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Corticosteroides podem afetar a reprodução assistida?

Corticosteroides podem afetar a reprodução assistida?

Embora muitas pessoas já tenham lido ou ouvido falar em corticosteroides, poucas sabem o que eles podem causar no organismo. É bem comum que eles sejam relacionados à fertilidade.

Esses hormônios são necessários para tratar algumas doenças, entretanto é importante conhecer a sua relação com a saúde de modo geral, até mesmo com o sucesso de um tratamento de reprodução assistida.

Afinal, será que as margens de sucesso em tratamentos de reprodução assistida são as mesmas para mulheres que estão em tratamento com esses medicamentos? É o que vamos esclarecer neste post:

O que são os corticosteroides?

Quando o paciente apresenta alguma doença como lúpus e asma ou mesmo acabou de fazer um transplante, alguns cuidados precisam ser tomados para evitar infecções ou rejeições.

Nesses casos, são prescritos medicamentos à base de corticosteroides, que são sintetizados pela glândula suprarrenal e causam no organismo um efeito anti-inflamatório e imunossupressor.

Como são usados na reprodução assistida?

Algumas mulheres que estão em tratamento de reprodução assistida fazem uso desses medicamentos, classificados como imunossupressores.

Uma mulher que sofreu diversos abortos espontâneos, por exemplo, pode apresentar uma resposta imune excessiva diante de uma gravidez. Isso acaba prejudicando até mesmo os resultados de uma técnica de reprodução assistida.

Portanto, há médicos que prescrevem esses medicamentos para diminuir a imunidade e aumentar as chances de gravidez.

Por outro lado, tudo deve ser devidamente dosado, já que o processo de implantação embrionária pode ser considerado uma espécie de resposta inflamatória e ativação imune controladas.

Por isso, a alta supressão da imunidade pode ser considerada, de certa forma, mais prejudicial que benéfica.

O que fazer então?

Diante da dificuldade de engravidar (ou mesmo de levar uma gravidez adiante), o casal deve procurar um médico. Somente um profissional poderá solicitar os exames necessários para analisar as condições do organismo tanto do homem quanto da mulher.

A partir daí, o tratamento adequado será indicado. Em casos de reprodução assistida, o processo precisa ser todo acompanhado pelo profissional. Os corticosteroides devem ser usados somente sob prescrição médica.

Além disso, é importante seguir corretamente as orientações sobre dosagem e frequência de ingestão. Somente assim é possível garantir que o medicamento trará benefícios e não prejuízos ao tratamento de reprodução assistida.

O que pode acontecer após o consumo excessivo?

O consumo excessivo da substância pode se tornar uma das causas de infertilidade. Além disso, ela pode diminuir significativamente as defesas do organismo.

Os níveis de glicose, colesterol e triglicérides também tendem a subir com o uso indiscriminado e prolongado dos corticosteroides. Cansaço, insônia, agitação e aumento da quantidade de gordura no organismo, principalmente na região abdominal, também são sintomas ligados à ingestão do medicamento.

Se a paciente for hipertensa, possuir insuficiência renal ou já estiver grávida, o melhor a fazer é evitar os corticosteroides. É por isso que consultar um médico é imprescindível antes de iniciar o uso de qualquer medicamento, especialmente os corticosteroides.

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Comunicado

SARS Cov-2 (COVID 19): vacinas, reprodução assistida e grávidas
• Posição atual conjunta •

03 de fevereiro de 2021

Grandes avanços dos estudos colaborativos incluem hoje pelo menos 85 vacinas pré-clínicas em investigação ativa em animais, 65 em ensaios clínicos em humanos, com 20 vacinas que chegaram aos estágios finais de testagem, sendo 12 já em uso em diferentes países/situações. As principais vacinas disponíveis estão constituidas por partículas de RNA mensageiro (Pfizer-Biontech e Moderna), vírus inativado (CoronaVac,Sinopharma e Covaxin, Bharat Biotech), com adenovirus (Oxford-AstraZeneca, Johnson&Johnson e Sputnik V, Gamaleya).

A pandemia segue, e neste momento a discussão se centraliza no uso das vacinas disponíveis e as pacientes submetidas às técnicas de reprodução assistida, grávidas e populações de risco entre as grávidas.

Nossas sociedades, avaliando também as diretrizes emitidas por sociedades mundiais como a ESHRE, a ASRM, a IFFS e a ACOG (SOGC), consideram que dentro da disponibilidade possível:

1) A vacinação tem efetividade e não induz a risco aumentado de contrair a infecção por Covid 19. Embora ainda não hajam estudos humanos de longo prazo sobre a vacinação contra Covid-19 e gravidez, nenhuma das vacinas contém vírus Sars Cov-2 vivo.

2) Para indivíduos vulneráveis,que apresentam alto risco de infecção e / ou morbidade por COVID-19, dentre os quais estão as grávidas, não receber a vacina supera o risco de ser vacinado, previamente ou durante a gravidez. Inclui-se ainda neste grupo os profissionais de saúde e aqueles outros, de linha de frente, com maior risco de exposição.

3) Não há razão para atrasar as tentativas de gravidez ou tratamentos de reprodução assistida quando de vacina não disponível ou se pacientes fora de grupos de risco.

4) Decisões da utilização (ou não) das vacinas devem ser compartilhadas entre pacientes e médicos, respeitando-se os princípios éticos de autonomia, beneficência e não maleficência.

5) Esta informação sobre vacinas deve ser incluidas como um termo específico em um consentimento informado já existente. Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA

6) Seguirão atualizações, a cada momento que novos conhecimentos solidifiquem os dados atuais.

  • REDLARA - Red Latinoamericana de Reproducción Asistida
  • SBRA - Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida
  • SAMeR - Sociedad Argentina de Medicina Reproductiva
  • AMMR - Asociación Mexicana de Medicina de la Reproducción
  • PRONÚCLEO - Associação Brasileira de Embriologistas em Medicina Reprodutiva
  • SAEC - Sociedad Argentina de Embriología Clínica
  • SOCMER - Sociedad Chilena de Medicina Reproductiva
  • ACCER - Asociación de Centros Colombianos de Reproducción Humana
  • SURH - Sociedad Uruguaya de Reproducción Humana
  • AVEMERE - Asociación Venezolana de Medicina Reproductiva y Embriología

Referências
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