Fechar

Selecione uma unidade para enviar um Whatsapp:

Belo Horizonte - (31) 9979-01109 Juiz de Fora - (32) 98888-2776 Governador Valadares - (33) 98866-1706 Rio de Janeiro - (21) 99566-1850 Manhuaçu - MG - (33) 98855-0015

agendamento de consulta

Unidade Belo Horizonte | +55 (31) 2102-6363

Você sabia que cólica menstrual pode ser um sinal de infertilidade?

Você sabia que cólica menstrual pode ser um sinal de infertilidade?

A dismenorreia, popularmente conhecida como cólica menstrual, é uma das queixas ginecológicas mais comuns. Apesar de ser enfrentada por grande parte das mulheres, ela pode estar atrelada a problemas de saúde e, inclusive, indicar infertilidade.

Após os primeiros meses de menstruação, as cólicas menstruais tendem a diminuir. Entretanto, algumas pacientes podem continuar apresentando fortes dores pélvicas. Esse sinal pode indicar a possibilidade de algo além de uma dismenorreia primária: a endometriose.

Mas como saber se sua cólica menstrual pode ser um sinal de infertilidade? Para saber a resposta e entender mais sobre as possíveis causas e consequências da doença, acompanhe o artigo a seguir!

Sintomas da Endometriose

Caracterizada pela presença e acúmulo do endométrio (tecido que reveste o útero) nas trompas, ovários, intestinos e bexiga, a endometriose acomete muitas mulheres (no Brasil, são mais de 6 milhões) e uma das implicações dessa doença é a dificuldade em engravidar.

Embora, geralmente, identificada entre mulheres de 25 e 35 anos, ela provavelmente aparece após o início da primeira menstruação.

Entre os sintomas mais comuns estão:

No entanto, a endometriose pode ser silenciosa e bastante negligenciada, uma vez que algumas mulheres não sentem desconfortos e se surpreendem quando descobrem o problema.

Causas do problema

Não se sabe ao certo a causa da doença, mas acredita-se que fatores genéticos, endócrinos, imunológicos e ambientais se combinem, alterando o sistema reprodutivo feminino e dando origem ao problema. As alterações anatômicas podem levar a distorções nas relações entre os órgãos do aparelho reprodutor e impedir que os fenômenos ligados à gravidez ocorram normalmente.

Prevenção e tratamento

Embora não seja possível prevenir a doença, alguns hábitos amenizam os riscos de aparecimento da endometriose. Diminuir o estresse, praticar atividade física, comer de maneira saudável, consumindo alimentos ricos em ômega 3, por exemplo, ajudam a minimizar a manifestação da doença.

As possibilidades de tratamento incluem medicamentos para controlar a dor como analgésicos, anti-inflamatórios e anticoncepcionais, por exemplo; e cirurgia para retirar as áreas afetadas pela endometriose.

Portanto, lembre-se: sentir dores excessivas durante o período menstrual não é comum. No entanto, nem toda cólica menstrual é sinal de infertilidade. Logo, é recomendado manter uma rotina de exames ginecológicos e fazer acompanhamento frequente, a fim de identificar e tratar quaisquer complicações ou doenças.

Quer tirar dúvidas e obter diversas informações sobre fertilidade/infertilidade conjugal?! Então curta nossa página no Facebook!

Compartilhe:

Se inscrever
Notificação de
0 Comentários
Inline Feedbacks
View all comments
Faça seu agendamento

Proporcionamos um atendimento exclusivo exatamente como você merece.

AGENDE SUA CONSULTA
ENTRE EM CONTATO

Alguma dúvida sobre fertilidade?
Fale conosco

Comunicado

SARS Cov-2 (COVID 19): vacinas, reprodução assistida e grávidas
• Posição atual conjunta •

03 de fevereiro de 2021

Grandes avanços dos estudos colaborativos incluem hoje pelo menos 85 vacinas pré-clínicas em investigação ativa em animais, 65 em ensaios clínicos em humanos, com 20 vacinas que chegaram aos estágios finais de testagem, sendo 12 já em uso em diferentes países/situações. As principais vacinas disponíveis estão constituidas por partículas de RNA mensageiro (Pfizer-Biontech e Moderna), vírus inativado (CoronaVac,Sinopharma e Covaxin, Bharat Biotech), com adenovirus (Oxford-AstraZeneca, Johnson&Johnson e Sputnik V, Gamaleya).

A pandemia segue, e neste momento a discussão se centraliza no uso das vacinas disponíveis e as pacientes submetidas às técnicas de reprodução assistida, grávidas e populações de risco entre as grávidas.

Nossas sociedades, avaliando também as diretrizes emitidas por sociedades mundiais como a ESHRE, a ASRM, a IFFS e a ACOG (SOGC), consideram que dentro da disponibilidade possível:

1) A vacinação tem efetividade e não induz a risco aumentado de contrair a infecção por Covid 19. Embora ainda não hajam estudos humanos de longo prazo sobre a vacinação contra Covid-19 e gravidez, nenhuma das vacinas contém vírus Sars Cov-2 vivo.

2) Para indivíduos vulneráveis,que apresentam alto risco de infecção e / ou morbidade por COVID-19, dentre os quais estão as grávidas, não receber a vacina supera o risco de ser vacinado, previamente ou durante a gravidez. Inclui-se ainda neste grupo os profissionais de saúde e aqueles outros, de linha de frente, com maior risco de exposição.

3) Não há razão para atrasar as tentativas de gravidez ou tratamentos de reprodução assistida quando de vacina não disponível ou se pacientes fora de grupos de risco.

4) Decisões da utilização (ou não) das vacinas devem ser compartilhadas entre pacientes e médicos, respeitando-se os princípios éticos de autonomia, beneficência e não maleficência.

5) Esta informação sobre vacinas deve ser incluidas como um termo específico em um consentimento informado já existente. Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA

6) Seguirão atualizações, a cada momento que novos conhecimentos solidifiquem os dados atuais.

  • REDLARA - Red Latinoamericana de Reproducción Asistida
  • SBRA - Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida
  • SAMeR - Sociedad Argentina de Medicina Reproductiva
  • AMMR - Asociación Mexicana de Medicina de la Reproducción
  • PRONÚCLEO - Associação Brasileira de Embriologistas em Medicina Reprodutiva
  • SAEC - Sociedad Argentina de Embriología Clínica
  • SOCMER - Sociedad Chilena de Medicina Reproductiva
  • ACCER - Asociación de Centros Colombianos de Reproducción Humana
  • SURH - Sociedad Uruguaya de Reproducción Humana
  • AVEMERE - Asociación Venezolana de Medicina Reproductiva y Embriología

Referências
0
Would love your thoughts, please comment.x
()
x