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Conheça algumas das principais doenças que causam infertilidade!

Conheça algumas das principais doenças que causam infertilidade!

Não conseguir engravidar é uma situação que sempre gera muita apreensão nos casais. Algumas doenças que causam infertilidade, em sua maioria tratáveis, podem ser a causa do problema e necessitam de acompanhamento médico especializado.

Podemos definir infertilidade como a incapacidade de fecundação após um ano de prática de relações sexuais regulares sem uso de método anticoncepcional.

Mas afinal, você conhece as principais doenças que causam infertilidade no homem e na mulher? Acompanhe nosso texto e descubra algumas dessas condições!

Condições femininas

Endometriose

endometriose é definida pela presença de endométrio fora da cavidade uterina, que é o tecido de revestimento da parede interna do útero. Em algumas situações, pode modificar as relações anatômicas na pelve e aparelho reprodutor. Quando isso acontece, pode haver uma redução na chance de gravidez.

Doença inflamatória pélvica (DIP)

É a ascensão de microrganismos da vagina ou do colo uterino ao trato genital feminino, acometendo o útero, as trompas, os ovários e até mesmo a superfície peritoneal.

É causada por uma série de bactérias sexualmente transmissíveis, sendo as principais delas a gonorreia e a clamídia. A infecção que afeta as trompas leva a um processo inflamatório natural, que pode causar aderências e mudança na função das trompas, dificultando o transporte do óvulo e dos espermatozoides, impedindo a fecundação ou mesmo o desenvolvimento do embrião e sua jornada em direção ao útero.

O diagnóstico da DIP é baseado na história clínica da paciente, no exame físico no momento da consulta e exames complementares de sangue e ultrassonografia. A melhor forma de prevenção da DIP é praticar sexo protegido, com preservativos tanto masculinos quanto femininos, uma vez que é transmitida pelo contato sexual.

Síndrome dos ovários policísticos (SOP)

A SOP se caracteriza por ciclos anovulatórios irregulares, associada a sinais e sintomas de hiperandrogenismo, como excesso de pelos, além de infertilidade e ovários aumentados de volume com múltiplos pequenos folículos.

A infertilidade é uma das queixas mais frequentes nas pacientes com SOP, uma vez que a mulher poderá apresentar anovulação, ou seja, ausência de ovulação.

Condições masculinas

Varicocele

Também conhecida como varizes escrotais, a varicocele é uma das principais doenças que causam infertilidade no homem.

O problema é caracterizado por um defeito nas veias dos testículos, o que dificulta a drenagem de sangue. Com isso, pode ocorrer um aumento da temperatura na bolsa escrotal e alteração na característica dos espermatozoides.

Existem outras causas que devem ser investigadas durante a consulta, como o uso de anabolizantes, quimioterapia, anti-hipertensivos e outros medicamentos, a exposição prolongada a altas temperaturas e hábitos inadequados (tabagismo, prática de algumas atividades físicas, uso de drogas e bebidas alcoólicas em excesso, dieta não saudável), que podem interferir nas características do sêmen.

Portanto, se você está tentando engravidar, mas sem sucesso, procure assistência em uma clínica especializada em fertilização e nas doenças que causam infertilidade feminina e masculina. Lembre-se de comunicar e levar seu parceiro às consultas, pois para um resultado de sucesso é importante o envolvimento do casal.

Gostou deste conteúdo? Ficou com alguma dúvida? Entre em contato conosco, queremos ouvir de você!

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Comunicado

SARS Cov-2 (COVID 19): vacinas, reprodução assistida e grávidas
• Posição atual conjunta •

03 de fevereiro de 2021

Grandes avanços dos estudos colaborativos incluem hoje pelo menos 85 vacinas pré-clínicas em investigação ativa em animais, 65 em ensaios clínicos em humanos, com 20 vacinas que chegaram aos estágios finais de testagem, sendo 12 já em uso em diferentes países/situações. As principais vacinas disponíveis estão constituidas por partículas de RNA mensageiro (Pfizer-Biontech e Moderna), vírus inativado (CoronaVac,Sinopharma e Covaxin, Bharat Biotech), com adenovirus (Oxford-AstraZeneca, Johnson&Johnson e Sputnik V, Gamaleya).

A pandemia segue, e neste momento a discussão se centraliza no uso das vacinas disponíveis e as pacientes submetidas às técnicas de reprodução assistida, grávidas e populações de risco entre as grávidas.

Nossas sociedades, avaliando também as diretrizes emitidas por sociedades mundiais como a ESHRE, a ASRM, a IFFS e a ACOG (SOGC), consideram que dentro da disponibilidade possível:

1) A vacinação tem efetividade e não induz a risco aumentado de contrair a infecção por Covid 19. Embora ainda não hajam estudos humanos de longo prazo sobre a vacinação contra Covid-19 e gravidez, nenhuma das vacinas contém vírus Sars Cov-2 vivo.

2) Para indivíduos vulneráveis,que apresentam alto risco de infecção e / ou morbidade por COVID-19, dentre os quais estão as grávidas, não receber a vacina supera o risco de ser vacinado, previamente ou durante a gravidez. Inclui-se ainda neste grupo os profissionais de saúde e aqueles outros, de linha de frente, com maior risco de exposição.

3) Não há razão para atrasar as tentativas de gravidez ou tratamentos de reprodução assistida quando de vacina não disponível ou se pacientes fora de grupos de risco.

4) Decisões da utilização (ou não) das vacinas devem ser compartilhadas entre pacientes e médicos, respeitando-se os princípios éticos de autonomia, beneficência e não maleficência.

5) Esta informação sobre vacinas deve ser incluidas como um termo específico em um consentimento informado já existente. Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA

6) Seguirão atualizações, a cada momento que novos conhecimentos solidifiquem os dados atuais.

  • REDLARA - Red Latinoamericana de Reproducción Asistida
  • SBRA - Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida
  • SAMeR - Sociedad Argentina de Medicina Reproductiva
  • AMMR - Asociación Mexicana de Medicina de la Reproducción
  • PRONÚCLEO - Associação Brasileira de Embriologistas em Medicina Reprodutiva
  • SAEC - Sociedad Argentina de Embriología Clínica
  • SOCMER - Sociedad Chilena de Medicina Reproductiva
  • ACCER - Asociación de Centros Colombianos de Reproducción Humana
  • SURH - Sociedad Uruguaya de Reproducción Humana
  • AVEMERE - Asociación Venezolana de Medicina Reproductiva y Embriología

Referências
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