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Conheça 6 mitos e verdades sobre engravidar!

Conheça 6 mitos e verdades sobre engravidar!

A decisão de ter filhos é muito importante na vida de um casal. Quando se começa a pensar no assunto, surgem dúvidas, incertezas e inseguranças, muitas vezes infundadas, que podem confundir os futuros pais. É importante então conhecer o que são mitos e verdades sobre engravidar!

O primeiro passo após a decisão de ter filhos é procurar um médico para fazer os exames de rotina e, caso necessário, iniciar algumas medidas, como suplementação de vitaminas. Muitos casais esperam mais de um ano para conseguir a gravidez naturalmente, e o estresse causado pelas dúvidas sobre a gestação pode atrapalhar.

Você conhece esses mitos e verdades sobre engravidar? Reunimos aqui as principais dúvidas sobre o assunto. Acompanhe!

1. Cigarro e álcool diminuem as chances de engravidar

Verdade. O tabagismo, principalmente associado ao uso de álcool, altera a fertilidade feminina. É comprovado que o abuso de tais drogas provoca uma queda de fertilidade. O ideal é evitar o consumo de tais substâncias.

2. O estresse impede a mulher de engravidar

Mito. É comum que toda mulher que queira engravidar comece a ficar ansiosa. O estresse em excesso pode dificultar a gravidez, mas não impedir que ela aconteça. O ideal é manter a rotina do casal normalmente e evitar a ansiedade e o estresse.

3. Toda mulher que toma pílula anticoncepcional por muito tempo demora para engravidar

Mito. Mulheres que estão tentando evitar a gravidez por meio do uso de pílula anticoncepcional durante muitos anos não têm sua fertilidade reduzida.

Às vezes, a dificuldade é dela própria, por algum outro problema. A fertilidade, após a interrupção da utilização do anticoncepcional oral, volta no mês seguinte para quem não tem outras dificuldades.

4. A temperatura do corpo mostra quando está ovulando

Mito. A temperatura se eleva de 0,5-1 °C, 48 horas depois que ocorreu a ovulação.

A temperatura corporal pode variar de acordo com o estado de saúde da mulher, portanto não serve como parâmetro para antecipar a ovulação.

5. Obesidade e sobrepeso dificultam a gravidez

Verdade. A obesidade pode atrapalhar a mulher que deseja engravidar. O tecido adiposo funciona como uma espécie de glândula, aumentando a conversão periférica de hormônio masculino, testosterona, pelo feminino, estrógeno, podendo bloquear a ovulação da mulher.

6. Mais de seis meses de tentativas sem contracepção significa que há algo errado

Parcialmente verdadeiro. O período de tentativas de seis meses não significa que haja infertilidade no casal, mas vale ressaltar que algumas situações devem ser avaliadas por um médico especialista.

Por exemplo, se a mulher tiver mais de 35 anos, não é indicado esperar mais do que seis meses tentando engravidar sem procurar tratamento. Por isso, o prazo de um ano é adotado apenas para os casais com dificuldade de engravidar com idade inferior a 35 anos, tendo relações regulares, duas vezes por semana, sem uso de métodos contraceptivos.

Esperamos que após a leitura deste artigo os principais mitos e verdades sobre engravidar tenham sidos esclarecidos!

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Comunicado

Nota conjunta com atualização de posicionamento sobre a COVID-19 e os tratamentos de reprodução assistida

Informações complementares à nota emitida em 21 de março de 2020

A Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida – SBRA e a Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA, acompanhando as demais sociedades mundiais e face à presença da pandemia de Covid-19, emitiram comunicado em 17 e 21 de março de 2020. Globalmente, e na América Latina não foi diferente, ciclos iniciados foram completados, decisões de congelamento tomadas, transferências discutidas e, na maioria das vezes, postergadas. Desde o início, entendemos que poderiam haver situações a serem individualizadas, como os casos oncológicos, em que pacientes necessitariam com urgência da preservação de seus gametas previamente a procedimentos cirúrgicos ou eventual quimioterapia que pudesse afetar sua fertilidade futura. Ao mesmo tempo, havia outros casos susceptíveis de individualização.

Passados 30 dias, com novos dados sobre a Covid-19, reconhecendo novos cenários para diferentes países, regiões ou cidades, além da realidade de um período claro de extensão da pandemia, que a infertilidade é definida pela OMS como doença, assim como a própria OMS define o direito de autonomia dos pacientes e:

CONSIDERANDO que, sob a luz de novas evidências científicas, este posicionamento deverá seguir sendo atualizado em momentos sucessivos;

CONSIDERANDO que, segundo a literatura médica, não se identificou até o momento a presença de vírus nos gametas e tratos genitais masculino ou feminino;

CONSIDERANDO que, até o momento, não há evidências a respeito das repercussões do Covid-19 sobre a gestação inicial;

CONSIDERANDO a preocupação com relação às evidências científicas emergentes quanto à possibilidade de transmissão vertical – isto é, da mãe para o bebê;

CONSIDERANDO que os serviços de reprodução assistida devam seguir as recomendações governamentais, respeitando as particularidades locais;

CONSIDERANDO a observação das medidas de distanciamento social, com cuidados na preservação dos pacientes e equipes, quando da assistência;

CONSIDERANDO as condutas para mitigar a sobrecarga do sistema de saúde local;

CONSIDERANDO que o adiamento dos tratamentos de reprodução assistida abrange determinados casos extremamente sensíveis ao tempo e, portanto, inadiáveis, com risco de condenar pessoas a uma infertilidade irreversível – ou seja, esterilidade; e

CONSIDERANDO o respeito à autonomia do paciente,

RECOMENDAM que ciclos de reprodução assistida possam ser realizados sob juízo do profissional assistente, em decisão compartilhada com os usuários do serviço, de forma personalizada, fundamentados e bem documentados, com precaução e bom-senso, evitando-se transferências embrionárias neste momento.

Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida – SBRA
Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA


Referências