Fechar

Selecione uma unidade para enviar um Whatsapp:

Belo Horizonte - (31) 9979-01109 Juiz de Fora - (32) 98888-2776 Governador Valadares - (33) 98866-1706 Rio de Janeiro - (21) 99566-1850 Manhuaçu - MG - (33) 98855-0015

agendamento de consulta

Unidade Belo Horizonte | +55 (31) 2102-6363

Gravidez após os 40 anos: quais são os cuidados especiais?

Gravidez após os 40 anos: quais são os cuidados especiais?

Para que todos os processos fisiológicos da gestação ocorram sem imprevistos, é preciso que a saúde fértil da mulher esteja preservada. Isso pode ser um pouco mais delicado na gravidez após os 40 anos. Mas não significa que a idade seja um fator determinante para interromper o sonho de ser mãe. Contudo, a tentante/gestante precisa de alguns cuidados especiais.

Até o momento do tão esperado resultado positivo, o organismo feminino passa por processos bem complexos para viabilizar a gravidez — etapas que incluem o encontro dos gametas (óvulos e espermatozoides), o deslocamento do zigoto pelas tubas uterinas, a divisão celular e a implantação do embrião na cavidade uterina. Qualquer alteração no organismo, como o envelhecimento dos órgãos reprodutores, pode afetar esse funcionamento.

O mesmo acontece após a confirmação da gravidez, até o dia do nascimento do bebê. Portanto, a mulher que decide se tornar mãe depois dos 40 precisa estar atenta a fatores que possam interferir na evolução da gestação. Este post foi feito, justamente, pensando na importância dessas informações.

Continue a leitura e saiba quais são os desafios da gravidez após os 40 anos!

A relação entre a idade e a fertilidade feminina

O avanço da idade tem influência sobre a saúde fértil da mulher, pela redução na reserva ovariana e modificações na qualidade dos óvulos.

Essas modificações foram comprovadas por pesquisas no campo da reprodução humana. Pacientes com mais de 40 anos tem maior risco de ter filhos com alterações cromossômicas pelo risco aumentado de falhas no processo de divisão embrionária, decorrente de alterações cromossômicas, bem como maiores taxas de abortamento.

Importante lembrar que a fertilidade masculina também é afetada com o passar dos anos, embora isso seja percebido de forma bem mais discreta e mais tardia do que no caso das mulheres.

As complicações na gravidez tardia incluem:

Ainda assim, as mulheres que decidiram adiar a maternidade também têm possibilidades de engravidar, desde que seja feito um acompanhamento médico mais cuidadoso para reduzir os riscos obstétricos. Por meio de exames específicos e da recomendação de cuidados extras a gestante pode identificar possíveis alterações, recorrer às intervenções adequadas e prosseguir com a gravidez com mais segurança.

Concepção natural e reprodução assistida na gestação tardia

As chances de conseguir uma gravidez após os 40 anos de forma natural são bem reduzidas, mas isso não é impossível. Para tanto, a mulher não pode apresentar nenhum outro fator de infertilidade, além da idade — como tubas uterinas obstruídas, endometriose e outras doenças no útero (miomas, pólipos, sinequias etc.).

Da mesma forma, o parceiro deve produzir a quantidade necessária de espermatozoides, sendo que estes ainda precisam ter boa morfologia e mobilidade.

Sendo assim, o casal deve passar por uma série de exames para avaliar todas as condições da saúde reprodutiva. O apoio de profissionais especializados em reprodução humana é essencial, tanto durante o período de tentativas e preparação para a gravidez, quanto ao longo da gestação.

Para aumentar as possibilidades de gravidez após os 40 anos, existem as técnicas de reprodução assistida, sobretudo a FIV (fertilização in vitro). Caso o adiamento da gestação seja planejado, a paciente tem a opção de congelar os seus óvulos, de preferência antes dos 35. Como a qualidade dos oócitos é preservada quando a mulher é mais jovem, a criopreservação aumenta as chances de gerar embriões saudáveis.

A reprodução assistida acompanha as transformações da sociedade e ocupa um lugar de destaque nesse cenário. Graças aos avanços da medicina reprodutiva, a mulher pode ampliar suas chances ter um filho no momento em que se sentir pronta.

A tendência é que ocorra um aumento natural no número de mulheres que optam pela gravidez após os 40 anos. Isso é justificado pela maior inserção feminina no mercado de trabalho, bem como pelo interesse na continuidade da formação acadêmica, além de outros motivos pessoais.

Gostou do tema? Acha importante falar sobre esse assunto? Então, compartilhe o post em suas redes sociais e viabilize o conhecimento para outras pessoas!

Compartilhe:

Se inscrever
Notificação de
0 Comentários
Inline Feedbacks
View all comments
Faça seu agendamento

Proporcionamos um atendimento exclusivo exatamente como você merece.

AGENDE SUA CONSULTA
ENTRE EM CONTATO

Alguma dúvida sobre fertilidade?
Fale conosco

Comunicado

SARS Cov-2 (COVID 19): vacinas, reprodução assistida e grávidas
• Posição atual conjunta •

03 de fevereiro de 2021

Grandes avanços dos estudos colaborativos incluem hoje pelo menos 85 vacinas pré-clínicas em investigação ativa em animais, 65 em ensaios clínicos em humanos, com 20 vacinas que chegaram aos estágios finais de testagem, sendo 12 já em uso em diferentes países/situações. As principais vacinas disponíveis estão constituidas por partículas de RNA mensageiro (Pfizer-Biontech e Moderna), vírus inativado (CoronaVac,Sinopharma e Covaxin, Bharat Biotech), com adenovirus (Oxford-AstraZeneca, Johnson&Johnson e Sputnik V, Gamaleya).

A pandemia segue, e neste momento a discussão se centraliza no uso das vacinas disponíveis e as pacientes submetidas às técnicas de reprodução assistida, grávidas e populações de risco entre as grávidas.

Nossas sociedades, avaliando também as diretrizes emitidas por sociedades mundiais como a ESHRE, a ASRM, a IFFS e a ACOG (SOGC), consideram que dentro da disponibilidade possível:

1) A vacinação tem efetividade e não induz a risco aumentado de contrair a infecção por Covid 19. Embora ainda não hajam estudos humanos de longo prazo sobre a vacinação contra Covid-19 e gravidez, nenhuma das vacinas contém vírus Sars Cov-2 vivo.

2) Para indivíduos vulneráveis,que apresentam alto risco de infecção e / ou morbidade por COVID-19, dentre os quais estão as grávidas, não receber a vacina supera o risco de ser vacinado, previamente ou durante a gravidez. Inclui-se ainda neste grupo os profissionais de saúde e aqueles outros, de linha de frente, com maior risco de exposição.

3) Não há razão para atrasar as tentativas de gravidez ou tratamentos de reprodução assistida quando de vacina não disponível ou se pacientes fora de grupos de risco.

4) Decisões da utilização (ou não) das vacinas devem ser compartilhadas entre pacientes e médicos, respeitando-se os princípios éticos de autonomia, beneficência e não maleficência.

5) Esta informação sobre vacinas deve ser incluidas como um termo específico em um consentimento informado já existente. Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA

6) Seguirão atualizações, a cada momento que novos conhecimentos solidifiquem os dados atuais.

  • REDLARA - Red Latinoamericana de Reproducción Asistida
  • SBRA - Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida
  • SAMeR - Sociedad Argentina de Medicina Reproductiva
  • AMMR - Asociación Mexicana de Medicina de la Reproducción
  • PRONÚCLEO - Associação Brasileira de Embriologistas em Medicina Reprodutiva
  • SAEC - Sociedad Argentina de Embriología Clínica
  • SOCMER - Sociedad Chilena de Medicina Reproductiva
  • ACCER - Asociación de Centros Colombianos de Reproducción Humana
  • SURH - Sociedad Uruguaya de Reproducción Humana
  • AVEMERE - Asociación Venezolana de Medicina Reproductiva y Embriología

Referências
0
Would love your thoughts, please comment.x
()
x