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Epididimite: o que é e como tratar?

Epididimite: o que é e como tratar?

O sistema reprodutor masculino é formado pelos testículos, epidídimo, dutos deferentes, vesículas seminais, próstata e pênis.

O epidídimo é um canal espermático, em que os espermatozoides ficam armazenados até serem liberados no ejaculado. Uma inflamação nesse duto pode trazer consequências graves para o homem, pode afetar os testículos e a fertilidade masculina.

Procurar ajuda especializada nos primeiros sintomas é ideal para minimizar os danos à saúde. Desenvolvemos este texto com o objetivo de dar apoio, esclarecendo as maiores dúvidas em caso de suspeita ou diagnóstico de epididimite.

Leia e confira: o que é epididimite?; Qual é sua relação com a infertilidade masculina?; Quais são os sintomas mais comuns?; Como é realizado o diagnóstico?; Como a epididimite pode afetar a fertilidade masculina? Como tratar esta condição?

O que é epididimite?

Na linguagem médica, o sufixo ite indica inflamação, portanto a epididimite é uma inflamação do trato urinário baixo masculino que atinge o epidídimo.

Essa condição pode afetar homens de todas as idades, embora seja mais comum nos pacientes entre 18 e 35 anos. Geralmente, é causada devido a infecções sexualmente transmissíveis (IST), como gonorreia e clamídia, mas outros tipos de bactérias também podem causar essa condição.

A epididimite pode ter outras causas, como:

Qual é a importância do epidídimo?

O epidídimo é um duto localizado na parte de trás dos testículos, no interior do saco escrotal. Ele é responsável por armazenar os espermatozoides, proporcionando ambiente adequado para o desenvolvimento deles e seu transporte dos testículos até o duto deferente.

Pode levar cerca de 2 semanas para os espermatozoides chegarem de um extremo ao outro do epidídimo.

Nesse período, eles amadurecem até o ponto em que são capazes de fertilizar o óvulo. A epididimite bacteriana raramente leva à infertilidade. No entanto, caso a infecção afete também os testículos, pode provocar infertilidade.

Qual é a sua relação com a infertilidade masculina?

A epididimite pode ser uni ou bilateral. Quando não tratada, causa complicações. Como consequência, o paciente acometido pode apresentar determinados sintomas, como abscesso (coleção de pus) no escroto, inclusive a pele do escroto pode abrir devido a inchaço e infecção.

Em alguns casos, a infecção acomete o epidídimo e o testículo (orquite), condição denominada epidídimo-orquite.

Os testículos, por sua vez, são responsáveis pela produção dos espermatozoides. Se houver danos às células envolvidas com a produção dos espermatozoides, a fertilidade masculina pode ser afetada, levando o homem acometido à infertilidade.

Pode ocorrer a formação de anticorpos espermáticos e obstrução do trato genital masculino que também favorecem a infertilidade.

É importante procurar ajuda médica nos primeiros sinais e desconforto, pois quanto mais rápido for identificada a epididimite, maiores são as probabilidades de cura, além de minimizar as chances de infertilidade e sequelas. Aprenda a identificar os sintomas mais comuns.

Quais são os sintomas mais comuns sintomas?

Muitos sintomas provocados pela epididimite também podem ser manifestações de outras condições. Cada caso deve ser estudado e avaliado de maneira detalhada para o diagnóstico preciso:

Como é realizado o diagnóstico?

Durante a consulta, o médico analisa os sintomas e faz o exame físico para examinar o escroto para procurar alterações, como gânglios linfáticos da virilha, alterações nos testículos e/ou presença de secreção uretral.

Em alguns casos, é solicitada uma ultrassonografia (exame de imagem). Também pode ser solicitado um exame de urina, de sangue e triagem de ISTs.

Como tratar a epididimite?

Confirmada a causa da doença, o tratamento é prescrito pelo médico. O mais comum é a utilização de antibióticos. O médico pode receitar também analgésicos e anti-inflamatórios.

Este texto te ajudou a entender o que é epididimite e como trata-la? Leia nosso texto especificamente sobre epididimite e entenda as melhores formas de agir em caso de diagnóstico ou suspeita dessa condição.

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Comunicado

SARS Cov-2 (COVID 19): vacinas, reprodução assistida e grávidas
• Posição atual conjunta •

03 de fevereiro de 2021

Grandes avanços dos estudos colaborativos incluem hoje pelo menos 85 vacinas pré-clínicas em investigação ativa em animais, 65 em ensaios clínicos em humanos, com 20 vacinas que chegaram aos estágios finais de testagem, sendo 12 já em uso em diferentes países/situações. As principais vacinas disponíveis estão constituidas por partículas de RNA mensageiro (Pfizer-Biontech e Moderna), vírus inativado (CoronaVac,Sinopharma e Covaxin, Bharat Biotech), com adenovirus (Oxford-AstraZeneca, Johnson&Johnson e Sputnik V, Gamaleya).

A pandemia segue, e neste momento a discussão se centraliza no uso das vacinas disponíveis e as pacientes submetidas às técnicas de reprodução assistida, grávidas e populações de risco entre as grávidas.

Nossas sociedades, avaliando também as diretrizes emitidas por sociedades mundiais como a ESHRE, a ASRM, a IFFS e a ACOG (SOGC), consideram que dentro da disponibilidade possível:

1) A vacinação tem efetividade e não induz a risco aumentado de contrair a infecção por Covid 19. Embora ainda não hajam estudos humanos de longo prazo sobre a vacinação contra Covid-19 e gravidez, nenhuma das vacinas contém vírus Sars Cov-2 vivo.

2) Para indivíduos vulneráveis,que apresentam alto risco de infecção e / ou morbidade por COVID-19, dentre os quais estão as grávidas, não receber a vacina supera o risco de ser vacinado, previamente ou durante a gravidez. Inclui-se ainda neste grupo os profissionais de saúde e aqueles outros, de linha de frente, com maior risco de exposição.

3) Não há razão para atrasar as tentativas de gravidez ou tratamentos de reprodução assistida quando de vacina não disponível ou se pacientes fora de grupos de risco.

4) Decisões da utilização (ou não) das vacinas devem ser compartilhadas entre pacientes e médicos, respeitando-se os princípios éticos de autonomia, beneficência e não maleficência.

5) Esta informação sobre vacinas deve ser incluidas como um termo específico em um consentimento informado já existente. Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA

6) Seguirão atualizações, a cada momento que novos conhecimentos solidifiquem os dados atuais.

  • REDLARA - Red Latinoamericana de Reproducción Asistida
  • SBRA - Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida
  • SAMeR - Sociedad Argentina de Medicina Reproductiva
  • AMMR - Asociación Mexicana de Medicina de la Reproducción
  • PRONÚCLEO - Associação Brasileira de Embriologistas em Medicina Reprodutiva
  • SAEC - Sociedad Argentina de Embriología Clínica
  • SOCMER - Sociedad Chilena de Medicina Reproductiva
  • ACCER - Asociación de Centros Colombianos de Reproducción Humana
  • SURH - Sociedad Uruguaya de Reproducción Humana
  • AVEMERE - Asociación Venezolana de Medicina Reproductiva y Embriología

Referências
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