Fechar

Selecione uma unidade para enviar um Whatsapp:

Belo Horizonte - (31) 9979-01109 Juiz de Fora - (32) 98888-2776 Governador Valadares - (33) 98866-1706 Rio de Janeiro - (21) 99566-1850 Manhuaçu - MG - (33) 98855-0015

agendamento de consulta

Unidade Belo Horizonte | +55 (31) 2102-6363

Aborto de repetição: quais são as possíveis causas e os tratamentos?

Aborto de repetição: quais são as possíveis causas e os tratamentos?

Ciclo menstrual atrasado, expectativas pela chegada do bebê tão planejado e muita vontade de ser mãe. As mulheres que buscam esse sonho sabem bem como a gestação pode ser detectada, mas não são todas que conseguem levar a gravidez adiante.

Atingindo menos de 1% dos casais brasileiros, os abortos de repetição são ainda pouco explicados e é difícil encontrar informações concretas que auxiliam quem deseja viver a experiência materna.

Neste artigo, vamos explicar o que é o aborto de repetição, quais suas possíveis causas e como ele pode ser tratado.

O que é o aborto de repetição?

O aborto de repetição é definido quando três ou mais perdas gestacionais (até 20 semanas de gravidez) acontecem de maneira seguida, sem que a mulher tenha uma gestação completa entre os episódios de perda.

Quais as possíveis causas do aborto de repetição?

Entre as causas mais estudadas e conhecidas do aborto espontâneo estão as genéticas, imunológicas, uterinas, infecciosas e hormonais. O mais comum é que, primeiro, o médico investigue se o aborto foi tardio ou precoce, para entender melhor o que pode ter provocado o problema.

Para fazer o diagnóstico, é preciso realizar um exame de sangue (cariótipo) do casal. Nas causas imunológicas, avaliamos anticorpos maternos e a tendência de formar trombos (trombofilias). Quando a causa é infecciosa, o aborto pode acontecer por infecção na cavidade endometrial (parte interna do útero). O diagnóstico é feito com base nos resultados da histeroscopia e em exames complementares do material retirado por biópsia.

Já as causas uterinas dizem respeito à própria anatomia do órgão. O mais comum é a presença de pólipos, miomas, sinéquias ou malformações uterinas, como útero unicorno, bicorno ou septado.

As causas hormonais podem ser alterações no hormônio prolactina, hormônios tireoideanos, entre outros.

Qual é o tratamento?

Depois de identificada a causa do aborto espontâneo, as mulheres podem ser tratadas especificamente, de acordo com a causa identificada.

Infelizmente, apenas em uma pequena parcela das vezes conseguimos identificar a causa do abortamento de repetição, o que pode limitar o sucesso do tratamento.

Gostou do conteúdo? Então compartilhe este artigo nas redes sociais e ajude milhares de mulheres a procurarem os tratamentos assertivos para o aborto espontâneo.

Compartilhe:

Se inscrever
Notificação de
0 Comentários
Inline Feedbacks
View all comments
Faça seu agendamento

Proporcionamos um atendimento exclusivo exatamente como você merece.

AGENDE SUA CONSULTA
ENTRE EM CONTATO

Alguma dúvida sobre fertilidade?
Fale conosco

Comunicado

SARS Cov-2 (COVID 19): vacinas, reprodução assistida e grávidas
• Posição atual conjunta •

03 de fevereiro de 2021

Grandes avanços dos estudos colaborativos incluem hoje pelo menos 85 vacinas pré-clínicas em investigação ativa em animais, 65 em ensaios clínicos em humanos, com 20 vacinas que chegaram aos estágios finais de testagem, sendo 12 já em uso em diferentes países/situações. As principais vacinas disponíveis estão constituidas por partículas de RNA mensageiro (Pfizer-Biontech e Moderna), vírus inativado (CoronaVac,Sinopharma e Covaxin, Bharat Biotech), com adenovirus (Oxford-AstraZeneca, Johnson&Johnson e Sputnik V, Gamaleya).

A pandemia segue, e neste momento a discussão se centraliza no uso das vacinas disponíveis e as pacientes submetidas às técnicas de reprodução assistida, grávidas e populações de risco entre as grávidas.

Nossas sociedades, avaliando também as diretrizes emitidas por sociedades mundiais como a ESHRE, a ASRM, a IFFS e a ACOG (SOGC), consideram que dentro da disponibilidade possível:

1) A vacinação tem efetividade e não induz a risco aumentado de contrair a infecção por Covid 19. Embora ainda não hajam estudos humanos de longo prazo sobre a vacinação contra Covid-19 e gravidez, nenhuma das vacinas contém vírus Sars Cov-2 vivo.

2) Para indivíduos vulneráveis,que apresentam alto risco de infecção e / ou morbidade por COVID-19, dentre os quais estão as grávidas, não receber a vacina supera o risco de ser vacinado, previamente ou durante a gravidez. Inclui-se ainda neste grupo os profissionais de saúde e aqueles outros, de linha de frente, com maior risco de exposição.

3) Não há razão para atrasar as tentativas de gravidez ou tratamentos de reprodução assistida quando de vacina não disponível ou se pacientes fora de grupos de risco.

4) Decisões da utilização (ou não) das vacinas devem ser compartilhadas entre pacientes e médicos, respeitando-se os princípios éticos de autonomia, beneficência e não maleficência.

5) Esta informação sobre vacinas deve ser incluidas como um termo específico em um consentimento informado já existente. Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA

6) Seguirão atualizações, a cada momento que novos conhecimentos solidifiquem os dados atuais.

  • REDLARA - Red Latinoamericana de Reproducción Asistida
  • SBRA - Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida
  • SAMeR - Sociedad Argentina de Medicina Reproductiva
  • AMMR - Asociación Mexicana de Medicina de la Reproducción
  • PRONÚCLEO - Associação Brasileira de Embriologistas em Medicina Reprodutiva
  • SAEC - Sociedad Argentina de Embriología Clínica
  • SOCMER - Sociedad Chilena de Medicina Reproductiva
  • ACCER - Asociación de Centros Colombianos de Reproducción Humana
  • SURH - Sociedad Uruguaya de Reproducción Humana
  • AVEMERE - Asociación Venezolana de Medicina Reproductiva y Embriología

Referências
0
Would love your thoughts, please comment.x
()
x