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Existe IMC ideal para engravidar? Veja como ele pode influenciar a gestação

Existe IMC ideal para engravidar? Veja como ele pode influenciar a gestação

Uma das mudanças mais notáveis que ocorre durante a gravidez é o peso, que naturalmente aumenta. O corpo busca se adaptar às necessidades nutricionais e, entre várias transformações, acontece o aumento das mamas, do volume sanguíneo, a formação da placenta e do próprio feto.

Entretanto, o peso que a mulher apresenta antes de engravidar, conhecido como peso pré-gestacional, também tem extrema importância para que a gravidez transcorra de forma saudável.

O Índice de Massa Corporal (IMC) é calculado de acordo com o peso e altura da mulher, e resultados muito acima ou abaixo do ideal podem representar consequências negativas para a gestante e para o bebê.

Acompanhe nosso post e entenda como e por que calculamos esse índice, assim como a importância de atingir o IMC ideal para engravidar.

Definição e cálculo do IMC

O IMC se dá pela equação que divide o peso (em quilogramas) pela altura (em metros) de um indivíduo. O Ministério da Saúde indica que o cálculo é utilizado para avaliar um dos aspectos do estado nutricional. O resultado é analisado, para adultos, de acordo com os seguintes parâmetros:

Cálculo do IMC para gestantes

Ainda de acordo com o Ministério da Saúde, existem classificações que relacionam o índice de massa corporal com a semana gestacional.

Dessa forma, é possível calcular, a partir do IMC da mulher que está tentando engravidar, qual é o ganho de peso recomendado para os três trimestres da gestação, de acordo com a sua situação — baixo peso, adequado, sobrepeso ou obesidade.

É muito importante, portanto, que o peso inicial esteja dentro do recomendado, desde o início da gravidez. A avaliação clínica deve ser realizada para evitar complicações gestacionais e detectar riscos nutricionais e, assim, permitir que o profissional da saúde siga a conduta adequada em cada caso.

Mulheres com baixo peso

Mulheres com baixo peso devem adotar uma dieta balanceada para suprir as demandas materno-fetais e atingir o IMC ideal para engravidar. Nesses casos, é fundamental que o ganho de peso seja monitorado.

Mulheres que têm uma porcentagem muito baixa de gordura e baixo peso podem ter dificuldade de engravidar, uma vez que é necessária uma porcentagem mínima para a produção adequada de hormônios. Assim, mulheres com peso muito baixo podem até não ter ciclos menstruais regulares.

Condições maternas como anemia e desnutrição são relacionadas ao maior risco e complicações em mães e bebês, assim como a uma maior probabilidade de aborto, nascimento prematuro, baixo peso ao nascer e enfermidades durante a fase adulta.

É fato que mulheres com baixo peso precisam ganhar mais peso durante as semanas subsequentes ao início da gravidez. A Vigilância Alimentar e Nutricional orienta que essas gestantes devem ganhar entre 12,5 kg e 18 kg até o fim da gestação.

Contudo, cada caso é particular e a conduta clínica deve se adequar às necessidades da mulher. Normalmente adota-se uma dieta hipercalórica, mas é fundamental que ela seja saudável e equilibrada.

O Ministério da Saúde elaborou uma Caderneta da Gestante com orientações para uma alimentação que garanta o crescimento adequado do bebê. Vale a pena conferir.

Mulheres com sobrepeso e obesidade

As mulheres acima do peso, sobretudo que têm obesidade, também devem ficar atentas. Nesses casos, além da condição pré-gestacional, o ganho de peso durante a gravidez pode ser excessivo, o que acarreta mais complicações na saúde da mãe e do bebê.

Mulheres que têm uma porcentagem muito elevada de gordura e obesidade podem ter dificuldade de engravidar. A gordura excessiva pode interferir na produção hormonal, impedindo a ovulação. Mulheres com peso muito elevado podem não ter ciclos menstruais regulares e passar por períodos de amenorreia.

Diabetes gestacional, hipertensão arterial, macrossomia (excesso de peso em recém-nascidos), pré-eclâmpsia e parto por cesárea são as principais complicações. Além disso, é maior o risco de os filhos dessas mulheres serem obesos quando crianças e adultos.

Mais uma vez é importante ressaltar a necessidade da avaliação nutricional e acompanhamento antes e depois da gestação. A dieta adotada não pode ser extremamente restritiva. Os alimentos devem ser escolhidos de forma a garantir a ingestão de diversos nutrientes.

Tanto o peso insuficiente quanto o excessivo, durante os períodos anteriores e na gestação, têm extrema importância para a gravidez, assim como a avaliação do estado nutricional da mulher. Desse modo, a assistência de médicos e nutricionistas tem o potencial de fazer toda a diferença na busca do IMC ideal para engravidar.

Agora que você já compreendeu a importância de avaliar o IMC para a gravidez, descubra a relação entre fertilidade e obesidade!

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Comunicado

SARS Cov-2 (COVID 19): vacinas, reprodução assistida e grávidas
• Posição atual conjunta •

03 de fevereiro de 2021

Grandes avanços dos estudos colaborativos incluem hoje pelo menos 85 vacinas pré-clínicas em investigação ativa em animais, 65 em ensaios clínicos em humanos, com 20 vacinas que chegaram aos estágios finais de testagem, sendo 12 já em uso em diferentes países/situações. As principais vacinas disponíveis estão constituidas por partículas de RNA mensageiro (Pfizer-Biontech e Moderna), vírus inativado (CoronaVac,Sinopharma e Covaxin, Bharat Biotech), com adenovirus (Oxford-AstraZeneca, Johnson&Johnson e Sputnik V, Gamaleya).

A pandemia segue, e neste momento a discussão se centraliza no uso das vacinas disponíveis e as pacientes submetidas às técnicas de reprodução assistida, grávidas e populações de risco entre as grávidas.

Nossas sociedades, avaliando também as diretrizes emitidas por sociedades mundiais como a ESHRE, a ASRM, a IFFS e a ACOG (SOGC), consideram que dentro da disponibilidade possível:

1) A vacinação tem efetividade e não induz a risco aumentado de contrair a infecção por Covid 19. Embora ainda não hajam estudos humanos de longo prazo sobre a vacinação contra Covid-19 e gravidez, nenhuma das vacinas contém vírus Sars Cov-2 vivo.

2) Para indivíduos vulneráveis,que apresentam alto risco de infecção e / ou morbidade por COVID-19, dentre os quais estão as grávidas, não receber a vacina supera o risco de ser vacinado, previamente ou durante a gravidez. Inclui-se ainda neste grupo os profissionais de saúde e aqueles outros, de linha de frente, com maior risco de exposição.

3) Não há razão para atrasar as tentativas de gravidez ou tratamentos de reprodução assistida quando de vacina não disponível ou se pacientes fora de grupos de risco.

4) Decisões da utilização (ou não) das vacinas devem ser compartilhadas entre pacientes e médicos, respeitando-se os princípios éticos de autonomia, beneficência e não maleficência.

5) Esta informação sobre vacinas deve ser incluidas como um termo específico em um consentimento informado já existente. Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA

6) Seguirão atualizações, a cada momento que novos conhecimentos solidifiquem os dados atuais.

  • REDLARA - Red Latinoamericana de Reproducción Asistida
  • SBRA - Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida
  • SAMeR - Sociedad Argentina de Medicina Reproductiva
  • AMMR - Asociación Mexicana de Medicina de la Reproducción
  • PRONÚCLEO - Associação Brasileira de Embriologistas em Medicina Reprodutiva
  • SAEC - Sociedad Argentina de Embriología Clínica
  • SOCMER - Sociedad Chilena de Medicina Reproductiva
  • ACCER - Asociación de Centros Colombianos de Reproducción Humana
  • SURH - Sociedad Uruguaya de Reproducción Humana
  • AVEMERE - Asociación Venezolana de Medicina Reproductiva y Embriología

Referências
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