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Estrogênio alto: sintomas, riscos à fertilidade e dicas de controle

Estrogênio alto: sintomas, riscos à fertilidade e dicas de controle

Para que o corpo trabalhe de modo ideal, é preciso que cada órgão receba ordens exatas. Os hormônios são os mensageiros dessas ordens e a classe dos estrogênios é uma das mais importantes. No entanto, o nível de estrogênio alto pode trazer consequências indesejáveis.

Hormônio feminino por excelência, o estrogênio é fundamental para a expressão das características femininas. Em colaboração com outros hormônios, ele é muito importante para a fertilidade.

Neste post, falaremos da sua produção e dos seus efeitos. Também vamos entender como os seus altos níveis afetam a mulher, bem como listar algumas dicas para ajudar no controle da produção do estrogênio. Acompanhe-nos.

(Observação: aqui, trataremos a classe dos estrogênios como um só hormônio para facilitar a compreensão dos conceitos abordados.)

A produção do estrogênio e sua função

O estrogênio é produzido nos ovários, nas glândulas suprarrenais e nas células de gordura. Na puberdade, esse hormônio promove mudanças no corpo da menina, fazendo com que pelos apareçam, as curvas se acentuem e os seios cresçam. Internamente, outras transformações preparam o aparelho reprodutivo para a vida adulta.

Todos os meses, o estrogênio participa do controle do ciclo menstrual. O estrogênio tem papel fundamental no preparo do endométrio, para que haja a implantação.

Se não houver gravidez, os níveis desse hormônio diminuem rapidamente e a mulher menstrua. Contudo, caso tenha havido a implantação, o estrogênio e a progesterona ajudarão na sua manutenção até que a placenta esteja formada e pronta para sustentar a gravidez com seus hormônios.

Na menopausa, a produção do estrogênio cai e, como consequência, a vagina se torna mais seca e aparecem condições como as ondas de calor e a diminuição de libido. Além disso, o efeito protetor do estrogênio termina e aumentam os riscos de, entre outras patologias, a osteoporose.

Causas do excesso de estrogênio

Na puberdade e durante a gestação, a produção de estrogênio é maior. No entanto, esse hormônio pode ser produzido em excesso pelo corpo devido a algum desequilíbrio ou mesmo absorvido de fontes externas. Alguns exemplos são:

Sintomas do estrogênio alto

Altos níveis de estrogênio podem causar problemas de saúde não só na mulher, visto que tanto mulheres quanto homens produzem o estrogênio. O balanço entre esses hormônios em cada gênero e o nível certo é fundamental para a saúde. Para diagnosticar o excesso de estrogênio, é realizado um exame de dosagem no sangue.

Os sintomas desse excesso na mulher são:

No homem, o sintoma mais evidente é a ginecomastia (aumento das mamas), além daqueles ligados à fertilidade.

Riscos à fertilidade

O fator causador do hiperestrogenismo pode dificultar a gravidez por estar associado à ausência de ovulação.

O desequilíbrio na produção de estrogênio pode trazer problemas sérios de saúde e dificultar o projeto de ter um bebê. Se você ou seu parceiro apresenta sintomas de estrogênio alto, não deixe de procurar um médico.

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Comunicado

Nota conjunta com atualização de posicionamento sobre a COVID-19 e os tratamentos de reprodução assistida

Informações complementares à nota emitida em 21 de março de 2020

A Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida – SBRA e a Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA, acompanhando as demais sociedades mundiais e face à presença da pandemia de Covid-19, emitiram comunicado em 17 e 21 de março de 2020. Globalmente, e na América Latina não foi diferente, ciclos iniciados foram completados, decisões de congelamento tomadas, transferências discutidas e, na maioria das vezes, postergadas. Desde o início, entendemos que poderiam haver situações a serem individualizadas, como os casos oncológicos, em que pacientes necessitariam com urgência da preservação de seus gametas previamente a procedimentos cirúrgicos ou eventual quimioterapia que pudesse afetar sua fertilidade futura. Ao mesmo tempo, havia outros casos susceptíveis de individualização.

Passados 30 dias, com novos dados sobre a Covid-19, reconhecendo novos cenários para diferentes países, regiões ou cidades, além da realidade de um período claro de extensão da pandemia, que a infertilidade é definida pela OMS como doença, assim como a própria OMS define o direito de autonomia dos pacientes e:

CONSIDERANDO que, sob a luz de novas evidências científicas, este posicionamento deverá seguir sendo atualizado em momentos sucessivos;

CONSIDERANDO que, segundo a literatura médica, não se identificou até o momento a presença de vírus nos gametas e tratos genitais masculino ou feminino;

CONSIDERANDO que, até o momento, não há evidências a respeito das repercussões do Covid-19 sobre a gestação inicial;

CONSIDERANDO a preocupação com relação às evidências científicas emergentes quanto à possibilidade de transmissão vertical – isto é, da mãe para o bebê;

CONSIDERANDO que os serviços de reprodução assistida devam seguir as recomendações governamentais, respeitando as particularidades locais;

CONSIDERANDO a observação das medidas de distanciamento social, com cuidados na preservação dos pacientes e equipes, quando da assistência;

CONSIDERANDO as condutas para mitigar a sobrecarga do sistema de saúde local;

CONSIDERANDO que o adiamento dos tratamentos de reprodução assistida abrange determinados casos extremamente sensíveis ao tempo e, portanto, inadiáveis, com risco de condenar pessoas a uma infertilidade irreversível – ou seja, esterilidade; e

CONSIDERANDO o respeito à autonomia do paciente,

RECOMENDAM que ciclos de reprodução assistida possam ser realizados sob juízo do profissional assistente, em decisão compartilhada com os usuários do serviço, de forma personalizada, fundamentados e bem documentados, com precaução e bom-senso, evitando-se transferências embrionárias neste momento.

Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida – SBRA
Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA


Referências