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Entenda o que é a Síndrome dos Ovários Policísticos e saiba como tratá-la!

Entenda o que é a Síndrome dos Ovários Policísticos e saiba como tratá-la!

infertilidade é um problema recorrente na população mundial e pode ser causada por diversos fatores. Uma dessas causas está associada à Síndrome dos Ovários Policísticos, doença que afeta cerca de 20% das mulheres em idade reprodutiva e que pode manter-se invisível durante a vida toda.

Entenda, no post de hoje, o que é, de fato, a Síndrome dos Ovários Policísticos, assim como as causas possíveis, seus sintomas, métodos de tratamento e outras informações sobre o assunto. Confira!

O que é a Síndrome dos Ovários Policísticos?

Trata-se de uma disfunção hormonal que leva à anovulação crônica. Nesse caso, não existe o crescimento de folículos e assim pequenos folículos que não se desenvolvem se acumulam nos ovários, apresentando essa imagem ao ultrassom.

Como não existe o crescimento folicular, não há produção dos hormônios estrogênio e progesterona e, consequentemente, não há menstruação.

Como não há crescimento folicular, não ocorre ovulação e não havendo liberação do óvulo, não há gravidez.

Quais são as causas da doença e os fatores de risco?

A medicina ainda não chegou a um consenso quanto às causas da doença. No entanto, constantemente, verifica-se que ela ocorre em maior frequência quando já existe um caso anterior na família.

Além da predisposição genética, existe uma associação com obesidade e aumento da resistência à insulina.

Quais são os principais sintomas?

A Síndrome dos Ovários Policísticos está associada à irregularidade na menstruação e produção descontrolada de hormônios andrógenos, que provocam o desenvolvimento de características do sexo masculino, como aumento de pelos e acnes e espinhas.

Como é feito o diagnóstico?

O médico especialista, o ginecologista, deverá analisar todos os sintomas, fazer o exame físico e solicitar exames complementares.

São solicitados exames de sangue para avaliar os níveis de hormônios como FSH, LH, testosterona e prolactina. Em alguns casos, o ginecologista pode solicitar exames de curva de glicemia e insulina.

A ultrassonografia é o exame que permite identificar os pequenos folículos (microcistos) na superfície do ovário.

É importante lembrar que um único sintoma não é suficiente para diagnosticar a doença. Uma série de fatores precisam estar envolvidos e outras patologias devem ser consideradas para que o médico conclua precisamente a situação da paciente.

Quais são os possíveis tratamentos?

A Síndrome dos Ovários Policísticos pode ser tratada com medicamentos, conforme o quadro de cada paciente.

Para mulheres que não desejam engravidar, usam-se pílulas anticoncepcionais com o intuito de regular o ciclo menstrual e as disfunções hormonais. Caso contrário, pode-se usar indutores de ovulação, permitindo que a mulher volte a ovular e possa ficar grávida.

A cirurgia atualmente tem sido dispensada, visto que os métodos com medicamentos se tornaram eficazes. Para combater os sintomas, como a obesidade, recomendam-se a prática de atividades físicas e dietas saudáveis, além do uso de inibidores de pelos faciais para mulheres que se incomodam com os pelos excessivos.

A Síndrome dos Ovários Policísticos é uma doença extremamente comum entre as mulheres, mas pode ser identificada e tratada. Fique atenta aos sintomas e visite regularmente o seu médico!

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Comunicado

SARS Cov-2 (COVID 19): vacinas, reprodução assistida e grávidas
• Posição atual conjunta •

03 de fevereiro de 2021

Grandes avanços dos estudos colaborativos incluem hoje pelo menos 85 vacinas pré-clínicas em investigação ativa em animais, 65 em ensaios clínicos em humanos, com 20 vacinas que chegaram aos estágios finais de testagem, sendo 12 já em uso em diferentes países/situações. As principais vacinas disponíveis estão constituidas por partículas de RNA mensageiro (Pfizer-Biontech e Moderna), vírus inativado (CoronaVac,Sinopharma e Covaxin, Bharat Biotech), com adenovirus (Oxford-AstraZeneca, Johnson&Johnson e Sputnik V, Gamaleya).

A pandemia segue, e neste momento a discussão se centraliza no uso das vacinas disponíveis e as pacientes submetidas às técnicas de reprodução assistida, grávidas e populações de risco entre as grávidas.

Nossas sociedades, avaliando também as diretrizes emitidas por sociedades mundiais como a ESHRE, a ASRM, a IFFS e a ACOG (SOGC), consideram que dentro da disponibilidade possível:

1) A vacinação tem efetividade e não induz a risco aumentado de contrair a infecção por Covid 19. Embora ainda não hajam estudos humanos de longo prazo sobre a vacinação contra Covid-19 e gravidez, nenhuma das vacinas contém vírus Sars Cov-2 vivo.

2) Para indivíduos vulneráveis,que apresentam alto risco de infecção e / ou morbidade por COVID-19, dentre os quais estão as grávidas, não receber a vacina supera o risco de ser vacinado, previamente ou durante a gravidez. Inclui-se ainda neste grupo os profissionais de saúde e aqueles outros, de linha de frente, com maior risco de exposição.

3) Não há razão para atrasar as tentativas de gravidez ou tratamentos de reprodução assistida quando de vacina não disponível ou se pacientes fora de grupos de risco.

4) Decisões da utilização (ou não) das vacinas devem ser compartilhadas entre pacientes e médicos, respeitando-se os princípios éticos de autonomia, beneficência e não maleficência.

5) Esta informação sobre vacinas deve ser incluidas como um termo específico em um consentimento informado já existente. Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA

6) Seguirão atualizações, a cada momento que novos conhecimentos solidifiquem os dados atuais.

  • REDLARA - Red Latinoamericana de Reproducción Asistida
  • SBRA - Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida
  • SAMeR - Sociedad Argentina de Medicina Reproductiva
  • AMMR - Asociación Mexicana de Medicina de la Reproducción
  • PRONÚCLEO - Associação Brasileira de Embriologistas em Medicina Reprodutiva
  • SAEC - Sociedad Argentina de Embriología Clínica
  • SOCMER - Sociedad Chilena de Medicina Reproductiva
  • ACCER - Asociación de Centros Colombianos de Reproducción Humana
  • SURH - Sociedad Uruguaya de Reproducción Humana
  • AVEMERE - Asociación Venezolana de Medicina Reproductiva y Embriología

Referências
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