade irreversível – ou seja, esterilidade; e

CONSIDERANDO o respeito à autonomia do paciente,

RECOMENDAM que ciclos de reprodução assistida possam ser realizados sob juízo do profissional assistente, em decisão compartilhada com os usuários do serviço, de forma personalizada, fundamentados e bem documentados, com precaução e bom-senso, evitando-se transferências embrionárias neste momento.

Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida – SBRA
Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA


Referências