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Epididimite: entenda como identificar os sintomas e diagnosticar

Epididimite: entenda como identificar os sintomas e diagnosticar

A epididimite é uma inflamação do tubo (epidídimo) que liga o testículo ao canal deferente, responsável por armazenar e transportar os espermatozoides.

Essa doença afeta homens de todas as idades, mas tem maior incidência nos de 18 a 35 anos. Ela é causada, geralmente, por uma infecção bacteriana sexualmente transmissível ou, às vezes, não há infecção.

Conheça as características da epididimite

A epididimite afeta muitos homens por ano. Seu principal sintoma é o inchaço da bolsa escrotal. A doença é dividida em duas classes: aguda e crônica. No primeiro caso, os sintomas duram menos de seis semanas. A crônica, por sua vez, apresenta sintomas que costumam ultrapassar esse período.

Geralmente, a dor começa em um testículo e expande para ambos gradativamente. A intensidade da dor varia conforme o tempo que o epidídimo está inflamado, podendo ser aguda ou apenas uma queimação.

Dentre as consequências da doença, destacamos a infertilidade masculina. Por essa razão, todo cuidado precisa ser tomado quando os sintomas forem percebidos.

Veja quais são os principais sintomas da doença

O homem que tem epididimite começa a apresentar sintomas sutis, como febre baixa, calafrios e, por vezes, sensação de peso na área do testículo.

Com o tempo, a região fica sensível à pressão e torna-se dolorosa. Vale frisar que a infecção no epidídimo pode se espalhar para o testículo facilmente e, por isso, identificar os sintomas é crucial.

Os sinais mais comuns são:

É possível que a epididimite seja acompanhada por fraqueza, perda de apetite e dores nas articulações.

Saiba como a epididimite pode ser diagnosticada

A partir do momento que o homem identifica os primeiros sinais da epididimite é preciso procurar imediatamente um médico urologista. Nesse caso, o primeiro exame realizado pelo profissional é o físico, que tem a finalidade de detectar o inchaço nos testículos, secreção uretral e gânglios linfáticos.

Há também outros exames que complementam o diagnóstico, como os de sangue, urina e de imagens.

Entenda como é feito o tratamento

Como a epididimite é uma doença causada, normalmente, por bactérias, o tratamento é feito à base de medicamentos antibióticos prescritos pelo médico. Todo o processo dura cerca de três meses para tratar completamente a doença.

Além disso, durante o tratamento, o homem precisa repousar e, se as dores forem muito intensas, é possível aplicar compressas de gelo na região.

As chances de reincidência da epididimite em caso de tratamento parcial são grandes, por isso o paciente não deve interromper o tratamento antes de concluí-lo. Depois de algumas semanas é preciso retornar à consulta para que o médico verifique se a infecção foi curada definitivamente.

Uma das formas mais importantes de prevenir a epididimite é evitando Infecções Sexualmente Transmissíveis. Por isso, é preciso sempre praticar sexo seguro. O mais indicado é conversar com o médico para que ele indique outras formas para evitar a doença.

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Comunicado

SARS Cov-2 (COVID 19): vacinas, reprodução assistida e grávidas
• Posição atual conjunta •

03 de fevereiro de 2021

Grandes avanços dos estudos colaborativos incluem hoje pelo menos 85 vacinas pré-clínicas em investigação ativa em animais, 65 em ensaios clínicos em humanos, com 20 vacinas que chegaram aos estágios finais de testagem, sendo 12 já em uso em diferentes países/situações. As principais vacinas disponíveis estão constituidas por partículas de RNA mensageiro (Pfizer-Biontech e Moderna), vírus inativado (CoronaVac,Sinopharma e Covaxin, Bharat Biotech), com adenovirus (Oxford-AstraZeneca, Johnson&Johnson e Sputnik V, Gamaleya).

A pandemia segue, e neste momento a discussão se centraliza no uso das vacinas disponíveis e as pacientes submetidas às técnicas de reprodução assistida, grávidas e populações de risco entre as grávidas.

Nossas sociedades, avaliando também as diretrizes emitidas por sociedades mundiais como a ESHRE, a ASRM, a IFFS e a ACOG (SOGC), consideram que dentro da disponibilidade possível:

1) A vacinação tem efetividade e não induz a risco aumentado de contrair a infecção por Covid 19. Embora ainda não hajam estudos humanos de longo prazo sobre a vacinação contra Covid-19 e gravidez, nenhuma das vacinas contém vírus Sars Cov-2 vivo.

2) Para indivíduos vulneráveis,que apresentam alto risco de infecção e / ou morbidade por COVID-19, dentre os quais estão as grávidas, não receber a vacina supera o risco de ser vacinado, previamente ou durante a gravidez. Inclui-se ainda neste grupo os profissionais de saúde e aqueles outros, de linha de frente, com maior risco de exposição.

3) Não há razão para atrasar as tentativas de gravidez ou tratamentos de reprodução assistida quando de vacina não disponível ou se pacientes fora de grupos de risco.

4) Decisões da utilização (ou não) das vacinas devem ser compartilhadas entre pacientes e médicos, respeitando-se os princípios éticos de autonomia, beneficência e não maleficência.

5) Esta informação sobre vacinas deve ser incluidas como um termo específico em um consentimento informado já existente. Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA

6) Seguirão atualizações, a cada momento que novos conhecimentos solidifiquem os dados atuais.

  • REDLARA - Red Latinoamericana de Reproducción Asistida
  • SBRA - Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida
  • SAMeR - Sociedad Argentina de Medicina Reproductiva
  • AMMR - Asociación Mexicana de Medicina de la Reproducción
  • PRONÚCLEO - Associação Brasileira de Embriologistas em Medicina Reprodutiva
  • SAEC - Sociedad Argentina de Embriología Clínica
  • SOCMER - Sociedad Chilena de Medicina Reproductiva
  • ACCER - Asociación de Centros Colombianos de Reproducción Humana
  • SURH - Sociedad Uruguaya de Reproducción Humana
  • AVEMERE - Asociación Venezolana de Medicina Reproductiva y Embriología

Referências
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