Fechar

Selecione uma unidade para enviar um Whatsapp:

Belo Horizonte - (31) 9979-01109 Juiz de Fora - (32) 98888-2776 Governador Valadares - (33) 98866-1706 Rio de Janeiro - (21) 99566-1850 Manhuaçu - MG - (33) 98855-0015

agendamento de consulta

Unidade Belo Horizonte | +55 (31) 2102-6363

Ausência de menstruação (amenorreia) pode ser sinal de infertilidade?

Ausência de menstruação (amenorreia) pode ser sinal de infertilidade?

Menstruação é o evento que marca o início do ciclo menstrual, quando o corpo da mulher é preparado para uma possível gravidez.

O ciclo menstrual inicia no primeiro dia da menstruação e é dividido em três fases – folicular, ovulatória e lútea –, estimuladas pela ação de diferentes hormônios.

Ciclos regulares geralmente têm a duração de 28 dias e, na metade desse período, ocorre a ovulação, indicando a fase mais fértil, quando há maiores chances de engravidar: nessa fase, chamada ovulatória, o óvulo é liberado pelos ovários para ser fecundado pelo espermatozoide.

Qualquer alteração no ciclo menstrual, incluindo mudanças no fluxo menstrual, pode indicar problemas na fertilidade. Por isso, é importante observá-lo, principalmente quando há intenção de engravidar.

Continue a leitura deste texto até o final e saiba o que é amenorreia, o que pode causar o problema, qual a relação com a infertilidade e quando procurar um especialista.

O que é amenorreia e o que pode causá-la?

Amenorreia é o termo que define a ausência de menstruação na puberdade ou durante os anos reprodutivos – período localizado entre a puberdade e a menopausa.

No primeiro caso, é classificada como amenorreia primária: quando a menstruação não ocorre até os 16 anos de idade. Geralmente é consequência de doenças genéticas, como a síndrome de Turner, problemas estruturais, como malformações congênitas (desde o nascimento) dos órgãos reprodutores ou quando há histórico familiar de menstruação tardia. No entanto, é uma condição rara.

Já no segundo caso, é classificada como amenorreia secundária: quando a menstruação não ocorre por três meses consecutivos ou mais. Ainda que não seja uma doença, pode sinalizar para problemas na saúde reprodutiva feminina.

É comum ocorrer amenorreia durante a gravidez, amamentação ou menopausa, ou mesmo quando há o uso contínuo de contraceptivos, incluindo as pílulas: apesar de a menstruação normalmente normalizar após a interrupção, isso também, muitas vezes, demora a acontecer.

Porém, a ausência por mais do que três meses consecutivos pode ser provocada por diferentes condições, desde o estilo de vida, a alterações nos níveis hormonais, por isso, deve ser investigada:

Desequilíbrio hormonal

Diferentes condições médicas podem levam ao desequilíbrio dos hormônios reprodutivos, causando irregularidades menstruais como ciclos mais curtos, fluxo menstrual em maior ou menor intensidade e ausência de menstruação:

Problemas estruturais

Fatores de risco

O estilo de vida, como uma alimentação inadequada, prática excessiva de exercícios físicos e peso corporal, também contribuem para a ocorrência de amenorreia:

Entenda a relação da amenorreia com a infertilidade feminina

A ausência de menstruação é um fator indicativo de distúrbios de ovulação, caracterizados por dificuldades no desenvolvimento, amadurecimento e ruptura do folículo (bolsa que contém o óvulo imaturo).

Ou seja, durante a fase ovulatória do ciclo menstrual, quando o folículo rompe liberando o óvulo (ovulação), esse evento não acontece, assim, não há fecundação e a gravidez não ocorre.

Por isso, é fundamental procurar um especialista se houver a interrupção do fluxo menstrual por três meses consecutivos ou mais. Na maioria das vezes, as condições que provocam amenorreia têm tratamento, assim como é possível obter a gravidez com o auxílio de técnicas de reprodução assistida quando há distúrbios de ovulação.

Em todas elas – relação sexual programada (RSP), inseminação artificial (IA) e fertilização in vitro (FIV) – a primeira etapa é a estimulação ovariana, procedimento que estimula o desenvolvimento e amadurecimento de mais folículos, para obter mais óvulos maduros, aumentando, assim, as chances de a fecundação ser bem-sucedida.

Siga o link e conheça todas as causas de infertilidade feminina.

Compartilhe:

Se inscrever
Notificação de
0 Comentários
Inline Feedbacks
View all comments
Faça seu agendamento

Proporcionamos um atendimento exclusivo exatamente como você merece.

AGENDE SUA CONSULTA
ENTRE EM CONTATO

Alguma dúvida sobre fertilidade?
Fale conosco

Comunicado

SARS Cov-2 (COVID 19): vacinas, reprodução assistida e grávidas
• Posição atual conjunta •

03 de fevereiro de 2021

Grandes avanços dos estudos colaborativos incluem hoje pelo menos 85 vacinas pré-clínicas em investigação ativa em animais, 65 em ensaios clínicos em humanos, com 20 vacinas que chegaram aos estágios finais de testagem, sendo 12 já em uso em diferentes países/situações. As principais vacinas disponíveis estão constituidas por partículas de RNA mensageiro (Pfizer-Biontech e Moderna), vírus inativado (CoronaVac,Sinopharma e Covaxin, Bharat Biotech), com adenovirus (Oxford-AstraZeneca, Johnson&Johnson e Sputnik V, Gamaleya).

A pandemia segue, e neste momento a discussão se centraliza no uso das vacinas disponíveis e as pacientes submetidas às técnicas de reprodução assistida, grávidas e populações de risco entre as grávidas.

Nossas sociedades, avaliando também as diretrizes emitidas por sociedades mundiais como a ESHRE, a ASRM, a IFFS e a ACOG (SOGC), consideram que dentro da disponibilidade possível:

1) A vacinação tem efetividade e não induz a risco aumentado de contrair a infecção por Covid 19. Embora ainda não hajam estudos humanos de longo prazo sobre a vacinação contra Covid-19 e gravidez, nenhuma das vacinas contém vírus Sars Cov-2 vivo.

2) Para indivíduos vulneráveis,que apresentam alto risco de infecção e / ou morbidade por COVID-19, dentre os quais estão as grávidas, não receber a vacina supera o risco de ser vacinado, previamente ou durante a gravidez. Inclui-se ainda neste grupo os profissionais de saúde e aqueles outros, de linha de frente, com maior risco de exposição.

3) Não há razão para atrasar as tentativas de gravidez ou tratamentos de reprodução assistida quando de vacina não disponível ou se pacientes fora de grupos de risco.

4) Decisões da utilização (ou não) das vacinas devem ser compartilhadas entre pacientes e médicos, respeitando-se os princípios éticos de autonomia, beneficência e não maleficência.

5) Esta informação sobre vacinas deve ser incluidas como um termo específico em um consentimento informado já existente. Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA

6) Seguirão atualizações, a cada momento que novos conhecimentos solidifiquem os dados atuais.

  • REDLARA - Red Latinoamericana de Reproducción Asistida
  • SBRA - Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida
  • SAMeR - Sociedad Argentina de Medicina Reproductiva
  • AMMR - Asociación Mexicana de Medicina de la Reproducción
  • PRONÚCLEO - Associação Brasileira de Embriologistas em Medicina Reprodutiva
  • SAEC - Sociedad Argentina de Embriología Clínica
  • SOCMER - Sociedad Chilena de Medicina Reproductiva
  • ACCER - Asociación de Centros Colombianos de Reproducción Humana
  • SURH - Sociedad Uruguaya de Reproducción Humana
  • AVEMERE - Asociación Venezolana de Medicina Reproductiva y Embriología

Referências
0
Would love your thoughts, please comment.x
()
x